Arquivo para January, 2007
This got to stop!!!!
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on January 31st, 2007
Essa insanidade tem que acabar.
Pra realmente variar um pouco, não estou falando do ser humano.
Estou falando de mim, por minha conta.
Uma tendência auto-destrutiva que eu tento controlar.
E que ao mesmo tempo deixo escapar por todos os lados.
Entra nos eixos menina.
Before I start quoting Britney Spears…
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on January 30th, 2007
Você já sentiu alguma vez que foi dormir de um jeito, e acordou de outro completamente diferente? Calma sem nem um tipo de insinuações… É que eu fui dormir louca da vida com o ser humano, decidida a botar pra quebrar na sexta, a encaixotar as fotos, sumir com os presentes… e… acordei calma, suave e com o bom senso de saber que se eu aprontar algo nos próximos meses, tem que ser por mim, e não pra me vingar dele… e estava sendo um tipo de vingança.
Não adianta né? Isso ainda vai ser complicado por algum tempo. Eu preciso ficar mais de molho, do que tentar virar caldo… complexa metáfora, mas verdadeira.
rsrs…
E plagiando – mais uma vez – a Fabi.
Eu te amo
Chico Buarque
Composição: Tom Jobim / Chico Buarque
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.
E no fundo do poço, o top hit é…
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on January 29th, 2007
EVANESCENCE
E nada deixa mais claro a situação, do que eu… me emo-cionando a ponto de citar evanescence.
Men… they ruin us!
“Call Me When You’re Sober”
Don’t cry to me.
If you loved me,
You would be here with me.
You want me,
Come find me.
Make up your mind.
Should I let you fall?
Lose it all?
So maybe you can remember yourself.
Can’t keep believing,
We’re only deceiving ourselves .
And I’m sick of the lie,
And you’re too late.
Don’t cry to me.
If you loved me,
You would be here with me.
You want me,
Come find me.
Make up your mind.
Couldn’t take the blame.
Sick with shame.
Must be exhausting to lose your own game.
Selfishly hated,
No wonder you’re jaded.
You can’t play the victim this time,
And you’re too late.
Don’t cry to me.
If you loved me,
You would be here with me.
You want me,
Come find me.
Make up your mind.
You never call me when you’re sober.
You only want it cause it’s over,
It’s over.
How could I have burned paradise?
How could I – you were never mine.
So don’t cry to me.
If you loved me,
You would be here with me.
Don’t lie to me,
Just get your things.
I’ve made up your mind.
Mataram minha árvore!!!
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on January 27th, 2007

Mataram minha árvore… simplesmente assim: mataram. Sem desculpas sobre a proximidade da fiação. Há alguns anos, já haviam cortado galhos suficientes para dar a volta em todos os fios (ela até tinha perdido um pouco do viço e do seu jeito fofinho).
Há 22 anos, desde que eu me mudei para esse apartamente eu amo essa árvore. Ela era minha paisagem predileta, minha compania de janela, meu pedaço pessoal de natureza. Aí eu chego uma quarta-feira a noite, e cortaram todos os galhos. Aí é óbvio: vc fica puta, com vontade de pegar todos os podadores de São Paulo e executar uma circunscição mais profunda com motoserras… mas infelizmente não tem mais nenhum por perto para você executar essa idéia.
E quando você pensa que eles pararam, que sua árvore querida vai ser mais uma dessas aberrações de São Paulo, com o galho cortado e com ganhos mais finos que ainda conseguem crescer e sobreviver apesar da aparência contorcida e frágil… não! Você acorda no sábado, com o barulho das machadadas na sua árvore, porque algum peão que não completou nem o primeiro grau “recebeu ordens”.
Não sei se alguém vai fazer idéia de quanto essa árvore era importante por mim. Mas pra ser sincera, eu estou cansada de “aguentar”. Estou me segurando pra fazer de conta que estou encarando bem essa história da árvore. E mesmo assim parece que basta eu amar algo em um nível suficiente para ver isso ser tirado de mim. Por hora, eu estou fazendo de conta pra mim que está tudo bem. Mas não sei por quanto tempo tudo vai ficar bem… estou cansada de ver as coisas me deixarem, minhas certezas se irem e eu ficar… aqui, sózinha.
The One
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on January 26th, 2007
Oracle: OK, now I’m supposed to say, “Hmm, that’s interesting, but…” then you say…
Neo: …”but what?”
Oracle: But… you already know what I’m going to tell you.
Neo: I’m not The One.
Oracle: Sorry, kid. You got the gift, but it looks like you’re waiting for something.
Neo: What?
Oracle: Your next life, maybe. Who knows? That’s the way these things go.
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Complicada essa coisa de amor… Finalmente, eu e meu amor tivemos a conversa “o que vai ser de nós”. Ninguém quer dizer que é melhor nos separarmos… ambos concordam que se amam mas… ele quer mesmo ser o que quer, e eu não tenho vocação pra “a outra”… aí está a base do conflito.
Ele diz que sente medo que eu fique presa a ele todo esse tempo e depois me arrependa do tempo que eu perdi… eu disse que não tenho medo disso. Eu disse que sinto medo só de ficar esperando e ele estar lá, não esperando tanto assim. Ele disse que não tem esse problema, que a questão é “eu ou os votos, e acabou”.
Eu não sei o que fazer – a não ser fazer nada. Como eu disse a ele… não sei se há muito que possa ser feito. Ele não quer ficar sem mim, eu não quero ficar sem ele mas, o fim é claramente inevitável. A gente pode demorar 01 semana, 01 mês, 01 ano, 10 anos… mas vai acabar… ele sabe, tanto quanto eu, que ele não é o homem pra mim.
Mas diabos, quando eu não fico pirando na batatinha, e procurando que o nosso relacionamento seja normal como de quaisquer namorados, ele me faz tão feliz! E é tão bom estar com ele… em que ponto da história, duas pessoas se amarem passou a ser insuficiente???
Eu sei que ele vai ser sempre parte da minha história… mas ainda não estou preparada pra mudar de capítulo!!
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E Má:Jude Law’s como no filme, existem sim! Principalmente pq se você analisar, ele não era perfeito… ele estava firme na Inglaterra, ela estava firme nos EUA, ele tinha filhas como parte do pacote… pode não ser tão imperfeito assim, mas é perfeito o suficiente para dar muita dor de cabeça. (Eu ainda escuto os sininhos do trenó do papai noel – para entender viagem, vide: Expresso Polar).
Efeito colateral do namorado é que eu acredito nos homens agora… não são todos que não prestam, e não são todos que são iguais… eles são só de uma natureza um tanto quanto diferentes da nossa. Ainda acredito que tem muito cara “gente fina” por aí… o problema é que quase todos tem alguém…rsrs.
Como você disse, sendo realidade ou não, a gente vê o mundo de acordo com as nossas crenças… então eu ainda estou feliz… como eu acredito em duendes, ainda tenho chances de encontrar uns bons duendes por aí.
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A vida que me ensinaram como uma vida normal
Tinha trabalho, dinheiro, família, filhos e tal
Era tudo tão perfeito se tudo fosse só isso
Mas isso é menos do que tudo,
É menos do que eu preciso
Agora você vai embora e eu não sei o que fazer
Ninguém me explicou na escola
Ninguém vai me responder
Eu sei a hora do mundo inteiro
Mas não sei quando parar
É tanto medo de sofrimento
Que eu sofro só de pensar
A quem eu devo perguntar aonde eu vou procurar
Um livro onde aprender a você não me deixar
Agora você vai embora e eu não sei o que fazer
Ninguém me explicou na escola
Ninguém vai me responder









