Archive for February, 2008
Dorzinha cretina.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 21/02/2008

dor de cabeça
Upload feito originalmente por sofiacavaco
Desde a tarde de ontem, estou com uma dor de cabeça latente…
O que isso tem de mais?
EU NUNCA TENHO DOR DE CABEÇA.
Bem, nunca é um exagero – se fosse nunca, esse seria um momento excepcional. Mas de fato, eu praticamente não tenho dor de cabeça…
Maus hábitos recém adquiridos podem ser a resposta, por exemplo: ingestão excessiva de café – ontem em especial, do meu café (que deixa qualquer expresso se considerando chá). Remédio nesse caso, só sal de fruta… Mas estou tentando cortar esse hábito também.
Isso nos deixa com um dia de trabalho bem promissor… ui, ui.
Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull Teaser HD
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 20/02/2008
Pra mim, esse ano, esse é o único lançamento que realmente importa.
CASTELOS DE AREIA
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 20/02/2008

warning!! || cuidado!!
Upload feito originalmente por Ei! Kumpel
De todas as coisas que eu procrastino, existe uma com a qual eu estou muito bem em estar procrastinando: DEKANUN Design de Informação.
Nessa de acompanhar muitos blogs internacionais e nacionais, você acha muitas pérolas… mas também acha muitos copycats (Copycats são imitadores, principalmente em linguagem “policial” – como assassinos que copiam técnicas de serial killers para sair ilesos de acusações).
Hoje mesmo, estava lendo um post de um blog nacional no meu feed – nomes e endereços seriam indelicados – o fato é que o cara tem um blog pessoal, e um blog profissional. No profissional, as dicas pegam muito dos livros pops do momento (por exemplo, o “The 4-Hour Workweek”) e no pessoal são sempre versões mais compactadas do Zen Habits, do Lifehack e do Copyblogger.
Assim é fácil… E quem não conhece a referência fica achando que o cara é supercriativo (assim como eu já ouvi gente dizendo que “A Ilha” é um filme muito criativo… pobre ser sem leituras ou referências cinematográficas).
Pode me chamar de antiquada, mas eu ainda acredito em conteúdo único – o que pode parecer ambíguo se você levar em consideração o meu post sobre o exagero na definição de direito de uso e autorais. É claro que você não pode separar você mesmo das referências que tem. Por isso mesmo sempre achei idiota essa conversa de “cultura brasileira”. Eu passei boa parte da minha infância assistindo sessão da tarde, pica-pau e pernalonga… Vou renegar que essa foi minha experiência inicial de cultura, só pra vender que o “Saci que é legal”? Claro que não…
Essas experiências criam filtros sobre os quais você lê o mundo (alguém corporativo diria “paradigmas”, mas estou tentando cortar os maus hábitos), então eu jamais poderia escrever de produtividade e organização como num Copyblogger ou num Zen Habits, pq eu não tenho toda uma cultura protestante martelando minha cabeça (e aqui eu coloco um offtopic: pq todo evangélico acha que é protestante? Vá entender!) – mesmo os dois autores não sendo dessa convicção.
Se eu fosse falar de produtividade, tinha que colocar muito de mim… falar num contexto onde todos deixam tudo para a última hora e há uma certa indolência quanto ao que “deve” ser feito. Eu gosto tanto do Copyblogger, do Zen Habits, do Lifehack, do Dumb Litle Man exatamente pq eles falam dentro de uma cultura que eu compreendo (agradeça a sessão da tarde) embora esteja muito distante do que eu vivencio.
Agora quando eu vejo blogs nacionais tentando alavancar audiência com conteúdo passado a limpo, eu fico triste… tão triste quanto quando vejo a Ana Carolina e o monte de versões que ela regrava, ou referências de filmes mais off-main-stream nas novelas (como eu costumo só ver, a exemplo da Yumi, o primeiro e o último capítulo, a referência mais recente é uma das outras que terminou no último capítulo chupando “Os produtores” até o osso).
E é por isso que não fico triste por ainda estar tentando encontrar o foco do meu blog profissional. Não quero oferecer tutoriais traduzidos do PSDtuts enquanto a maioria que procura tutoriais do photoshop no Brasil ainda tem dificuldades de compreender o conceito de layers. Ou oferecer dicas de administração profissional para freelancers como o Freelance Switch, enquanto a gente ainda tem dificuldades de agir como uma empresa quando está por conta própria. Não é uma questão de apologia ao subdesenvolvimento – é uma questão de contexto, agir primeiro nas fundações dos problemas.
Mas o que estou falando não é mesmo!? Esse é o país do PROUNI, quando as pessoas chegam na oitava série escrevendo “pessoa” com “ç”.
DREAMS
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 18/02/2008
Um quarto filme seria uma bomba.
Isso eu nem discuto, pq se o 03 já foi feio com elenco multimilionário, imagine na versão “Como fazer X-men mais interessante que Heroes, por 10% do preço”.
Na minha escalação de sonhos de X-men, o Wolverine seria o Hugh Jackman mesmo… No entanto:
- A Tempestada seria a Vanessa Williams
- A Vampira seria a Amanda Peet
- O Ciclope seria o Guy Pearce (nos tempos de “Los Angeles Cidade Proibida” e “Amnésia”, que hoje em dia parece que devido a muitas escolhas infelizes de papéis ele não se alimenta faz tempo)
(Professor Xavier a gente nem discute, pq como diz o Diego, quando o Patrick Stewart nasceu, a mãe dele olhou e disse: “vai fazer o Professor Xavier, Jean Luc.”).
Mas eu sempre tive um problema gigantesco em decidir sobre o Gambit… ninguém parecia bom o suficiente… até eu ver isso:
É, é preciso acreditar na vida… Ela sempre lhe oferece momentos em que podem superar todos os seus sonhos… Nessa eu nem consegui pensar – e olha que depois que o Guy Pearce ficou estranho, eu já pensava até em colocar o Mathew Fox de Ciclope – pq vai dizer que o Dr. Jack de Lost não é um pé no saco tão grande quanto o Ciclope no X-men?
…
Mas infelizmente, os rumores são que o Gambit vai realmente aparecer no filme do Wolverine… Só que será interpretado por esse daqui:
É… só posso dizer o mesmo que disse sobre o resto do elenco original:
Blargh!
DESEJOS E DEMÔNIOS.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 17/02/2008

Estudos 2004
Upload feito originalmente por Prix Dekanun
Esse é um trabalho bem significativo para mim. Ele é um dos únicos frutos (em um conjunto de 02) das minhas aulas de pintura, em uma optativa de artes plásticas que comecei em 2004 e não terminei – metade pela greve, metade por motivos aleatórios.
Depois que comecei a colocar os meus trabalhos no Flickr, ficou muito mais fácil perceber alguns “Gaps” – existem anos com uma produção que, senão ideal, pelo menos deixa claro que eu investi um bom tempo em desenhar.
Em outros, a produção está quase ou completamente zerada – e embora eu saiba que em alguns casos em um rompante de raiva eu rasguei muita coisa e joguei fora, eu sei que não foi só isso.
Nessa aula de Artes Plásticas em 2004 por exemplo, eu tive que lidar com uma série de demônios – e eles ganharam. Digamos que pra variar, eu não estava muito feliz com o meu trabalho, e como eu sempre vivi essa indecisão “Publicidade – Jornalismo – Artes Plásticas”, então dar de cara com a aula, completamente travada e sem prática me assustou demais.
Parei de ir na aula definitivamente por conta da greve. Mas já havia parado de ir pelo menos um mês antes… na maioria dos dias, eu chegava cedo para a aula… E então não tinha coragem de entrar. E então prometia pra mim que iria começar a praticar mais, e que na próxima semana entraria na aula… mas não entrava.
Muito do que eu passei lá – esse sentimento sufocante de paralisia por medo de falhar – foi o motor do que gerou o Zen Habits. Muito do que eu passei por lá foi o que me fez fazer Design Gráfico no KK. E atualmente, toda vez que abro meu sketch book, são nessas aulas que eu penso.
Como diria a capa do meu primeiro sketchbook (que estragou de tanto que eu guardei sem coragem de usá-lo):
ILEGITIMI NON CARBORUNDUM
(Numa tradução bem livre: Não deixe os bastardos te colocarem para baixo).
TARDE DEMAIS… E DÁ VERGONHA.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 16/02/2008

2007_10_06
Upload feito originalmente por Prix Dekanun
O Feedburner não me ama… E não me deixa amá-lo. Eu continuo com a minha mania de achar que o botão “Publicar” é a melhor maneira de revisar um texto… E eu só reviso, depois de publicado, no próprio blog.
O Feedburner não perdoa isso: toda vez que eu esqueço de revisar o texto antes, ele distribui o Feed daquele post mais rápido que o Superman troca de roupa… O post anterior foi mais um caso…
E por mais que eu acabe corrigindo o texto no próprio blog, a distribuição do feed vai incorreta – isso me irrita. Ainda acho que esse tipo de serviço deveria funcionar como o fórum do Moodle: deixar 30 minutos de janela para eventuais correções.
Enquanto isso não acontece, só posso pedir desculpas aos leitores… Estou sensível em relação a ortografia ultimamente.
SÉRIE “ESTRESSES DE UMA FREELANCER” – Capítulo 01: Os “Amigos Oportunidades”.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 16/02/2008

Dave Bets
Upload feito originalmente por locusolus
Enfrento os estresses iniciais de uma vida freelancer – eles são vários. O mais odioso são os “amigos oportunidades”. Um verdadeiro “amigo oportunidade” é aquele que, assim como você, está sem um tostão e quer ganhar alguns. E ele sempre acha que vocês podem aproveitar e combinar o conhecimento dos dois e fazer fortunas. Na minha área de conhecimento e execução, são aquelas pessoas que sabem que eu mexo com Ensino à Distância, com Design e Redação… então elas sempre detém algum conhecimento que todo mundo estará louco para obter assim que eu o transformar em um curso, ou algum negócio maravilhoso que precisa de algum material promocional e um site, ou então elas tem idéias maravilhosas que apenas não conseguem passar para o papel.
E eu realmente acredito que elas realmentem tenham todas essas idéias. Só existem algumas “pontas soltas” nessas questões.
01 – Elas não pagam para ver. Acredito que quando Henry Ford começou a produzir carros, ninguém acreditasse que aquela idéia ia a lugar algum – mesmo sendo uma idéia maravilhosa. Mesmo assim, eu dúvido que ele tenha ido procurar algum engenheiro com a conversa “Então, eu tenho uma idéia maravilhosa: vamos fazer carroças motorizadas que não precisem de cavalos”. Você pode argumentar que o engenheiro que não tivesse aceito essa proposta, provavelmente estaria se mordendo até hoje – mas esse é um caso extremo. Por definição as pessoas trabalham por dinheiro, para pagar as contas. O trabalho pode até envolver o bônus da satisfação… mas é completamente limitado e odioso, alguém propor a outra pessoa “Acredite no meu sonho, E SE tudo der certo, vamos ganhar uma bolada”.
- Primeiro, porquê passa o cheque que você acha que a outra pessoa não tem nada melhor pra fazer com o tempo dela do que trabalhar na sua maravilhosa idéia. E se for pra eu trabalhar sem garantia de retorno, eu prefiro trabalhar nas minhas idéias né… sabe como é, o velho “se eu tiver que engolir o sapo, tenho que saber melhor por quê!”.
- Segundo, porquê passa o cheque que a sua idéia é uma furada. Não adianta argumentar – com raríssimas exceções como o caso acima, boas idéias sempre conseguem financiamento. Ou você junta o suficiente para efetivamente pagar profissionais que a executem (realmente acreditando que teve uma boa idéia) ou convence alguém a entrar com a grana… Agora se você não conseguiu nenhum dos dois, porque espera que eu ofereça o meu bem mais precioso, “tempo de vida”?
- Terceiro, E MAIS IMPORTANTE, não se produz sem clientes. Você pode ter idéias maravilhosas, mas a seqüência exata de execução é a seguinte: idéia > venda > execução. Se você tem o dinheiro, e a fé, pode alterar a seqüência para idéia > execução > venda. Mas veja que, aqui novamente o ponto é o seguinte: VOCÊ BANCA.
02. Elas tem idéias baseadas em “PERSONAS”. Estou passando por isso com um cliente no momento. Estamos desenvolvendo um curso para pessoas na casa dos 40anos. E meu cliente acredita na “Persona de 40 anos”. Mas o que são personas? Resumidamente, Personas são concepções de público não verificadas na prática, por exemplo, você sabe que 99,99% da população brasileira não sabe falar Javanês – então tem a idéia genial de criar um centro de cultura para o ensino da lingua javaneza… A única questão aqui é: você realmente sabe se essa estatística se dá pela falta de oportunidade de treinamento? Acreditando nisso, voce pode ignorar um simples fato: as pessoas não tem interesse nesse conhecimento. E isso é muito comum na área de comunicação e design. A pessoa vê que o público alvo tem 40 anos ou mais, e ignora que há uma diferença básica, por exemplo, entre um advogado de 45 anos e um trabalhador com primeiro grau e 45 anos. Na área de cursos isso acontece mais do que qualquer outra coisa… é gente querendo colocar cor e elementos gigantes e piscantes para público objetivo e focado na leitura, e gente oferecendo apostila eletrônica para quem perde a linha de raciocínio no tempo da abertura do Jornal Nacional.
03 – Elas vêm do meio acadêmico: muita metodologia, pouca aplicação. Pelas propostas que tenho ouvido nos últimos anos, muito antes de estar de freelancer, posso fazer uma generalização: o problema aqui á acadêmia. O maior número de propostas sem noção vêm das pessoas relacionadas a pesquisas científicas de todos os gêneros… Isso também é resultado dos contatos de anos na Booknalinha. Por isso que eu digo que no dia que um filho meu me disser que entrou na iniciação científica, morreu pra mim! rsrs. Esse pessoal ainda acredita na ratoeira mágica. Para os não iniciados em Kotler, é a “lenda” de que o único componente fundamental para o sucesso de uma empresa é qualidade intrínsica do produto… e que a única preocupação fundamental é fazer a “ratoeira perfeita” e que então as pessoas vão bater na sua porta desesperados em busca daquele produto.
Atualmente eu desenvolvi um método de separar o joio do trigo nos meus contatos “acadêmicos”: arranjo sempre um jeito de falar do sucesso do McDonalds e do Google… Normalmente essas pessoas com projetos “uma mão lava a outra” (e que ignoram que se uma mão lava a outra as duas acabam “limpas”) -tem sempre uma dificuldade tremenda em entender o sucesso do McDonalds e do Google… Elas sempre acham que o Mc vende sanduíches gostosos ou isopor (mas ignoram que o que ele vende mesmo é uma comida de sabor confiável, pronta em alguns minutos) e ficam se perguntando como o Google ganha dinheiro com serviços gratuitos – ou adoram dizer que ele vai quebrar na próxima segunda-feira.
Seja como for, o importante é ressaltar isso: freelancers não procuram trabalho, procuram dinheiro. Se ninguém me procurasse nunca mais para executar tarefa alguma, eu conseguiria trabalho suficiente até o final da minha vida… poderia ser em projetos pessoais, pro bono ou voluntário mesmo. Já dinheiro e remuneração adequada, é outra coisa.
Nesses momentos eu gostaria de lembrar que, quem trabalha baseado na “Fé” e o amigo católico. Eu, ainda estou muito mais para o personagem do Cuba Godding Jr. em Jerry McGuire: SHOW ME THE MONEY. Eu sei que em terras brasileiras, é quase uma ofensa social dizer que se trabalha por dinheiro – mas de uns tempos para cá, eu tenho certeza que eu trabalho para isso. Satisfação fica para a vida pessoal, ou é bônus de trabalho – que toda vez que você se mete em algo por que “gosta do pessoal”, “gosta do clima da empresa” e “um dia tudo vai dar certo e eu vou ter o que é meu”, o resultado é invariavelmente o mesmo: contas no vermelho, ressentimentos, decepção e depressão.
SABE O QUE É BOM PRA COLOCAR AS COISAS PRA FORA? SACO DE LIXO…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 14/02/2008

??????
Upload feito originalmente por Môsieur J.
Pessoal, é com muito orgulho que eu digo que, com quase 02 anos no ar, esse blog se aproxima de sua postagem de número 500. O que há demais com o número 500? Nada, eu só gosto de números grandes mesmo. No antigo blog pessoal (Vanishing Point) essa estatística nunca foi possível… o Blogger da Globo tem maneiras precárias de acompanhar o histórico – não, não tenho nenhuma perseguição com a Globo em andamento.
No entanto, mais uma vez eu sinto uma mudança de tom chegando. E embora eu goste dessa possibilidade de me abrir por aqui – mais que mala velha, como diria uma amiga – isso aqui não é plataforma para colocar as coisas para fora… bom lugar para colocar as coisas para fora é saco de lixo.
Por isso, vou tirar um breve recesso até domingo – talvez rolem posts aleatórios até lá, mas os mais consistentes só depois disso. A idéia não é mudar o tom pessoal… apenas deixar mais colorido, mais engraçado (leia sarcástico) quando for o caso, e mais dramático quando for necessário – simplesmente, porque me dizem as fontes que o colorido que eu coloco nos “causos” ao vivo são o ponto forte dos meus relatos (a insenção eu deixo para se fizer uma segunda faculdade em jornalismo… e mesmo assim, como todo jornalista, eu só vou dizer que sou insenta… mesmo no texto mais orientado possível, rsrs).
Já que vamos ser “pessoais” por aqui, e segundo o Feedburner uma média de 10 pessoas diariamente me dão o presente de sua atenção, em retribuição se eu puder lhe dar um sorriso ou deixar com uma interrogação perturbadora, meu trabalho estará feito.
Mais números e questões:
- Segundo o Tecnorati, esse blog tem autoridade 6 (é apenas uma criança) e é o blog de número 1,212,405 no rank dos mais lidos. O próprio Tecnorati informa que rastreia uma média de 120.000.000 – o que faz desse blog parte dos 10% mais lidos no mundo… e é aí que vem minha questão: se esse faz parte dos 10% mais lidos, os 10% menos lidos por acaso tem número negativo de leitores?
- Não faz parte dos sonhos fazer parte do top 100 do Technorati (afinal de contas para isso seria, no mínimo, preciso escrever esse blog em inglês), mas entre os blogs relacionados no box “Blogs Valiosos” encontram-se 06 dos 100 mais… Então se quiser ler algo MUITO, MUITO, MUITO bom, melhor contar com eles que comigo – não vamos enganar a audiência também não é?
- Mais uma vez, como boa – ou quase – Designer Gráfica, eu me encontro acordada próximo as 02 da manhã… um dia eu vou ter que colocar esse relógio biológico em dia.
PROMISES ARE PROMISES… and they suck!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 14/02/2008

Promises Suck – 13/02/2008
Upload feito originalmente por Prix Dekanun
“Sempre faça sóbrio aquilo que disse que faria quando estava embriagado.
Isso lhe ensinará a manter a boca fechada.”
Ernest Hemingway
De volta a Outubro passado, o mês em que eu cometi uma grande besteira. Eu entrei no October Challenge com a idéia de criar o hábito de desenhar (ou pelo menos rabiscar) uma folha diariamente, e me comprometi com a seguinte idéia: tudo que fosse feito no caderno de sketchs deve ficar online eventualmente.
A idéia não era mostrar “olha que bonito que eu fiz” – principalmente porque esse resultado seria difícil… A idéia era exatamente a oposta: parar de me importar com a eventual opinião alheia.
Nesse caso, sempre me vem à cabeça um “causo” com a Cristiane durante o colégio (é tão bom não estar mais no meio corporativo e não ter que dizer o enfadonho “case”). Nós podíamos escolher que modalidade de educação artística gostaríamos de fazer na escola: plásticas, cênicas ou música… Cristiane escolheu música. Na primeira aula, o professor perguntou quem já tocava algum instrumento… Ela disse que tocava violão. O professor ficou entusiasmado e perguntou “E há quanto tempo você toca” – ao que ela respondeu feliz “Dois anos”. “Que ótimo! E e pra quem você costuma tocar??” – “No meu quarto, pra mim oras!” foi a resposta.
Tomei algumas liberdades artísticas aqui, pela lembrança dos relatos da Cristiane – no dia eu estava muito ocupada na sala de plásticas tentando desenhar uma memória de infância (professores de educação artística conseguem me tirar do sério). Mas o fato é que eu sei que essa história tocou fundo a Cris – e até por isso ela foi relatada… Depois disso ela voltou para as aulas de violão, mesmo com medo de passar vergonha foi tocar no grupo da igreja, tocou em aniversários (no meu mais especificamente – o que prova que meu violão realmente funciona) e até em seminários de discussão sobre o aborto (esse é um caso clássico de golpe-hippie-escolar que deve ficar para outro post). Mas o fato é que naquele momento, diante da sua resposta frágil, tímida e infantil, ela decidiu fazer algo a respeito.
Essa história sempre me tocou fundo também. Essa síndrome de George McFly sempre me acompanha… Provavelmente você já seguiu por aqui diversas discussões se continuo nesse caminho profissional que executo direito mais sem paixão, ou se saio por aí escrevendo e desenhando… Mas o fato é: fora esse blog, você nunca leu nada escrito por mim e se já acompanhou meus desenhos, sabe que a decisão implica um grande esforço de desenvolvimento até um nível profissional.
Embora pensando bem a melhor declaração seria “E daí?”, ainda não é fácil… em dias como hoje, em que a produção é ridícula, que você olha para o desenho e tem vontade de arrancar do caderno e fazer de conta que aquilo nunca aconteceu, é que essa resolução de “não ligar para o opinião alheia” é realmente dolorosa… Principalmente por que eu costumo ser o réu, o promotor, o juri e o juiz do meu próprio desempenho… e eu sou pior que o Juiz Dredd.
Nesses momentos eu tento me apoiar no temido “Promessas são promessas”, acreditar que toda produção é um passo no caminho do desenvolvimento… Mas nem tão no fundo, sinto que poderia ganhar um Golden Idol pelo meu desempenho, e me juntar aqueles participantes do American Idol, sem talento e sem família e amigos pra lhes confirmar isso, que insistem em fazer teste e ainda escolhem músicas do Elvis ou do Fred Mercury – além de tudo, a modéstia passou longe.
Acho que faz parte da maldição de saber que, assim como eles, se você me dissesse sinceramente para eu procurar uma profissão que dê dinheiro e esquecer essas coisas que podem ser no máximo hobbies, eu nunca conseguiria deixar para trás… Mas o que é algo que você não consegue deixar para trás, e você não compra a batalha de ir para frente?
Você sabe que você é um Designer Gráfico quando…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 12/02/2008
Hoje eu li uma lista fantástica no Creative Curio (http://creativecurio.com/), sobre as indicações sobre se você é um Design Gráfico. A maioria, tocou fundo no coração – as que seguem, já traduzidas, são aquelas que tocaram mais fundo e que eu acho que podem ser compreendidas pela maioria das pessoas normais que não se enquadram no caso.
- Seus amigos e família não assistem filmes ou TV com você porque você faz muitos comentários sobre a iluminação pobre e a má composição.
- Você é completamente imune a propaganda subliminar.
- Sua mão está constantemente travada no formato do mouse.
- Quando você está no sol você constantemente procura por um “Drop Shadow” pra sentar debaixo (só pra photoshopers).
- Você compra um CD, DVD ou livro pela arte, mesmo que você não tenha a mínima idéia de como a música, filme ou história é. E pior, você na verdade não assiste, escuta ou lê:você apenas os encara por horas e os abraça em completa adoração.
- Você mantém um sistema de diagramação para os seus imãs de geladeira.
- Você senta para trabalhar por 08 horas direto apenas olhando para o seu monitor, esperando por uma faísca de inspiração que não vem.
- Cmd+Z (pra mim Ctrl+Z) é a primeira coisa que vem a sua cabeça quando você quebra algo.
- Você sabe Lorem Ipsum decor.
E o mais preciso de todos…
- Você olha para o relógio e vê que é quase meia noite e pensa “eu vou pra cama agora”… e na verdade vai pra cama por volta das duas da manhã.




