“… DIGNIFICA NÓS QUE SONHAMOS EM ESPÉCIE…”

Uma das coisas com a qual eu nunca pude – e ainda não posso – lidar na vida corporativa é o sentimento de “ai, como eu sou importante” – deve existir um belo adjetivo para explicá-lo, mas acho que meu post iria soar exatamente com o tom que eu adoraria criticar no momento.

Eu nunca pensei que, fugindo de uma grande corporação e dos momentos “meu audi é mais bonito que o seu”, eu teria que aguentar uma representante da categoria, em casa…

Esse ser, irmã caçula que jura em como eu não faço idéia o que é acordar 05:30 da manhã… é verdade, eu não sei… mas eu também não faço idéia do que é ir dormir as 10:00 da noite… horário que normalmente eu ainda estou trabalhando… na booknalinha, não em casa. Na verdade, eu não faço idéia a um bom tempo o que é ir dormir num dia e acordar no outro… que normalmente eu durmo e acordo no mesmo dia… praticamente na seqüência…

Mas tudo bem eu não entender, pq afinal o meu trabalho não é tão difícil quanto alguém que acabou de ser registrada, e TEM QUE comprar um notebook com Windows vista, e TEM QUE comprar perfurme Dior, pq veja só se tem cabimento uma marca como Boticário no ambiente de trabalho dela.

Claro, claro…
Você pode correr, mas não pode se esconder.
(Se eu não fui trabalhar nos “points” e continuo ouvindo isso em casa, pq eu ainda insisto no masoquismo financeiro?)

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