Unh!


Meu “Unh!” equivale ao “Duh” do Homer.

A diferença é que meu “Unh!” poderia ser substituído por um “Veja só você, tão simples e eu demorei tanto pra aprender” – então veja você que dizer “Uhn!” é uma economia e tanto…

Existe uma definição da Wikipédia nesse blog (aí abaixo, em algum canto, em inglês) que não está aí por acaso – apesar de não querer dizer nada de significativo. Foi só a constatação que eu sempre tive “School Husbands” – nada mais sério que isso, e eu sempre fiquei me torturando como se fossem as paixões da minha vida. E o problema foi sempre esse – querer transformar em algo mais, algo que já era muito bom… mas não era mais que isso.

Mas agora eu estou “namorando”. E a coisa não é uma tortura como sempre foi.

E o meu “Unh!” vai pra isso mesmo! Como pode ser tão difícil deixar ir o que não existe, e como pode ser tão fácil “perder a graça” do que existe.

E nunca foi tão libertador.
Pq eu tenho consciência que não quero ficar sózinha (a longo prazo).
Mas no momento, estar sózinha é o que há de melhor.
Vá entender as voltas que o mundo dá.

E pq essa sempre foi a música desse relacionamento:

“Although my lover lives in a place that I can’t live
I kind of find I like a life this lonely
It rips and pierces me in places I can’t see
I love the rip of nerves, the rip that wakes me
So I’m dissatisfied, I love dissatisfied
I love to feel there’s always more that I need

So come on home

You’re where you want to be, I’m where I want to be
Caught up chasing everything I’ve ever wanted
I replace you easily, replace pathetically
I flirt with any flighty thing that falls my way

But how I needed you, when I needed you
Let’s not forget we are so strong, so bloody strong

Come on home

Blue light falls upon your perfect skin
Falls, and you draw back again
Falls, and this is how I fell
And I can not forget this
And I can not forget this

Come on home
So come on home
But don’t forget to leave”

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