
A Pixar desafia as estatísticas: nem a própria Disney em seus anos de ouro foi capaz de fazer tantos desenhos fantásticos na sequência. Não importa o quanto a princípio os trailers e o assunto principal te interessam – na verdade, é até melhor quando não interessam nenhum pouco: ela é sempre fantástica.
A falta de interesse que eu tinha por “WallE” não foi superada nem pela falta de interessa que eu tinha por “Carros”. E em ambos os casos eu sempre me vejo saindo do cinema em poses de veneração dizendo para mim mesma “Eu não sou digna”, rsrs.
É tudo muito bom:
- O curta de animação pré-desenho, característico da Pixar, é de longe digno dos desenhos clássicos da Warner (Looney Tunes na veia) e capaz de envergonhar todas as tentativas de executivos do século XXI em repaginar os antigos personagens – o espírito desses desenhos está lá, sem a necessidade de mudar o visual de um personagem existente.
- O desenho é fantástico.
- Os créditos do desenho são ainda melhores! Uma sacada incrível.
Sim, eu amei o desenho. Ainda mais porque consegui esquecer completamente durante todo o tempo do casal de pais idiotas ao meu lado, o grupinho metido a analisar texturas e iluminação nas minhas costas e fato de que eu sala Disney no Santa Cruz é sempre um pé no saco.









