Archive for July, 2008
ATENDIMENTOS E EU…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 31/07/2008
Comentário publicado na Livraria Cultura Online
Priscilla de Carvalho Nunes / Data: 28/7/2008
Conceito do leitor: 



O melhor sketchbook que você vai encontrar.
Ótimo sketchbook, ótima qualidade e muito melhor agora que podemos encontrá-lo na Cultura. Minha única crítica é: lugar para etiqueta RFID não é no meio das páginas de um caderno de quase 50 reais. Fico imaginando o que vou fazer quando chegar na página etiquetada.
E-mail recebido do atendimento
Prezada Priscila,
Agradecemos a oportunidade.
Informamos que tentamos contato telefonico, porem nao obtivemos
sucesso.
Pedimos a gentileza de esclarecer o que seria a etiqueta RFID,
pois caso seja a faixa que envolve o produto, podemos remove-la.
Cordialmente,
LIVRARIA CULTURA
Monica Galdino / Depto de Compras
mgsilva@livrariacultura.com.br
(11) 3474-4033
Resposta dada
Olá Monica,
Agradeço muito a atenção!
A etiqueta RFID é a etiqueta inteligente que vocês colocam em livros e cadernos (mandei uma imagem em anexo com uma delas).
Normalmente, elas são colocadas na contracapa – o que não causa problemas além de bipar em outras lojas com o mesmo sistema (por exemplo na C&A, eu sempre bipo na entrada e na saída quando tenho um livro da Cultura na bolsa). No caso dos Moleskines no entanto, elas foram colocadas numa página do próprio caderno, bem antes do final – o que inviabiliza desenhar nessa página, ou retirar a página, já que os moleskines são encadernados a mão.
O único problema mesmo, é que esse tipo de etiqueta uma vez colocada, não sai do livro/caderno nem com exorcismo, rsrs.
Mais uma vez, muito obrigada pela atenção.
Priscilla.
Considerações
Muito simpática a Livraria Cultura, adorei a atenção mas… perguntar que etiqueta é essa, foi mau. Podia ter corrido no setor de informática… a última vez que fui lá vi três livros sobre o assunto – e todos muito bem etiquetados.
P… o quê? Qual o seu partido político?
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 31/07/2008
Dominando o domínio, novamente…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 30/07/2008
Foi rápida a solução paliativa, e a Dekanun está no ar novamente.
Em breve, corro o risco dela sair do ar mais uma vez – mas de maneira breve – porém não perco o site (vou guardar os detalhes técnicos para mim).
Mas o envio e recebimento de e-mails já voltou ao normal.
Obrigado pela paciência.
P*** da Vida.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 29/07/2008

17_12_2007
Upload feito originalmente por Prix Dekanun
Se você acha que me viu “P” da vida, não faz idéia…
O pior não é quando eu estou “P” da vida e você percebe…
O pior é quando você não percebe… ou acha que estou “levemente P da vida”…
A raiva contida é a pior de todas!
E hoje, ela já atravessou os limites da Via láctea!
DEKANUN fora do ar…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 28/07/2008
Devido à transferência de hospedagem, a Dekanun (e em conseqüência o meu e-mail mais amado, o prix@dekanun.com) vai estar fora do ar durante toda a semana – caso necessite entrar em contato: use o bom e velho “Gmail”.
O FINAL DE SEMANA QUE NÃO FOI COMPARTILHADO…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 28/07/2008
Às vezes esqueço que esse é um blog pessoal – e que por isso mesmo, além das viagens que só eu entendo, também tenho direito a posts “querido diário” de vez em quando… Não vamos exagerar não é mesmo?
… coisas que aconteceram desde que eu deixei o escritório no sábado à noite, após cair no conto da reunião… a missão.
1º Ponto – Praça da Árvore num sábado á noite.
Uma das coisas que eu tento entender desde a primeira vez que fui trabalhar na Praça da Árvore há 03 anos atrás é: por que diabos aquele é um lugar tão “efervescente” nas sextas e sábados à noite. Lembre-se que o termo “efervescente” não é tão bom – normalmente está relacionado a algum dessarranjo estomacal. Nada como enfrentar um super pagodão/forrózão pra chegar até o ponto de ônibus.
2º Ponto – São Paulo pode ser a cidade que não dorme… Mas eu tenho sono.
15 minutos no ponto de ônibus, passando frio, pra pegar um ônibus (Perdizes) direto para a Paulista. Se na sexta-feira indo ao cinema eu já hávia ficado assustada com a quantidade de pessoas carregando malas no metrô, imagine pegar um ônibus, num sábado à noite no qual estava o motorista, o cobrador e… eu. Começo a considerar se toda a população que não estava efervescendo na Praça da Árvore foi abduzida. E nessa de considerar, embalada pelo aconchego do ônibus e seu balanço começo a pescar. Não fossem algumas lombadas na Paulista, teria acordado na Consolação, fácil, fácil.
3º Ponto – Eu vou na Fnac por causa dos livros.
Acredito muito mais no Chupa-cabra e no Maluf do que em “paquera de livraria”. Como eu fui na livraria realmente por causa de livros, não achei que a minha descrença seria problema… Exceto pelo fato que faltando meia hora para o fechamento da Livraria, num sábado à noite, os homens do recinto também parecem estar desesperados para fechar… mas fechar negócio. Descontando as cantadas geniais (do tipo “Então você também gosta de arte???” enquanto você está com um livro sobre Impressionismo na mão, no setor de Arte – a qual eu morri de vontade de responder “Não, estou aqui só pelas figuras”) a melhor da noite foi mesmo o rapaz se irritando com a namorada “Não, eu não quero ir pro Motel agora, que pressa!!!”.
4º Ponto – O Kassab terá mais votos dos Skatistas que o Turco Loco.
Antigamente, calçada na Paulista era só um local pra destruir saltos altos… Tempos mais simples… Agora calçada na Paulista é um lugar pra você correr pela sua vida, tentando não ser atropelada por um skate. A despeito de todas as reportagens realizadas sobre os transtornos causados pelas obras na Paulista, eu posso lhe garantir: os Skatistas e os reparadores de fachadas de prédios estão contentíssimos com o resultado da calçada.
5º Ponto – Faça a felicidade de um caixa da Livraria Cultura: compre algo super barato faltando 05 minutos para o expediente dele acabar, e ainda descubra que você tem R$ 10,00 de desconto no seu cartão fidelidade.
A Livraria Cultura em carne e osso me reconquistou ao abrir a loja de Arte em frente a MegaStore – me poupando dos interessados em “fechar negócio” nas livrarias… só não estou 100% feliz, porque eles insistem em deixar os Quadrinhos junto aos infanto juvenis – Não se engane… apesar dos comentários realizados sobre Arte nesse post, você só me encontra nesse setor por conta dos livros sobre Design, Desenho e Cinema estarem muito próximos. Nesse caso, encontrei um Sketchbook da Watson-Guptill maravilhoso e muito barato… E você sabe né, quando você tem 04 Moleskines sketchbook estocados, tudo o que você precisa mais é… mais um sketchbook! Passei por todos os leitores de preço da loja pra ter certeza que a leitura estava correta. Ao passar no caixa pude notar a felicidade dele com essa venda de última hora, e com super desconto.
06º Ponto – Cidade que não dorme uma Pinóia!!!
Sai da Livraria Cultura pronta para uma última refeição… mas só eu estava pronta. É incrível como essa história de “Cidade que não dorme” pode ser desmentida facilmente, em plena Avenida Paulista. O Súbito estava ponto as cadeiras para cima. O quiosque do Viena encerrando o caixa. A Esfiha Paulista pegando pedidos só para viagem. O Center 3 levantando os tapumes… Dez horas da noite e minhas opções estavam reduzidas à Bella Paulista (que é 24 horas) e o McDonalds (que fecha meia noite). Como eu ainda precisava pegar metrô pra casa, escolhi o Mc – Na Bella iria gastar todo o tempo disponível só esperando um lugar no Balcão.
07º Ponto – “I kind of find I like a life this lonely”
Enquanto eu comia meu Big Mac, tentando entender porque na Paulista num sábado à noite todo mundo parece ter saído de um vídeo-clip do “Libertines”, comecei a considerar se preciso fazer algo à respeito de estar tão bem por conta própria. Naquele momento sossegado, assistindo todo mundo em duplas, trios, grupos – exceto por mim – e percebendo que não precisava do namorado alí (embora ele por perto não fosse mau) e que não precisava de mais ninguém alí (embora se alguém estivesse eu não acharia mau) eu comecei a considerar se não tenho que cuidar dessa minha sensação de “completude” – Interessante, no mínimo, alguém pensar que tem um problema quando se sente perfeitamente bem… Mas foi apenas a incapacidade de responder à simples questão: “Se eu não sentir falta de ninguém, como posso deixar alguém se aproximar?”. Não me entenda mal: não é animosidade em relação aos amigos, muito menos desprezo – se alguém estivesse junto bem… Mas sem ninguém por perto, eu estava bem também. Embora seja uma sensação gostosa essa “completude”, penso nas consequências a longo prazo.
… Sendo 07 conta de mentiroso ou não, paro por aqui. Sempre abusando no final de um domingo pra acordar exausta na segunda.
The Devil I know.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 28/07/2008
Eu prefiro lidar com o demônio conhecido…
Pode ser até algo relacionado à “acomodação”, mas eu gosto de saber com o que estou lidando, e não mudar os problemas de prateleira simplesmente…
“Amanhã numa cidade diferente,
Não haverá diferença no ar,
As noites passarão do mesmo jeito,
As estrelas estarão no mesmo lugar…”
(EH)
Revoluções nunca revolucionam as coisas,
Mudanças nunca encerram os problemas,
Ascensões e quedas só trocam os “poderosos”.
É incrível como as coisas que trazem mudanças significativas – na vida pessoal, profissional e na sociedade – surgem sempre de maneira sorrateira, e se instalam sem que ninguém preste atenção. Como num passe de mágica, enquanto as atenções estão focadas num ponto, alguém muda o cenário inteiro, sem que ninguém perceba.
… nops, eu não bebi – ainda.
Só tenho me divertido nos bastidores – da cara dos outros e também às minhas próprias custas. Não acredito na quantidade de concepções ingênuas que utilizamos para nos orientar… E simplesmente que a gente deixe o tempo passar tão simplesmente e impunimente, com base nessas concepções ingênuas…
Um dia os demônios são os pais…
Outro dia são os chefes…
Outro dia são as contas…
Em mais outros, encontraremos outros problemas.
Se de fato, existe sempre a resposta mais simples é a verdadeira, então, o denominador comum não é ter demônios novos pra combater. O único denominador comum é o dono dos demônios… Sempre.
Se eu puder blasfemar às avessas, vou inventar um mandamento ao contrário:
“Não criará outros demônios além de ti”
Esse sim eu posso lidar.
Esse eu definitivamente conheço.
Você tem boa atenção?
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 27/07/2008
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=TxgWHsfk6Zg&hl=en&fs=1]
Extrapolando o vídeo abaixo…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 27/07/2008
Você já viu filme de guerra? Em especial segunda guerra, com aqueles “alemães malvados” matando um monte de inocentes só por serem judeus?
Já se perguntou, assim como eu, como alguém simplesmente executa ordens tão exdrúxulas sem contestar?
Bem… Pra mim o mais bizarro, é que a gente faz isso diariamente num nível bem mais brando, se achando muito melhor. Quanto lixo e produção inútil, contrários a tudo o que você aprendeu e acredita, é colocado no mundo só porque seu cliente quer daquele jeito e você precisa garantir o salário no final do mês?
Vai dizer que não é a mesma coisa? Pode até não ser… Mas quando a gente se curva por bem menos em jogo, tem sérias dúvidas se não se curvaria mais por ameaças maiores… É como diz o ditado: “Quem se curva ao opressor, mostra a bunda ao oprimido”.
Quem dera os clientes malas fossem privilégio dos publicitários.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 27/07/2008
O vídeo abaixo (surrupiado do “Lets Blogar“) é fantástico. Quando eu decidi que apesar da minha formação não iria investir em trabalhar na área de propaganda, eu fiz isso pensando nesse tipo de situação… Mas infelizmente, esse não é um privilégio do trabalho com publicidade e propaganda.
Algum mentiroso disse por aí que todas as pessoas podem ser criativas… Desculpe, passada uma fase considerável de análise, eu formalmente posso dizer: eu discordo completamente. Mesmo trabalhando com treinamento e educação, você ainda encontra pessoas argumentando coisas diferentes com as mesmas informações, simplesmente baseando suas decisões em coisas que elas “acham” que são corretas – veja a parte “minha filha viu a placa e não entendeu”.
A propaganda sofre com isso hoje, pois deixou de ser um produto e passou a ser um serviço. Quando a criatividade “não era pra todos”, as decisões mais loucas de campanha não eram tão questionadas… Quando a criatividade passou a ser “de todo mundo”, a propaganda se tornou um serviço que aceita “pitaco” de todos os envolvidos – resultado: mediocridade, anúncios de cerveja e pastas de dente…
Ou você acha que algum departamento de Marketing atual teria aprovado esse anúncio da Volks hoje???




