Arquivo para February, 2007
Novidades
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on February 28th, 2007
01 – Depois de 15 dias brigando com o Skype e o visa, desisti, fiz uma conta no PayPal e renovei meu telefone skype… ou seja, continuo recebendo chamadas no meu próprio número de telefone local (11) 3717-3934. E aproveitei e comprei crédito… então por 7 centavos por minuto, eu falo com qualquer telefone local de São Paulo, até o final dos meus créditos… pra celular a ligação sai por 52 centavos o minuto.
02 – O Thiago vem trabalhar na Booknalinha a partir de amanhã… será que assim esse fanzine sai em menos de 11 anos. Na última vez que saímos estavamos pensando em lançar uma edição especial de 10 anos… diante da pergunta “Nossa, vcs estão lançando há 10 anos” a resposta seria “não, estamos comemorando pq depois de 10 anos conseguimos lançar 01″.
03 – You can run, but You cannot hide! Esse vai ficar meio sem explicação, e na expectativa. Como eu já disse ao envolvido, eu só acredito quando me ligar que está vindo, de dentro do ônibus.
Só para os iniciados!
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on February 28th, 2007
Conseqüências
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on February 27th, 2007
“Quem com auto-ajuda fere, com auto-ajuda será ferido”.
Há um esforço sincero do terceiro mosqueteiro da equipe da Diretoria, em reduzir o meu crescente estresse com o único Bug que uma empresa de tecnologia AINDA não pode se livrar: pessoas! Principalmente, pq o estresse já começou a respingar nele, e atualmente passamos boa parte das noites comentando sobre a difícil arte da interpessoalidade, e se haveria alguma utilidade de colocar na pauta da reunião interna tópicos como “Hora extra não foi feita só pra vc ter a possibilidade de ganhar uns trocos a mais: nós contamos com o trabalho pronto na data do retorno” ou “As diferenças da Navegação marítima e a navegação internética: enquanto uma enjoa os marinheiros, a outra os oficiais”… e coisas assim singelas.
Estou com peso na consciência. Estou pegando um jovem diretor com tendências a pimponices, e levando para o lado negro da força, onde se acredita que pagar pouco não é desculpa para um trabalho porco… principalmente pq no século XXI, vc não trabalha num feudo! Os descontentes estão sempre livres para encontrar um outro lugar que melhor saiba reconhecer todo esse talento latente não reconhecido… então não há pq vincular alhos com bugalhos. É como a maior indignação em páginas da vida (Sim, eu ando assistindo a novela das oito, só pra constatar que o Manuel Carlos definitivamente perdeu a mão): Por que o Alex e a Marta ainda estão casados?? Os dois não se odeiam?? Então pq cada um não vai procurar o seu rumo?
Isso não quer dizer que eu odeie nenhum dos meus co-workers. Em “questão humana” – isso soou futebolístico – temos uma ótima equipe. O problema é a questão “profissional”… somos um grupo de amadores. Isso nada tem há ver com formação, experiência etc., é uma questão de atitude. Falta a concientização “Tá casado? Ame seu parceiro. Não pode amar seu parceiro? Então não fique casado!!!”. Só temos uma vida, e muito curta… não sei se eu vou conseguir fazer nela boa parte do que eu quero, mas eu queria ter certeza que deixei um rastro o mais bem-feito possível para trás.
Dessas conversas “Vista nossa camisa ou descubra que quer usar um babylook e vá procurar o babylook que te faz feliz”, chegamos a conclusão que muito da nossa atitude está dando brecha para esses lapsos de desempenho… Como melhor alternativa, meu querido chefe me deu… o livro abaixo:

Não posso deixar de dizer que eu fiquei surpresa. Primeiro pq eu tinha pensado em comprar esse livro, mas achei muito caro então comprei a versão nacional e mais barata da VOCÊ SA. Segundo, pq quando eu vi que me ajudar nessa era tão fundamental a ponto de me dar um livro sobre o assunto, eu achei supermeigo – não meigo do jeito que a Fabi, a Lais e a Marcela podem estar achando. E terceiro pq, eu realmente abracei essa merda de trabalho gerencial, estou executando minhas tarefas mal e porcamente, e embora eu saiba que no futuro a minha intenção é ter minha própria empresa, voltada para a parte “criativa” – criatividade é relativo, e uma palavra tão mal-usada quanto proatividade… parece que se vc tem espasmos de pseudo-rebelião, ou se não consegue fazer duas coisas da mesma forma na seqüência mantendo e melhorando a qualidade, vc passou de idiota funcional a pessoa criativa – eu nunca estive tão bem internamente profissionalmente…
Deve ser pq desde que eu comecei a trabalhar, as pessoas tentam me colocar pra coordeanar alguma coisa, e eu fujo… porém não mais!!! As únicas coisas das quais eu continuo fugindo, são as escadas vermelhas da DPZ… segundo dia de aula, segundo dia não comparecido e… tudo por causa que eu tenho medo que a minha “PAZ” profissional seja invadida por sentimentos de nostalgia de uma vida não vivida. Basicamente, eu tenho medo que voltar pra ECA me desestabilize no nível do que a Festa do Oscar fez… mas isso é papo pra outro post. Por hora eu já consegui estravassar os protestos por horas extras mal utilizadas, navegação na internet excessiva e pessoas que mentem pra si mesmas sobre a sua vida. O resto fica para outro post.. mas já que falamos de auto-ajuda, eu recomendo um livro muito bom que andei lendo:

P.S.: Assim como o último arranca rabo de família me libertou da idéia que eu tenho que agradar em casa, ou esperar reconhecimento, ou esperar um afago no ego quando a bola murcha, eu atualmente me libertei do conceito “Tudo menos auto-ajuda”. Aparentemente, é super-pop não levar auto-ajuda a sério… e quem disse que eu levo??? Eu leio tudo que cai na mão do genêro, assim como um fiel vai pra missa e medita sobre o sermão que escuta, mesmo sem levar para a prática muitas vezes – e olha que disso eu entendo, rsrs. O caso é “Priscillas religion is to Search”. Gosto de ouvir possibilidades de encarar a vida, procuro incorporar o que faz sentido, o que simpatizo com o autor etc. Ta aí, auto-ajuda faz parte da minha religião, criada por mim, única e exclusivamente para mim mesma: uma mistura de fundamentos budistas, com presbiterianos e calvinistas, e uma pitada de catolicismo, regado a muito “Quere é poder”.
Não gostou da atual fase “Vista a camisa”??? Vá assistir “O sol de cada manhã” pra ver que o verdadeiro poder pessoal está em agir na sua realidade próxima. Ou então, vá assistir “08 Mile” pra ver que há um momento que é preciso parar de viver nos parâmetros dos sonhos de sua vida, e que é preciso fazer sonhos a partir da sua vida real.
E dane-se o mundo!
E me joguem os limões que eu devolvo uma limonada suiça!!
O bizarro, do bizarro, do bizarro…
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on February 26th, 2007
Eu quero ir pra casa passar roupa…
Isso é bizarro!
Mas é a mais pura constatação de que…
A NECESSIDADE DE UM CASULO CONTINUA!!!
Tanto a dizer… mas para alguém que não pode escutar
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on February 26th, 2007










