Archive for August, 2007
CONFIAR DEMAIS, É TER RESPONSABILIDADE DE MENOS.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 14/08/2007
- Como ensinar as pessoas a serem mais seguras?
- Como ensinar as pessoas a serem mais eficientes?
- Como ensinar as pessoas devolverem mais do que lhe foi pedido?
- Como fazer tudo isso, ainda dentro do prazo.
- Como explicar pras pessoas que as coisas tem padrão?
- Como deixar claro princípios de DI?
- Como explicar que as coisas devem ter objetivos?
- Como fazer as pessoas completarem os gaps?
Soco no estomago por ter simplificado o que não era simples.
Soco no estomago por ter começado sem objetivos.
Soco no estomago por não ter estruturado o treinamento.
Soco no estomago por demorar para posicionar o cliente.
Soco no estomago por soco no estomago lhe dá vontade de vomitar.
Não tem como chegar depois das 09h00min.
Não tem como não deixar o pessoal alocado.
Não tem como não priorizar as tarefas.
Não tem como deixar pra depois, não tem.
A verdade não está só no Gin.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 13/08/2007
USER, USER… YOU’RE A LOSER.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 05/08/2007
Os riscos, as surpresas e os choques da filosofia “Just do it”
Dentro dessa história do “pare de pensar à respeito, e comece a fazer algo à respeito” trazida pela máxima “Just do it”, eu resolvi reformular o meu currículo – que não vinha recebido atenção há muito tempo. Afinal de contas, chegou o período de inscrição para os processos seletivos de trainee e hora de começar a espalhar o currículo por aí pra ver se existem mais oportunidades.
Claro que o choque tomou conta de mim. Principalmente pela questão: que diabos eu estou fazendo??? Meu currículo está um lixo, eu não me contrataria nem para a Booknalinha.
Tenho 27 anos… e parei de fazer qualquer curso. O inglês que me resta está lá por efeito de quando eu tinha mais gás e folego, e acabei investindo uma grana na cultura inglesa. Mas o resto dos cursos… não estou muito envolvida na área de comunicação – nem de educação em que trabalho – e muito menos na área administrativa e de marketing (onde eu coleciono uns cursinhos vagabundos).
Então, meio ainda sem saber o que fazer. Eu entrei no site do SEBRAE, da ESPM, do SENAC SP e da Quanta – tentando ter uma luz sobre o que fazer da vida. E tirando o embrulho no estômago, a vontade de vomitar (será que eu descobri o que é a Matrix? rsrs) – eu não sei o que fazer. Tantas possibilidades, tantos becos sem saída. Sair na inércia é algo muito complicado sem saber para onde você quer ir… e eu não sei.
Por hora, eu estou tão afogada em dívidas, em tarefas, em compromissos e em relacionamentos (um só que vale por vários) que eu não sei como colocar o máximo de coisas possível, nesse tempo e verba limitado que tenho e sair do marasmo. Não sei se saio por aí assistindo palestras, se me matrículo num curso, se me conformo que a coisa está feia, abaixo a cabeça e só me concentro no meu TCC e em passar os dias no trabalho.
Ok, ainda no JUST DO IT.
… mas O QUE???
IF YOU HAVE TO DO IT, SO DO IT.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 05/08/2007
Eu estava procurando por um logo da Nike da época da campanha “JUST DO IT” – precisava de um “logo animador” para mim, procurei um “JUST DO IT” clássico e pretendia acrescentar um “PLEASE” em baixo.
Algum tempo pesquisando no Google, e você pode perceber que quando a idéia é sacanear – o pessoal fica extremamente criativo.
Mas voltando a minha discussão do “JUST DO IT”… Estou com a campanha da Nike na cabeça simplesmente pq eu não quero pensar, quero fazer.
Por algum motivo, eu estou muito irritada sem estar. Não estou soltando farpas, não estou dando patadas… mas estou com o nível de atenção nas minhas xurumelas e nos outros em geral em nível muito baixo.
Não estou com paciência para conversa. Não estou com paciência para me dizer que eu vou tentar isso, daquela forma, de certa maneira… não estou.
Não estou com paciência de ir ao ponto. De escutar ladainhas corporativas. De propostas eternas pra fazer as pessoas voltarem. Desse vai e volta e cabide de emprego.
Não estou com paciência de ir ao cinema. De enfrentar fila no caixa, de enfrentar fila na Bomboniere, de enfrentar fila para entrar na sala etc.
Deve ser algo do inferno astral – ou o simples fato que uma idade assustadora de 27 anos está chegando. E eu estou esperando sei lá o que para fazer algo que me agrade.
E pq estou esperando?
Quer desenhar? Então desenha! Quer escrever? Então escreva! Quer emagrecer? Então fecha a boca e vai fazer exercício! Quer terminar o TCC? Então vai estudar! Que no final das contas, toda essa conversa – inclusive essa – de que “o que será que vai acontecer” etc, não leva a absolutamente nada.
Eu pensei, pensei, pensei. Foi efeito do chefe direto ter vindo da Espanha e tentado me fazer pensar… E eu pensei. Mas o resultado de pensar tanto, deve ter tido provavelmente o resultado contrário ao que ele esperava.
Primeiro pq deixou claro que a “relação paterna” corre para os dois lados… e não importa o que que faça, ainda vou ter que aguentar essa história de “jovem padawã”. Segundo pq ele não vê o que acontece, e sim o que ele acredita que acontece. E terceiro, pq eu tive a comprovação final de que: quando você abre a mão de algo pelo trabalho… você realmente abre mão… Não adianta esperar nenhuma forma de “consideração” por conta disso – tudo bem, descobri América.
(E mesmo você passando pelo mesmo, ainda tem que encontrar uma forma de convencer os outros que esses são motivos imaginários, rsrs).
E isso quer dizer que eu tenho arranjar outro emprego? Não necessáriamente. Boa parte desses “ai, ai, ai, caramba” são partes inerentes da atividade remunerada (caso contrário, expressões artísticas como “Dilbert”, “The Office” etc. não seriam tão famosas). Isso só quer dizer que: a responsabilidade é minha – se eu estou achando que estou ganhando pouco, e o salário é fundamental para mim, eu tenho que procurar outro emprego… não posso ficar me frustrando com a falta de reconhecimento atual – isso não vai mudar. E nem é o caso de encontrar um lugar que “reconheça” – é o caso de encontrar um lugar disposto a pagar mais por aquilo que você sabe.
Boa parte das minhas frustrações estavam relacionadas a acreditar que eu assumiria o meu cargo de gerência, e conforme eu conseguisse me estabilizar na função, eu conseguiria negociar melhores valores, mais responsabilidades, novas atividades etc… E isso não vai acontecer (por esses e outros motivos já relacionados).
É confuso explicar o que eu quero explicar. Mais fácil dizer que a verdade me libertou – não é uma questão de dizer que estou decepcionada, que descobri que as nuvens não eram de algodão – ou em que outro lugar serão – mas de decidir o que é mais inportante para mim e onde eu quero chegar. Se dinheiro é o mais importante: tenho que encontrar uma atividade na qual meu trabalho tenha um valor melhor. Se o mais importante é ter tempo para fazer atividade aleatórias, então tenho que procurar um lugar que isso funcione. O que não adianta, é dar o sangue acreditanto que o retorno será mais responsabilidade e autonomia para deixar as condições de trabalho da maneira que eu gostaria – pq isso não vai acontecer.
Tudo bem… Foi uma ficha lenta para cair.
Mais caiu.
E agora como o chefe queria, eu estou um pouquinho mais profissional…
Mas um pocão menos comprometida.
Por isso, JUST DO IT.
Não pense a respeito… faça, até que a paciência se reestabeleça.
Que você volte a ter vontade de se divertir com os amigos.
Que as coisas façam algum sentido…
* E por mais que o chefe tb tenha um ponto bom: eu preciso vencer a barreira das pessoas (pq isso vai atrapalhar e ajudar em tudo na vida), estou bem mais receptiva ao fato de que isso tem que ser trabalhado aos poucos… Existe um desenvolvimento natural de uma atitude humilde e colaborativa de verdade:
- Estágio 01: vc não sabe nada, e não se acha melhor que ninguém, e valoriza os outros ==> YOU’RE A LOOSER.
- Estágio 02: vc sabe alguma coisa, e começa a se achar melhor que os outros ==> VOCÊ É UM BOSTA.
- Estágio 03: vc sabe muito, se acha melhor que todo mundo, e não valoriza ninguém ==> VOCÊ É ESTRELA.
- Estágio 04: vc sabe muito, acha que há muito que aprender, e valoriza a contribuição de todos ==> Você é sábio (e a possibilidade que morra cedo é alta).
Só que eu não sou uma estrela para poder ser sábia em breve… em alguns aspectos eu sou uma looser, em outros um bosta… não dá para pular fases.
******
Ok.
Vou parando por aqui, que aqui eu já pensei no gancho para outro post que eu disse que escreveria um dia e ainda não escrevi.
Where are YU???
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 05/08/2007
Poesias Roubadas.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 04/08/2007
Esse deve ser o resultado de algum roubo de poesias vindo direto do blog da Fabi, que eu fiz algum dia para utilizar no futuro… mas pq ficamos guardando as coisas para usar no futuro??? Vá lá então.
AS SEM-RAZÕES DO AMOR
Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
DILBERT
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 02/08/2007
Contribuição Spam-ódica da Gleici
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 02/08/2007
Lular . [Do analfabeto Lula]: Verbo totalmente irregular de estranha conjugação. 1. Ocultar ou encobrir com astúcia e safadeza; disfarçar com a maior cara de pau e cinismo. 2. Não dar a perceber, apesar de ululantes e genuínas evidências; calar. 3. Fingir, simular inocência angelical. 4. Usar de dissimulação; proceder com fingimento, hipocrisia. 5. Ocultar-se, esconder-se, fugir da resposta. 6. Tirar o dele da reta, atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu). 7. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos das pessoas. 8. Fraudar, iludir 9. Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios. 10. Voar com dinheiro alheio.
EU NÃO QUERO SER HUMANA.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 01/08/2007
Não quero mais ser humana. Quero ser outra coisa. Outra coisa ainda indefinida… Que não esteja sujeita aos sentimentos baixos e complexos da maioria.
Simplesmente pra você não dar de cara com algumas coisas:
- Que ama um, mas está apaixonada por outro.
- Que a rotina e a carência corróem o que há.
- Que você aprende a relevar a ausência até que um dia… Não se importa mais.
No final de agosto vamos viajar juntos – mas eu não sei mais o que esperar. No momento – o bizarro, do bizarro, do bizarro acontece: relacionamentos se tornaram um item supérfluo.
Talvez pq eu tenha reencontrado uma simples pessoa: eu. E tenha conseguido me conformar com um fato: eu sou uma Nerd Workahoolic… O que significa que eu gosto de estar estudando, trabalhando, aprendendo, fazendo… E simplesmente não estou pra baladas, points, reuniões, aniversários etc.
O balanço finalmente está completo. Eu não sinto mais que preciso compensar uma adolescência menos “vivida”.
Unh! – Mais uma para a série. Estou por demais introspectiva – apesar de estar calma, relaxada, otimista. Mas meu funcionamento em ondas me diz que quando tudo está muito calmo, é pq vêm ondas altas por aí. Em breve eu começarei a despirocar externamente… mas qual caminho o tsunami vai escolher:
- Revigorar meus votos?
- Apostar em novos sentimento?
- Fugir pra praia e vender côco?
****
“I said my heart,
it don’t beat,
it don’t beat the way it used to
and my eyes don’t recognize you no more.
And my lips, they don’t kiss,
they don’t kiss the way they used to,
and my eyes don’t recognize you no more.
For reasons unknown.”




