Atualizações rápidas sobre o momento.
Emprego
Estamos no terceiro passo no caminho do herói… no meu caso, no caminho da heroína – ops, nenhuma conatação química ilegal – “a recusa do caminho”. Apesar que estou quase assumindo a minha porção “gerencial”, com ressalvas… a ressalva é… eu vou me cadastrar em todos os processos seletivos possíveis para trainee nesse final de semana. A Booknalinha é uma pequena grande empresa… quando eu digo isso, quero dizer que a base para “Dilbert” poderia ter saído dalí perfeitamente. Muita gente fazendo coisas sem questionar, de maneira tosca… a menina nova da recepção pode estar amando o trabalho, pode ser esforçada mas… outra idiota. Sim… pode ser o fato de eu estar estressada pode estar influenciando… Mas o que pega mesmo é: eu estou acostumada, ou mal acostumada, com pessoas que colocam um nível de desempenho bem alto para si… e alí a pergunta correta seria “o que é desempenho mesmo?”.
Amigos, amigos… negócios muito a parte!
A Yumi e a Fabi não se assustem, isso não se aplica a elas. Mas eu decidi fazer do meu aniversário um divisor de barras. Convidei todos os meus amigos – com exceção daqueles há mais de 100Km de distância, como a Marcela, o Jesus e o Thiago e decidi assim: foi, continua na lista de contatos. Não foi, mas tem uma boa explicação – prévia ao evento, continua na lista de contatos. Não foi, não deu explicações, ou deu explicações posteriores e/ou covardes: BURN IN HELL MOTHERFUCKER. Isto posto, eu decidi queimar tanto o André, quanto a Lais da minha lista de contatos “amigos” e movê-los solenemente para a área “profissional” de grupos de classificação. Dei um gelo fenômenal nos dois na segunda pós ocorrido. E nunca deixo de me surpreender com a capacidade humana de não perceber o real cerne das coisas. A Lais achou que eu estava brava com ela por causa das brincadeiras que ela faz em relação ao namorado – nem de leve, quem namora um caso complicado e conta isso pros outros já está bem preparada pras zoações que virão – e o André achou que eu tinha brigado com o namorado e por isso estava estranha. Sem ser a NDS, o único problema que eu e o namorado temos é distância… dado a ineficiência da minha lei do silêncio, e o fato que eu ainda tenho que trabalhar diretamente com os dois, resolvi voltar ao meu jeito pululante… e isso bastou pros dois acharem que a paz reina novamente no reino encantado. Dá vontade de soltar uma risada maquiavélica e dizer que não: VOCÊS FORAM REBAIXADOS A CONDIÇÃO DE COLEGAS DE TRABALHO. Triste. Mas o André por exemplo já bateu o recorde de strikes consecutivos… tá na hora de ir pro banco… que se eu tomar mais um strike eu é que mereço.
Não é TPM não, nem resultado da NDS.
Estou soando levemente ranzinza não estou? Sei que estou. E não é mesmo um dos motivos acima, são os ares de setembro… setembro e março são os meses em que eu dou pontapé em coisas naturalmente. Momento de renovação pessoal se preferir… Dessa vez, estou prevendo que além da fogueira com o meu excesso de cacarecos, estão por vir cortes em alguns relacionamentos venenosos e mal-hábitos instalados.
Dúvida? Olha que o nome dessa parte do post deveria ser “Bye, bye palhaço”. Fui comer no Mc hoje (Mc Dia Feliz, pô) e… e não gostei. Isso mesmo, eu comi um Big Mc e fiquei achando que teria feito melhor negócio em depositar o dinheiro diretamente da conta do GRAAC e ter ido comer um Sanduiche tradicional no Subway. Mais bizarro que isso só a falta de ânimo que me fez voltar pra casa sem ir no cinema – coisa que eu fiz pela última vez um mês atrás – dispensando o Keanu Reeves.