Archive for April, 2009
Love hurts, Life sux, Work fuck things up!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 24/04/2009
Eu não deixo o amor morrer.
Eu não abro mão, eu não deixo ir…
Sim, acredito que relacionamentos e sentimentos acabam, que as coisa minguam e todo o resto… Mas não precisava ser assim, a despeito de todas as dificuldades. Basta amar, assumir por completo, repetir pra si mesmo e para o outro que à despeito de tudo esse é o estado das coisas.
E acima de tudo tenho um desprezo profundo por quem pensa que “dessa” ou “daquela” maneira é melhor para sofrer menos, que faz um bem enorme por mim me ajudando a abrir mão…
Fere mais, machuca, é anti-natural… Sempre cai naquela velha expressão de que “de boas intenções o inferno está cheio” (o céu está cheio não de más intenções, mas de ações…)
Felizmente céu e inferno não fazem parte das minhas preocupações de trabalho.
PAC MAN NA VIDA REAL.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ, WEB on 23/04/2009
Continuando a onda de unificar os blogs nessa caixinha, esse vídeo inicia a integração da Tag “Mensalafrario“.
O joguinho clássico ganhou as ruas e os supermercados numa versão divertida do já conhecido Rémi Gaillard, o mesmo que já fez a lesma no meio da estrada e o Mario Kart de verdade.
SEM SACO.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 23/04/2009
Eu ando dizendo demais por aí que “estou cansada”, quanto na verdade estou mesmo é de paciência esgotada com tudo.
Preciso começar acertar minha linguagem.
ANIMOMETRO…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 22/04/2009
Em dias como hoje, esse filme é muito alegre…
O DOCE VENENO DO ESCORPIÃO.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 22/04/2009
Você quer a verdade? Se eu não soubesse que tudo isso é passageiro, e que eventualmente a gente se recompõe – mesmo faltando pedaços, mesmo quebrada, mesmo com vícios de recomposição – nesse momento eu estaria em algum canto, no mínimo bebendo sem intervalos, fazendo o máximo pra me acabar nisso.
Mas como eu sei que é passageiro, eu tento ao máximo manter o funcionamento normal e habitual, de uma maneira que traga o mínimo de estrago ao desenvolvimento das coisas, aos relacionamentos etc… E exercito um leve desejo suicida fazendo coisas que eu sei que são prejudiciais no longo prazo, só para manter a vontade de auto-destruição atendida no seu mínimo.
Mas verdade novamente? Eu estou quebrando…
Eu quero chorar sossegada, quebrar paredes, estraçalhar monitores, ficar na cama o dia inteiro, bater em algo bonito e destruir algo de maneira inversível. E eu não quero que ninguém se importe, que ninguém venha com conversas moles do tipo “a vida é assim mesmo”, ou “você vai ver que tudo melhora”, ou “você tem que se dar mais valor” e todos os blás, blás, blás que acompanham.
Preciso de lavanda na janela: afasta escorpiões. Estar sempre sobre a influência, dependência e/ou carência de alguém desse signo é um inferno. É se apaixonar pelo “boom” de entusiasmo e depois ter que ficar catando os cacos de quando todo esse entusiasmo passa e você fica jogada de canto, sózinha, curtindo todos os efeitos colaterais da decepção.
É um veneno. Seduz, vicia e demora eras para deixar a corrente sanguínea. E quando sai, além de nunca sair por completo, leva um pedaço fundamental seu.
Amar, sem dúvida, não é para os fracos.
E hoje, só hoje, se eu pudesse escolher, não seria parte do meu acervo de preocupações.
PÍADAS LULISTICAS…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 20/04/2009
O médico alemão diz:
-Na Alemanha fizemos transplantes de um dedo e em 4 semanas o paciente está procurando emprego.
O médico espanhol afirma:
-A medicina na Espanha é tão avançada que fazemos transplante de cérebro e em 6 semanas o paciente está procurando emprego.
O médico russo diz:
-Fazemos um transplante de coração e em 1 semana o cara pode procurar emprego.
O médico grego disse:
-Temos um trabalho de recuperação de bêbados, que em 15 dias, o indivíduo pode procurar emprego.
O médico brasileiro diz orgulhoso:
-Isso não é nada !!! No Brasil nós pegamos um cara sem dedo, sem cérebro, sem coração e chegado a uma pinga, colocamos na presidência e agora, o país inteiro está procurando emprego!!!
Running Up That Hill
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 20/04/2009
You don’t want to hurt me,
But see how deep the bullet lies.
Unaware that I’m tearing you asunder.
There is thunder in our hearts, baby.
So much hate for the ones we love?
Tell me, we both matter, don’t we?
Kate Bush.
falling
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 19/04/2009
Mais um da série “Quero ser assim quando crescer”.
Rebuilding
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 19/04/2009
Quando eu crescer (não mais lateralmente e sim qualitativamente) eu quero ser assim.
TEMÁTICA PARA FUTURA EXPLORAÇÃO…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 18/04/2009
Quando você estuda “História da Arte”, pode verificar duas coisas: técnicas e padrões.
Algumas pessoas percebem as técnicas, como determinado pintor pintava, seus materiais, suas pinceladas, etc. e acham que se inserem na história e executam arte porquê sabem a origem daquilo que praticam.
Outras pessoas percebem os padrões. Que num mundo onde a fotografia oferecia a primeira possibilidade “quase absoluta” de real, pinceladas impressionistas faziam sentido e toda essa dinâmica de que o excesso de foco em um tipo de arte normalmente provoca o movimento contrário na seguinte, como uma resposta ao mundo no qual se inserem.
Não sou uma pessoa de técnicas.
Sou uma pessoa de sentidos.
Não me interesso por extrapolar a linguagem, brincar com a sintaxe e toda essa suposta “forma de ver o mundo de uma maneira completamente diferente” apenas pela repetição.
Sou uma pessoa que gosta de contar histórias, e de compreender padrões.
Acho que é por isso que algumas coisas me irritam muito ultimante…
E no campo da suposta “arte”, os supostos “artistas” que se agarram com todas as forças aos materiais tradicionais, como se artistas digitais fossem algo menor, e não pessoas mais inseridas no mundo, respondendo no nível do mundo no qual se inserem – o que eu ainda acho um comportamento muito mais artístico do que ficar se segurando aos materiais que grandes artistas do passado utilizaram… eles utilizaram o que era de ponta naquele momento, talvez hoje utilizassem o que há de ponta por aqui, vai saber…
Na mesma história da arte, os únicos artistas que lutaram com moinhos de vento, batendo no peito sobre o que era “arte de verdade”, foram aqueles que não perceberam que seu tempo já havia passado.







