Archive for February, 2007
Valentine’s Day
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 14/02/2007
Nada como terminar um relacionamento no “Valentine’s Day”.
Mas foi necessário.
Eu mereço mais,
E eu quero mais.
Ah, quer saber???
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 12/02/2007
Ok.
Como minha família já fez questão de deixar claro, eu sou o ser humano mais desgraçado desse mundo, e as pessoas me suportam por pena.
Então parem de ter pena.
Estou liberando todos de tolerar o meu lado insuportável (que pelo visto são todos os lados).
Estou fazendo meus votos de silêncio…
Não vou mais postar… se alguém quiser notícias, tem meu telefone.
O Skype vai estar fechado até que possa ser reaberto por motivos profissionais.
O MSN também.
Atendemos no yahoo em horário de trabalho.
Estou cansada…
E para todo mundo está tão envolvido em falar pelas minhas costas: MORRAM!
I hope you all have a nice life!!
O que não tem remédio…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 09/02/2007
Remediado está!
(Dito popular bem relembrado pela Marcela).
Eu tentei. Eu juro que eu tentei… colocar a vida para andar, como se nada tivesse acontecido… mas não deu. Nada aconteceu. Apesar do discurso de liberdade mental, eu e o queniano mais lindo e fofo desse mundo, continuamos juntos (a expressão firmes e fortes não sei se se aplica).
Estamos nos falando cada vez menos… em quantidade de vezes, em quantidade de tempo. Duas a três vezes por semana, de 05 a 15 minutos. Eu não me derreto mais quando ele fala… eu fico contente, mas já começo a contar essas conversas como lucro… não checo mais de 15 em 15 minutos o Skype pra ver se ele está on-line. Já movi o contato dele do Yahoo para a minha classificação “sumidos”, dado a ex-funcionários da Booknalinha e pessoas que não ficam on-line há tempos.
Mesmo assim, o que sinto por ele não mudou. Consigo passar bem 23 horas e 45 minutos do dia… nos outros 15 eu passo chorando antes de dormir, lá pelas 01 e pouco da manhã… pq eu não consigo levantar cedo, mas não consigo dormir quando deito na cama.
Pensar nele é algo tão distante. Ele diz que está com muito trabalho, que não consegue ficar on-line muitas vezes na semana durante o dia, e que às noites geralmente está cansado pra ficar on-line. Extranhamente, eu não fico mais chateada com isso… eu não fico mais nada em relação a isso. Não consigo mais ligar o cara que fica on-line e fala comigo, com o cara que eu encontrava quase todo final de semana… são coisas diferentes… eu ainda espero por aquele que eu podia tocar.
Fazem dois meses que eu não o vejo em pessoa… semana que vem, fazemos 01 ano de “namoro” – 01 ano de “caso” seria mais apropriado? – e embora eu tenha passado esses dois últimos meses falando comigo “vamos levar a vida à frente”, na verdade a vida segue em frente… apesar da minha vontade… e não importa o quanto eu ache que devo aproveitar a vida, e o quanto eu sei que isso não vai me dar nada… Eu ainda amo aquele menino… e não vejo isso passar tão cedo.
Não sei se é a melhor decisão.
Não sei nem se essa é a minha decisão.
Eu sei que por hora é isso: eu não vou me descabelar de desespero e de saudade… mas também não quero nada que não seja ele.
Green Day – Boulevard of Broken Dreams
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 09/02/2007
Sem comentários…
Roxette – Queen Of Rain
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 08/02/2007
Ler o Blog da Fabi me lembrou de algo muito especial: estamos em um tempo de web 2.0… então pq eu fico colocando SÓ as letras de música por aqui, quando posso por a música em questão em seu vídeo original.
Essa está no meu mp3 na playlist “Dor de Cotovelo”… mas apesar disso, e da melâncolia, essa música me anima, principalmente em seu final:
“It’s time to place your bets in life,
I’ve played the loser’s game of life,
dream about the sun you queen of rain.”
Não seguir seus sonhos é uma irresponsabilidade social
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 07/02/2007
Ainda vou falar mais sobre o vídeo do Steve Jobs que vimos recentemente, mesclando com uma série de coisas (tristes, felizes, meigas e bizarras) que tem acontecido recentemente… mas por hora, eu preciso dizer isso:
NÃO FAZER O QUE SE GOSTA É SOCIALMENTE IRRESPONSÁVEL.
Falo por mim, falo pelos arredores. É tão impossível de acreditar em pessoas como o Steve Jobs, quanto em pessoas que venderam a alma pra conseguir sucesso e abriram mão de uma porção de coisas. Por um simples motivo: é impossível fazer bem, ter destaque, ter sucesso fazendo algo que não se gosta. E se você faz algo razoavelmente bem, mas não gosta do que faz… saiba que você poderia fazer algo bem melhor se gostasse realmente daquilo.
Pq eu estou dizendo isso? Pq é barra lidar com impressoras sem tinta, computadores meia boca, pessoas com deficiências em algumas habilidades, muito trabalho, má estruturação do trabalho que se tem, prazos apertados e mais uma porção de coisas que eu poderia citar. Mas é muito mais difícil lidar com as pessoas quando você sente que elas gostariam de estar em qualquer lugar… mas não alí.
Foda-se o trabalho que precisa ser feito. É preciso ter comprometimento, é preciso… sempre se deve fazer algo novo, ou algo antigo mais bem feito… o trabalho consome a nossa vida, inevitavelmente… Ficar fazendo algo que “não é exatamente aquilo” só faz vc gastar horas da sua vida fazendo um trabalho meia boca (ou na melhor das hipóteses, ‘de acordo’). É toda uma cadeia produtiva que se prejudica com essa falta de vontade, falta de qualidade… em última análise, seu nome se suja e quem vai recomendar aquele colega “meio-morno” pra algum trabalho importante… e todas as possibilidades se encerram antes de começar.
Eu precisava desabafar isso por mim.
Pois se aplica pra mim.
O que fazer?
Pergunta as leitoras (e eventuais leitores)?
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 05/02/2007
Você sabe diferenciar entre o desconforto natural da vida, e o sentimento de que algo está realmente errado e pede uma mudança drástica de sua parte?
Not Ready!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 05/02/2007
Not Ready!
Not Ready!
Not Ready!
Not Ready!
Not Ready!
Not Ready!
Not Ready!
Not Ready!
Not Ready!
E as pessoas ficando on-line, dizendo que te amam e mandando links de sites de eco-turismo no leste da África não ajudam a situação a mudar.
There’s no use for a post!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 04/02/2007
Ultimamente, estou achando blogar uma atividade tão egocêntrica que tem me enjoado.
Ainda mais quando você está numa fase “revendo conceitos”… nessas fases você fica medindo e relacionando suas certezas sobre a vida, e tudo o que você diz parecem alfinetadas… no meu caso, eu acho que sempre quero deixar para parecer “não intencionadas” mas sempre são intencionadas.
Reavaliar quem você é, sempre acaba respingando em quem está ao redor… e no seu relacionamento com essas pessoas e sua opinião sobre elas e suas escolhas… como eu não quero machucar ninguém nesses arredores com declarações unilaterais e enfáticas… melhor eu ficar quietinha por um tempo.
Quem sabe eu não arranjo uma maneira de me expressar que não machuque ninguém? Ou chego definitivamente a conclusão que a melhor maneira de desabafar é mesmo um diário… e nem um igual aos meus, mas daqueles infantis antigos, com chave e cadeado. Who knows?
Metas 2007: Houston, we have a problem!!!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 03/02/2007
Na minha idéia de “One Weekend in the shell” decidi rever minhas metas para 2007 objetivamente… o que eu faço todo ano a respeito delas? O que evita que elas seja atingidas? Como eu posso resolver esse problema?
Para uma forma mais objetiva de encarar isso, eu resolvi começar pela menta “financeira”. “Como posso colocar as minhas finanças em dia?”foi o que eu me perguntei. Então eu sentei, listei passivos, despesas básicas obrigatórias, taxas de juros dos passivos, coloquei tudo num fluxo de caixa bem organizado até Dezembro… foi quando eu cheguei a uma conclusão clara: QUEBREI!!!
E eu não quebrei pouco… eu realmente quebrei. Puxando, atualizando, verificando fontes eu cheguei a conclusão que eu estou com passivos em R$ 14.500,00 (uau, eu não tenho um carro mas eu devo um). Na verdade, é crítico mais não tanto… mantendo as despesas básicas em ordem, amortizando ao longo do ano, recebendo minhas duas férias vencidas e 13º, eu posso quitar tudo, e ainda ter uma grana boa para os presentes de Natal.
Os problemas são:
- Manter a compradora compulsiva sobre controle.
- Considerar que “querer não é comprar”.
O grande problema é, ao longo do ano, a situação se regulariza… no entanto agora, eu estou com as dívidas batendo alto e combinando a primeira vez na história que a Booknalinha não vai pagar em dia, com as férias que eu pedi desde julho/2006 e contava para janeiro sendo pagas só em Março, eu vou passar para o grau máximo da insolvência… e não vou pagar muita coisa.
Até eu colocar a vida em ordem, vai levar um bom tempo.
Ai, ai, ai diabos… é por isso que eu nunca simpatizo com anos ímpares… muito trabalho pela frente.
Volto a atulizar esse post ao longo do dia, com as contatações das próximas metas.
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