Arquivo para August, 2006

ANIMATION NOW

Parei pra escrever nesse momento porque o dia promete trabalho e mais trabalho, e eu enrolo e enrolo… mas uma vez que eu começo não paro mais… e isso tende a ir até as 19:00 horas por hoje.

Hoje é um daqueles dias, inexplicáveis, no qual eu estou absolutamente animada. Boa parte, pode ser creditado a Srta. Yumi Hirai, que tem uma energia tremenda e que é sempre muito bom encontrar – e pra quem minha mãe mandou dizer que eu já li metade do livro. Pra que ela tenha idéia, eu posso não ter passado todas as roupas a noite, mas fiz a façanha de dobrar e colocar tudo bonitinho no guarda-roupa antes de dormir. Afinal de contas, há esperança para nós, com ou sem criados mudos! Mais detalhes sobre esse encontro histórico, acompanhado de fotos de nossas testas, em breve.

Seja como for, eu estou animada! Estou lendo um livro chamado “A Arte do Começo”, que apesar do título auto-ajuda, não pode ser colocado nesse setor. Na verdade ele é sobre estruturação e lançamento de empresas com baixo capital. Ou seja, como colocar seu negócio pra funcionar – nossa, isso ficou com uma conatação estranha – sem contar com a ajuda de estratégias de venda e marketing pensadas quase pra multinacionais, e sem contar com capital de risco (uma idéia que no Brasil é tão usada quanto esquis pra neve).

Pensando em tudo que ando lendo como estratégias de vendas, marketing de nichos – esse pelo TCC – começo a reacender a idéia da Dekanun com mais força em mente. E quando isso acontece, é incrível, parece que uma tendência a ordem toma conta da minha vida… e isso pode ter ajudado a arrumar o guarda-roupa também.

Aí você começa a pensar em todas as coisas que estão acumuladas na sua “to do list”. Em relação a Booknalinha, tenho 03 “projetículos” aguardando uma atitude minha:
01 – Um banco de dados de Imagens da Empresa para uso de Relações Públicas.
02 – O texto do site (para o qual eu já até cobrei as horas extras).
03 – Os embrulhos das lembrancinhas da Espanha, antes que meu chefe volte para a Espanha.
(E essa descrição completa e desnecessária das minhas tarefas está aqui simplesmente para lançar o mote para um poste futuro “Coisas que eu mudaria na minha personalidade”, ou “Porquê eu me envolvo com coisas que não quero, não posso ou não vou fazer”.)

Nessas horas eu gostaria de roubar um pouco do “foco” do namorado, que escreve “x” páginas por semana da sua monografia, manda pra avaliação, corrige e acerta e que está há umas 03 semanas de terminar tudo… sendo que o segundo capítulo era uma tradução e análise de um texto em grego… e eu não consigo andar com o meu tcc que de lingua exótica tem, no máximo, o inglês.

Mas a animação ressucita a vontade de retomar projetos. Espero que pelo menos eu tenha aprendido a ser um pouco mais cautelosa, e só acionar minhas forças de combate (sim Fabi, vc é uma das minhas forças de combate) assim que eu tiver as coisas mais estruturadas… O que dá o mote para a outra coisa que eu mudaria em minha personalidade que é falar, falar, falar… e não fazer! Um bom nome para este post seria “Simplesmente cale a boca”.

Você pode estar se perguntando pq eu fico falando tanto de planos e projetos, se os planos quase nunca não em nada. Realmente, eu acho que planos foram feitos pra não dar em nada… apenas pra fazer vc se mover em uma direção… você começa com um plano de ir passar as férias na Austrália, e acaba passando uma temporada em Veneza. Esse não é ponto. O ponto é que Planejando, você acabou indo a algum lugar bem diferente de onde estava. E que no final de contas, era o lugar certo onde você deveria estar, e se não for, vc planeja outra coisa e tenta de novo.

O que eu acho mesmo é, se você é capaz de pensar em algo que gostaria de fazer (como eu, a Fabi e o desenho animado por exemplo), você, com muita força de vontade ou não, é capaz de fazê-lo. Se você não o faz, essa é parte com a qual tem que aprender a conviver, que as coisas não aconteceram porque vc não quis. Pode ser um tanto atrasado, deveria ter acontecido na casa dos 20, não quase nos 30… mas… eu estou começando a cansar SERIAMENTE dessa história de “onde a vida me levar”…

Prix Caulfield… absolutamente digressiva.

2 Comentários

DESENCANNES

Coisas que só brasileiros fazem por vc!
(E que eu gostaria muito de ter feito, rsrs)

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UMA COISA OU OUTRA…

Atualizações rápidas sobre o momento.

Emprego
Estamos no terceiro passo no caminho do herói… no meu caso, no caminho da heroína – ops, nenhuma conatação química ilegal – “a recusa do caminho”. Apesar que estou quase assumindo a minha porção “gerencial”, com ressalvas… a ressalva é… eu vou me cadastrar em todos os processos seletivos possíveis para trainee nesse final de semana. A Booknalinha é uma pequena grande empresa… quando eu digo isso, quero dizer que a base para “Dilbert” poderia ter saído dalí perfeitamente. Muita gente fazendo coisas sem questionar, de maneira tosca… a menina nova da recepção pode estar amando o trabalho, pode ser esforçada mas… outra idiota. Sim… pode ser o fato de eu estar estressada pode estar influenciando… Mas o que pega mesmo é: eu estou acostumada, ou mal acostumada, com pessoas que colocam um nível de desempenho bem alto para si… e alí a pergunta correta seria “o que é desempenho mesmo?”.

Amigos, amigos… negócios muito a parte!
A Yumi e a Fabi não se assustem, isso não se aplica a elas. Mas eu decidi fazer do meu aniversário um divisor de barras. Convidei todos os meus amigos – com exceção daqueles há mais de 100Km de distância, como a Marcela, o Jesus e o Thiago e decidi assim: foi, continua na lista de contatos. Não foi, mas tem uma boa explicação – prévia ao evento, continua na lista de contatos. Não foi, não deu explicações, ou deu explicações posteriores e/ou covardes: BURN IN HELL MOTHERFUCKER. Isto posto, eu decidi queimar tanto o André, quanto a Lais da minha lista de contatos “amigos” e movê-los solenemente para a área “profissional” de grupos de classificação. Dei um gelo fenômenal nos dois na segunda pós ocorrido. E nunca deixo de me surpreender com a capacidade humana de não perceber o real cerne das coisas. A Lais achou que eu estava brava com ela por causa das brincadeiras que ela faz em relação ao namorado – nem de leve, quem namora um caso complicado e conta isso pros outros já está bem preparada pras zoações que virão – e o André achou que eu tinha brigado com o namorado e por isso estava estranha. Sem ser a NDS, o único problema que eu e o namorado temos é distância… dado a ineficiência da minha lei do silêncio, e o fato que eu ainda tenho que trabalhar diretamente com os dois, resolvi voltar ao meu jeito pululante… e isso bastou pros dois acharem que a paz reina novamente no reino encantado. Dá vontade de soltar uma risada maquiavélica e dizer que não: VOCÊS FORAM REBAIXADOS A CONDIÇÃO DE COLEGAS DE TRABALHO. Triste. Mas o André por exemplo já bateu o recorde de strikes consecutivos… tá na hora de ir pro banco… que se eu tomar mais um strike eu é que mereço.

Não é TPM não, nem resultado da NDS.
Estou soando levemente ranzinza não estou? Sei que estou. E não é mesmo um dos motivos acima, são os ares de setembro… setembro e março são os meses em que eu dou pontapé em coisas naturalmente. Momento de renovação pessoal se preferir… Dessa vez, estou prevendo que além da fogueira com o meu excesso de cacarecos, estão por vir cortes em alguns relacionamentos venenosos e mal-hábitos instalados.
Dúvida? Olha que o nome dessa parte do post deveria ser “Bye, bye palhaço”. Fui comer no Mc hoje (Mc Dia Feliz, pô) e… e não gostei. Isso mesmo, eu comi um Big Mc e fiquei achando que teria feito melhor negócio em depositar o dinheiro diretamente da conta do GRAAC e ter ido comer um Sanduiche tradicional no Subway. Mais bizarro que isso só a falta de ânimo que me fez voltar pra casa sem ir no cinema – coisa que eu fiz pela última vez um mês atrás – dispensando o Keanu Reeves.

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Eu e a Tablet quase nos amamos.

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DEDOS TREMEM

Momento capitalista exarcebado. Cansada de não entender pataca do que está fazendo em sua nova função, e tentando mudar o desânimo de assumir uma função administrativa gerencial mais séria, resolvi passar na livraria para comprar um ou dois livros que pudessem me ajudar tanto nos aspectos técnicos como motivacionais. Afinal de contas, não é “auto-ajuda” se está no setor de negócios! rsrs
Pelo que você pode ver na foto, eu não consegui me restringir a apenas dois livros. Acabaram sendo 05 para o meu recém-nascido lado gerencial, e um para o meu lado normal mesmo… que afinal de contas ninguém é de ferro.

Comentários especiais vão para o “re-comprado” a “A arte da guerra”. Esse livro já foi comprado, vendido, comprado e dado de presente pra Marcela, e agora recomprado. Apesar de tudo eu acho interessante reler.

Como eu não sabia no que ia o meu impulso “Hey, hoo, vamos cuidar dos projetos”, decidi comprar “Neuromancer” que a tempos me persegue a vontade de comprá-lo. E é claro, pela milionésima vez no ano, decidi que essa é a última vez que tiro o cartão de crédito da carteira… afinal, já tem entrega da Amazon vindo dos States, e assinaturas de revista vindo de lá também.

É… acho que estou seguindo as recomendações do título de outro livro:
- Live well, die broke!

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