Arquivo para May, 2009
Oh Dia, Oh Vida, Oh Azar…
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on May 31st, 2009

Hardy
O personagem que você vê ao lado ficou conhecido pela frase “Oh dia, oh vida, oh azar“; caracteristica de uma visão não tão otimista a respeito da vida. Ando meio assim, e por conta disso, tenho evitado escrever por aqui.
Dizem – e eu acredito bastante nisso – que você se torna uma mistura daquilo que pensa que é, com aquilo que você realmente faz a respeito. Ou seja, qual a graça de ficar repetindo que você não acredita na vida, no porquê dos seus esforços e que no final das contas dá tudo na mesma “M” de sempre?
Pode ser que seja até assim mesmo. Pode ser que a vida seja mesmo só um passeio na parte de trás de uma caminhonete, cheia de bóias-frias, por uma estrada esburacada, levantando pó, completamente sem destino… Mas isso deixaria você um pouco menos desesperado com o caminho?
No momento, incapaz de dizer aos outros ou a mim mesma que isso é fase, que tudo melhora, que um dia você vê um sentido maior, fica mais feliz, encontra alguém… Incapaz de acreditar em qualquer uma dessas coisas é melhor ficar quieta mesmo.
Voltamos aos posts genéricos sobre cinema e web e a revolta essencial contra a organização do mundo.
Deixe a Prix na Caixinha.
CASA NOVA, VIDA VELHA!
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on May 26th, 2009
Casa nova, vida nova? Não sei…
Eu sei que se você recebe esse blog por e-mail ou via RSS, não estranhe se de repente você receber uma série de posts que já viu na sua caixa de e-mail ou leitor RSS: estou de endereço novo. Deixei o “prixlifebox.blogspot.com” e estou com domínio próprio agora no “http://www.prixlifebox.com.br“.
Por que eu fiz isso? De uns tempos para cá eu fiquei com um relativo medo de deixar 03 anos de memória – e espero que ainda bem mais – sob responsabilidade exclusiva do Google. Além do mais, eu já estava me irritando há algum tempo com algumas limitações do Blogger, que acabam deixando tudo com uma cara meio… meia boca.
Como essa semana devido a uma falha técnica eu acabei deletando acidentalmente, mais uma vez, o Dekanun; achei que nada melhor do que unificar as correções – e matar dois coelhos de uma vez só!
Vida longa e próspera para esse endereço! (Que mais uma bateria de atualizações e migrações eu não aguento).
POBRE FOLHA ONLINE.
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ, WEB on May 26th, 2009
Já não bastavam todas as falhas na opinião (achar que uma comportamento inadequado justifica outro, simplificar ingenuamente que todo o problema do Brasil são políticos corruptos etc); já não bastava a falta de pontuação básica em diversos pontos… A pessoa (a Maryucha), ainda teve o dom de escrever:
- expeculação;
- ingraçado; e
- nasção.
Essa questão para mim já é antiga mas… QUEM É QUE COMENTA NAS REPORTAGENS DA FOLHA ONLINE? De vez em quando, pra não ficar triste, eu imagino que são pessoas que montam perfis fakes para brincar de analfabetas e obtusas.
Fora das discussões “blogueiros x jornalistas”, se a qualidade do que é publicado pode ser determinada ou mesmo avaliada pela qualidade de sua audiência, os jornais estão perdendo a briga… E estão perdendo feio.
Broke it down again!
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on May 25th, 2009
“Disseste que se tua voz tivesse força igual a imensa dor que sentes, teu grito acordaria não só a tua casa, mas a vizinhança inteira”.
Há tempos – Legião Urbana.
Eu tenho um jeito peculiar de lidar com a dor.
Eu tento suprimi-la, ignorá-la, minimizá-la ao máximo que posso, até que ela não seja mais nada.
Por que dor, assim como amor, pode destruir uma represa se você você deixar ela escapar por um buraquinho que seja… ainda mais dor de amor!
Mas está doendo…
E eu não sei o que é pior: me sentir uma idiota por sofrer; não poder fazer nada que alivie a dor; ou simplesmente não poder me entregar a dor, porque afinal: ninguém se importa! Ou seja, qual o sentido de pedir socorro quando não há ninguém pra socorrer?
Eu fui tão cega.
Eu fui tão besta.
E agora estou em mais pedaços que quebra-cabeça da Grow.
PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA.
Postado por Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on May 25th, 2009
Final de semana de:
- Pequenas reformas no visual do Dekanun.
- Reorganização dos livros de cabeceira… Não pense que é fácil, são 57 livros; 32 DVDs, 04 VHS’s e meia dúzia de Bibelôs alocados em 02 prateleiras sobre o meu travesseiro… E que precisavam ser catalogados, limpos (a rinite estava atacando, sabe…), reorganizados. Eu sei o que você deve estar pensando… E devo lembrar que hoje é o dia do “Orgulho Nerd” então mais respeito.
E várias constatações…
Entre elas: Se você tem mesmo “poderes fenomenais… dentro de uma lampadazinha”, como você faz para libertá-los? “You gotta rub me the right way” como diria a Christina Aguilera?
Durante minha aula de sábado eu fiquei encantada/perplexa/estupefata com diversas coisas…
- Meus colegas estão pagando R$ 1380,00 em uma matéria para entrar em contato com o que são diversas coisas que eu já estou em contato constante, como: blogs, plataformas de CMS, infográficos, criação de narrativas online, produção de conteúdos multimídia…
- Eu estou pagando R$ 1380,00 em uma matéria para entrar em contato com coisas que eu já estou em contato.
- O mundo do “Design Instrucional” e da “Arquitetura de Informação” é perfeito para quem tem a formação de Jornalismo Multimídia – e pior, está carente desses profissionais. Mas nem que eu ande como “mulher sanduiche” no meio da aula com isso escrito na placa, eles se darão conta ou se interessarão – porque não está carimbado como jornalismo.
- Jornalismo é… basicamente qualquer coisa que um jornalista fizer. (Esse merece post próprio). Pelo menos eu fico com um foco interessante para o meu TCC.
E o mais importante de tudo: que eu preciso parar com essa viadagem de não querer escrever sobre comunicação digital, cultura online e mídias sociais como quer o Irandy; só porque eu acho que é chover no molhado, onde já existem nuvens muito mais poderosas… Basicamente, pq se você não chover, outro, sem pudor ou vergonha fará isso no seu lugar – e o mais curioso, é que o terreno continua numa seca só!
Metáforas, metáforas!
O último refúgio de quem não quer ter dores de cabeça.









