Arquivo para July, 2007
Prima Donna
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on July 30th, 2007
“Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades”
Tudo bem, tenho consciência que boa parte da minha frustração atual está diretamente relacionada ao fato que eu sou uma “PRIMA DONNA” de primeira – e estou na minha atividade de segunda.
Quando se refere a fazer planos de comunicação, preparar o layout do curso, fazer o controle de qualidade, eu sinto vontade de dizer “Se curvem diante a mim idiota” – mas quando o assunto é gerenciar pessoas e necessidades conflitantes… eu tenho mesmo é vontade de pegar uma metralhadora, apontar e dizer “Are you feeling luck, punk!???“
E a situação atual não melhora muito as coisas… O que me deixa mais surpresa é que o caxinhos dourados não percebe a cilada maléfica na qual nos colocaram, e está até feliz com a coisa – politicagens de grandes empresas que em ambientes pequenos se tornam até mais tristes se você tiver alguma percepção.
Mas no fundo eu entendo a suspensão de poderes master nos níveis superiores. Se até eu posso ver como a criança fica feliz quando papai e mamãe vem dizer que não tem bixo papão dentro do armário, imagine papai e mamãe.
Mas eu não gosto de andar para trás.
Se eu estou no meio do mar, numa tempestade, com um caiaque, eu não quero ir para o meio de um lago, com um pedalinho. Eu simplesmente quero uma lancha de corrida.
E também não gosto de ficar escrevendo “em código” só pq o Google é foda na hora de fazer buscas!
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Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
TALENTO
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on July 26th, 2007
Nova linguagem do dinheiro para realização pessoal.
Glória Maria Garcia Pereira.
Editora Futura.
Tudo bem, vocês sempre ficam se perguntando pq eu leio essas coisas. Nesse caso, eu também me pergunto! Esse livro estava vagando sózinho e desamparado na prateleira da Booknalinha (presente do Idort em alguma feira, tem até dedicatória para a Argentina da autora) e eu resolvi dar uma olhada. Falava de dinheiro, coisa que eu realmente preciso aprender a lidar melhor, então resolvi arriscar.
Dentro de minha nova política de “Pick a book, and stick to it until its done” – eu não arreguei no meio da leitura… mesmo quando a autora citava a parábola dos Talentos (que está na Bíblia, for good sakes) como uma antiga lenda. Nem quando ela dizia que quando o super criativo Walt Disney criou o Tio Patinhas (Carl Barks, desenhista e criador de 90% dos patos da Disney, requer seus direitos autorais de volta). Taí algo que sempre me incomoda em grande parte dos livros nacionais… as pessoas vão citando as coisas, sem saber muito ao certo de onde vem. E estando relacionado ou não, as coisas vão atrapalhando a credibilidade do texto para mim.
Fora isso, o livro é ruim! Mas é ruim mesmo! Precisava melhorar muito para eu considerá-lo apenas regular. A autora passa o livro inteiro dizendo como o mundo do dinheiro mudou após Bill Gates (o primeiro Bilionário a fazer fortuna não com meios explorativos como petróleo, carvão etc.). Tudo bem… podemos ir por aí (desconsiderando que o “Vale do Sílicio” não tem esse nome a toa). No entanto, eu não quero passar o livro inteio ouvindo dizer que o mundo mudou, e de dica financeira apenas a diferença entre liquidez, rentabilidade e segurança… ou que devemos estar dispostos a deixar o dinheiro “fluir” – se eu quisesse uma ajuda dessas, eu procurava um livro de Feng Shui.
O que eu estava procurando, era mais uma tática de guerra, do tipo: Ok, ferrou, você é um perdido de grana: então veja o que você pode e não pode fazer para sair do fundo do poço. Dicas de sites que expliquem as regulamentações financeiras, como negociar com as empresas financeiras, elaborar um plano financeiro mais robusto etc… depois de ler esse livro eu fiquei até orgulhosa da minha planilha de fluxo de caixa – e considerando que apenas reeinstalar o Microsoft Money já seria mais proveitoso – mesmo que eu nem chegasse a abrir o programa.
Unh!
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on July 25th, 2007
Meu “Unh!” equivale ao “Duh” do Homer.
A diferença é que meu “Unh!” poderia ser substituído por um “Veja só você, tão simples e eu demorei tanto pra aprender” – então veja você que dizer “Uhn!” é uma economia e tanto…
Existe uma definição da Wikipédia nesse blog (aí abaixo, em algum canto, em inglês) que não está aí por acaso – apesar de não querer dizer nada de significativo. Foi só a constatação que eu sempre tive “School Husbands” – nada mais sério que isso, e eu sempre fiquei me torturando como se fossem as paixões da minha vida. E o problema foi sempre esse – querer transformar em algo mais, algo que já era muito bom… mas não era mais que isso.
Mas agora eu estou “namorando”. E a coisa não é uma tortura como sempre foi.
E o meu “Unh!” vai pra isso mesmo! Como pode ser tão difícil deixar ir o que não existe, e como pode ser tão fácil “perder a graça” do que existe.
E nunca foi tão libertador.
Pq eu tenho consciência que não quero ficar sózinha (a longo prazo).
Mas no momento, estar sózinha é o que há de melhor.
Vá entender as voltas que o mundo dá.
E pq essa sempre foi a música desse relacionamento:
“Although my lover lives in a place that I can’t live
I kind of find I like a life this lonely
It rips and pierces me in places I can’t see
I love the rip of nerves, the rip that wakes me
So I’m dissatisfied, I love dissatisfied
I love to feel there’s always more that I need
So come on home
You’re where you want to be, I’m where I want to be
Caught up chasing everything I’ve ever wanted
I replace you easily, replace pathetically
I flirt with any flighty thing that falls my way
But how I needed you, when I needed you
Let’s not forget we are so strong, so bloody strong
Come on home
Blue light falls upon your perfect skin
Falls, and you draw back again
Falls, and this is how I fell
And I can not forget this
And I can not forget this
Come on home
So come on home
But don’t forget to leave”
Resultados da Modernidade
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on July 22nd, 2007
A work spouse is a co-worker (usually of the opposite sex)[1] with whom one shares a special relationship, having bonds similar to those of a marriage; such as, special confidences, loyalties, shared jokes and experiences, and an unusual degree of honesty or openness. The work spouse is a potentially key relationship when one’s actual spouse or boy/girlfriend is not able to understand the nuances of the workplace. While it is not unusual for the relationship to contain elements of flirtation, this relationship can be threatened rather than enhanced if it becomes sexual.










