Archive for July, 2007

Prima Donna

“Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades”

Tudo bem, tenho consciência que boa parte da minha frustração atual está diretamente relacionada ao fato que eu sou uma “PRIMA DONNA” de primeira – e estou na minha atividade de segunda.

Quando se refere a fazer planos de comunicação, preparar o layout do curso, fazer o controle de qualidade, eu sinto vontade de dizer “Se curvem diante a mim idiota” – mas quando o assunto é gerenciar pessoas e necessidades conflitantes… eu tenho mesmo é vontade de pegar uma metralhadora, apontar e dizer “Are you feeling luck, punk!???

E a situação atual não melhora muito as coisas… O que me deixa mais surpresa é que o caxinhos dourados não percebe a cilada maléfica na qual nos colocaram, e está até feliz com a coisa – politicagens de grandes empresas que em ambientes pequenos se tornam até mais tristes se você tiver alguma percepção.

Mas no fundo eu entendo a suspensão de poderes master nos níveis superiores. Se até eu posso ver como a criança fica feliz quando papai e mamãe vem dizer que não tem bixo papão dentro do armário, imagine papai e mamãe.

Mas eu não gosto de andar para trás.

Se eu estou no meio do mar, numa tempestade, com um caiaque, eu não quero ir para o meio de um lago, com um pedalinho. Eu simplesmente quero uma lancha de corrida.

E também não gosto de ficar escrevendo “em código” só pq o Google é foda na hora de fazer buscas!

****

Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara

Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

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TALENTO

Nova linguagem do dinheiro para realização pessoal.
Glória Maria Garcia Pereira.
Editora Futura.

Tudo bem, vocês sempre ficam se perguntando pq eu leio essas coisas. Nesse caso, eu também me pergunto! Esse livro estava vagando sózinho e desamparado na prateleira da Booknalinha (presente do Idort em alguma feira, tem até dedicatória para a Argentina da autora) e eu resolvi dar uma olhada. Falava de dinheiro, coisa que eu realmente preciso aprender a lidar melhor, então resolvi arriscar.

Dentro de minha nova política de “Pick a book, and stick to it until its done” – eu não arreguei no meio da leitura… mesmo quando a autora citava a parábola dos Talentos (que está na Bíblia, for good sakes) como uma antiga lenda. Nem quando ela dizia que quando o super criativo Walt Disney criou o Tio Patinhas (Carl Barks, desenhista e criador de 90% dos patos da Disney, requer seus direitos autorais de volta). Taí algo que sempre me incomoda em grande parte dos livros nacionais… as pessoas vão citando as coisas, sem saber muito ao certo de onde vem. E estando relacionado ou não, as coisas vão atrapalhando a credibilidade do texto para mim.

Fora isso, o livro é ruim! Mas é ruim mesmo! Precisava melhorar muito para eu considerá-lo apenas regular. A autora passa o livro inteiro dizendo como o mundo do dinheiro mudou após Bill Gates (o primeiro Bilionário a fazer fortuna não com meios explorativos como petróleo, carvão etc.). Tudo bem… podemos ir por aí (desconsiderando que o “Vale do Sílicio” não tem esse nome a toa). No entanto, eu não quero passar o livro inteio ouvindo dizer que o mundo mudou, e de dica financeira apenas a diferença entre liquidez, rentabilidade e segurança… ou que devemos estar dispostos a deixar o dinheiro “fluir” – se eu quisesse uma ajuda dessas, eu procurava um livro de Feng Shui.

O que eu estava procurando, era mais uma tática de guerra, do tipo: Ok, ferrou, você é um perdido de grana: então veja o que você pode e não pode fazer para sair do fundo do poço. Dicas de sites que expliquem as regulamentações financeiras, como negociar com as empresas financeiras, elaborar um plano financeiro mais robusto etc… depois de ler esse livro eu fiquei até orgulhosa da minha planilha de fluxo de caixa – e considerando que apenas reeinstalar o Microsoft Money já seria mais proveitoso – mesmo que eu nem chegasse a abrir o programa.

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Unh!

Meu “Unh!” equivale ao “Duh” do Homer.

A diferença é que meu “Unh!” poderia ser substituído por um “Veja só você, tão simples e eu demorei tanto pra aprender” – então veja você que dizer “Uhn!” é uma economia e tanto…

Existe uma definição da Wikipédia nesse blog (aí abaixo, em algum canto, em inglês) que não está aí por acaso – apesar de não querer dizer nada de significativo. Foi só a constatação que eu sempre tive “School Husbands” – nada mais sério que isso, e eu sempre fiquei me torturando como se fossem as paixões da minha vida. E o problema foi sempre esse – querer transformar em algo mais, algo que já era muito bom… mas não era mais que isso.

Mas agora eu estou “namorando”. E a coisa não é uma tortura como sempre foi.

E o meu “Unh!” vai pra isso mesmo! Como pode ser tão difícil deixar ir o que não existe, e como pode ser tão fácil “perder a graça” do que existe.

E nunca foi tão libertador.
Pq eu tenho consciência que não quero ficar sózinha (a longo prazo).
Mas no momento, estar sózinha é o que há de melhor.
Vá entender as voltas que o mundo dá.

E pq essa sempre foi a música desse relacionamento:

“Although my lover lives in a place that I can’t live
I kind of find I like a life this lonely
It rips and pierces me in places I can’t see
I love the rip of nerves, the rip that wakes me
So I’m dissatisfied, I love dissatisfied
I love to feel there’s always more that I need

So come on home

You’re where you want to be, I’m where I want to be
Caught up chasing everything I’ve ever wanted
I replace you easily, replace pathetically
I flirt with any flighty thing that falls my way

But how I needed you, when I needed you
Let’s not forget we are so strong, so bloody strong

Come on home

Blue light falls upon your perfect skin
Falls, and you draw back again
Falls, and this is how I fell
And I can not forget this
And I can not forget this

Come on home
So come on home
But don’t forget to leave”

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Só pra eu lembrar

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Resultados da Modernidade

A work spouse is a co-worker (usually of the opposite sex)[1] with whom one shares a special relationship, having bonds similar to those of a marriage; such as, special confidences, loyalties, shared jokes and experiences, and an unusual degree of honesty or openness. The work spouse is a potentially key relationship when one’s actual spouse or boy/girlfriend is not able to understand the nuances of the workplace. While it is not unusual for the relationship to contain elements of flirtation, this relationship can be threatened rather than enhanced if it becomes sexual.

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Novas aquisições “Powered by Dotz”

Pelo menos um lugar em que ser fiel dá algum retorno.

Como eu já devo ter dito por aqui algumas vezes, faço parte de um site que é um programa de fidelidade on-line, o Dotz. Eu já troquei meus dotz por livros, assinaturas de revista, ingressos do Cinemark e mais recentemente: R$ 160,00 reais em vale presentes da Livraria Cultura.

Então nesse sábado, apesar de eu não ter nenhum trocado, resolvi quebrar com essa rotina que me faz passar absolutamente todo o final de semana em casa… sem sair nem para ir na Padaria, e torrar o meu vale presente na Livraria Cultura.

(Nova livraria cultura, em 02 andares do conjunto nacional, e atualmente a maior livraria do Brasil)

Queria quebrar o estigma da primeira e última visita: da primeira vez que fui lá, eu odiei a nova disposição… mas não deixei me influenciar muito pela impressão, pois fui lá na primeira vez que vi o Idiota em Junho, o que tinha me abalado demais, então podia ser que eu não soubesse direito o que estava sentindo… Dessa vez fui pra lá só para confirmar mesmo.

A nova cultura virou “Point”. Metade das pessoas não vai comprar livros: vai ver gente “inteligente” e “bater um papo cabeça”… basicamente é a Cantina da ECA, com menos maconha e uma azaração estranha “intelecto-sexual” que eu não consigo compreender. Dá vontade de ser mediadora, chegar para uma e dizer “fulana, ele quer te catar” e depois para o outro e dizer “fulano, ela quer ser catada” – Só pra ver se acelera o processo e esvazia a livraria. A outra metade do pessoal acha que é supermercado de livros… fiquei surpresa com a quantidade de cestinhas na entrada, e a quantidade de cestinhas cheias… convenhamos, até eu que sou fanática pela idéia de amontoar livros, não compro livros de monte… compro poucos, um montão de vezes… e a menos que tenham alguma gincana “30 minutos para pegar todos os livros da sua tese e pagar apenas 10%”, eu ainda não entendo a das cestinhas – vamos concordar que a cultura tem muita coisa – mas não é barata.

Depois de duas horas rodando pela livraria, as únicas coisas que eu queria comprar foram exatamente aquelas que não encontrei… aparentemente a voz que me dizia “vamos ficar em casa e comprar tudo pela internet” era a voz da sabedoria, não da preguiça como eu inicialmente considerei.

No final das contas, acabei voltando pra casa e comprando tudo on-line… nenhum pseudo-cult atrapalhou na fila do caixa, e eu ainda consegui uns preços bem em conta.

Aquisições:


Esse foi o motivo inicial da viagem… livro sobre roteiros, de R$ 65,00 que esperava para ser comprado: um vale presente, a restituição do imposto de renda, ou o resultado da mega sena.


Tudo bem, pode parecer bizarro mas eu tentei completar a minha coleção de “Gestão de Projetos” – sim, estou montando uma coleção de Gestão de Projetos. Com a aquisição desses três ficou faltando apenas: Gerenciamento de Custos em Projetos e Fundamentos do Gerenciamento de Projetos (Aquisições, Escopo, Tempo, Pessoas e Comunicações são os outros que eu já tinha aqui em casa). Sim… os dois que faltam sãu uma sugestão para o caso de alguém lembrar que o dia 09 de Agosto está chegando… calma… cada livrinho desse custa R$ 18,00 nas livrarias convencionais, 15,00 se você for comprar na FGV, rsrs. Até agora eu só não consigo identificar qual a maior vantagem desse livro: aprender os conceitos básicos da parte técnica de Gestão de Projetos… ou deixar o Irandy com aquela cara de “FEA é muito melhor do que a FGV“… cara a qual eu sempre respondo: “Se tivessem livrinhos da FEA, eu compraria livrinhos da FEA…” e deixo sem completar, pq ele sempre sabe o que vem a seguir.

E por último, mas não menos importante:

Esse livro é minha paixão desde os tempos de Cultura Inglesa. Sempre que eu chegava no MMC (Multimedia Center) eu já pegava ele na estante, pra evitar que qualquer outra pessoas chegasse perto (mesmo ele sendo da estante de livros que não saem para empréstimo)… mas se saísse, só sairia comigo.

Ele faz parte de uma coleção da Writers Digest sobre a estruturação de textos em Ficção. Eu ainda quero comprar os outros que falam de “Cena”, “Personagens”, “Dialogo” – eles tem uma coleção fantástica sobre teoria da escrita em ficção – mas no momento esse é o mais importante… dados os textos parados no computador por falta de “estabelecer o verdadeiro problema, o X da trama”… O mesmo se propaga para o TCC, no qual eu não consigo achar o verdadeiro problema da pesquisa… Deve ser pq para mim não há problema algum, rsrs.

Bem, por hora é só pessoal!

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E O VENCEDOR É…


Quem sabe?
Nessa guerra de eu comigo mesma, é uma boa questão escolher quem ganha…
A que tenta ser responsável sempre perde…
Simplesmente pq a não-responsável sempre vem com aquela história de que “responsabilidade é um bom nome para medo”.
Por outro lado, a responsável nunca deixa a irresponsável se divertir…
Então passam os dias as duas emburradas e insatisfeitas.
(Múltiplas personalidades emocionais são difíceis de administrar)

Talvez seja só o inferno astral…
O caso é que eu tenho me perguntado demais o que estou fazendo com a minha vida.
Pq eu vivo com a maturidade de 17 (aos quase 27);
Os medos dos 70 (com apenas 27).
E por algum motivo eu aguento esse “morno” esperando o momento certo de começar a minha vida.

Isso que dá…
Quando se procrastina no domingo, a simples aura da segunda-feira parece infernal.

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VAMOS FUGIR, DESSE LUGAR BABY!

A conversar é recorrente, a dúvida também: se eu sei que posso fazer melhor, por que eu insisto em algo que não faz mais sentido??? Dúvidas profissionais são recorrentes.

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MOLESKINES!

Tudo bem, não deu tempo ainda de mudar nada por aqui…
Mas se tinha algo que eu não poderia deixar de comentar é: eu tenho MOLESKINES.
Os legendários cadernos de Sketchs utilizados por Picasso, Van Gogh, Rembrant… (por um preço digno deles tb).
Agora só nos falta descobrir: com a dó que eu tenho de gastar sulfite chamequinho, quando eu vou conseguir fazer um sketch fuleiro que seja num caderno desses???

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“Você vê uma semente… eu vejo possibilidades!”

(Citando um Disney Movie da década de 1980, que eu não consigo localizar em arquivo algum).

Estou tentando ser bem cuidadosa como o primeiro post de julho.
Pq tudo vai mudar.
Enquanto não estiver pronto, esse é o último.

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