Archive for May, 2009
CASA NOVA, VIDA VELHA!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 26/05/2009
Casa nova, vida nova? Não sei…
Eu sei que se você recebe esse blog por e-mail ou via RSS, não estranhe se de repente você receber uma série de posts que já viu na sua caixa de e-mail ou leitor RSS: estou de endereço novo. Deixei o “prixlifebox.blogspot.com” e estou com domínio próprio agora no “http://www.prixlifebox.com.br“.
Por que eu fiz isso? De uns tempos para cá eu fiquei com um relativo medo de deixar 03 anos de memória – e espero que ainda bem mais – sob responsabilidade exclusiva do Google. Além do mais, eu já estava me irritando há algum tempo com algumas limitações do Blogger, que acabam deixando tudo com uma cara meio… meia boca.
Como essa semana devido a uma falha técnica eu acabei deletando acidentalmente, mais uma vez, o Dekanun; achei que nada melhor do que unificar as correções – e matar dois coelhos de uma vez só!
Vida longa e próspera para esse endereço! (Que mais uma bateria de atualizações e migrações eu não aguento).
POBRE FOLHA ONLINE.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ, WEB on 26/05/2009
Já não bastavam todas as falhas na opinião (achar que uma comportamento inadequado justifica outro, simplificar ingenuamente que todo o problema do Brasil são políticos corruptos etc); já não bastava a falta de pontuação básica em diversos pontos… A pessoa (a Maryucha), ainda teve o dom de escrever:
- expeculação;
- ingraçado; e
- nasção.
Essa questão para mim já é antiga mas… QUEM É QUE COMENTA NAS REPORTAGENS DA FOLHA ONLINE? De vez em quando, pra não ficar triste, eu imagino que são pessoas que montam perfis fakes para brincar de analfabetas e obtusas.
Fora das discussões “blogueiros x jornalistas”, se a qualidade do que é publicado pode ser determinada ou mesmo avaliada pela qualidade de sua audiência, os jornais estão perdendo a briga… E estão perdendo feio.
Broke it down again!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 25/05/2009
“Disseste que se tua voz tivesse força igual a imensa dor que sentes, teu grito acordaria não só a tua casa, mas a vizinhança inteira”.
Há tempos – Legião Urbana.
Eu tenho um jeito peculiar de lidar com a dor.
Eu tento suprimi-la, ignorá-la, minimizá-la ao máximo que posso, até que ela não seja mais nada.
Por que dor, assim como amor, pode destruir uma represa se você você deixar ela escapar por um buraquinho que seja… ainda mais dor de amor!
Mas está doendo…
E eu não sei o que é pior: me sentir uma idiota por sofrer; não poder fazer nada que alivie a dor; ou simplesmente não poder me entregar a dor, porque afinal: ninguém se importa! Ou seja, qual o sentido de pedir socorro quando não há ninguém pra socorrer?
Eu fui tão cega.
Eu fui tão besta.
E agora estou em mais pedaços que quebra-cabeça da Grow.
PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 25/05/2009
Final de semana de:
- Pequenas reformas no visual do Dekanun.
- Reorganização dos livros de cabeceira… Não pense que é fácil, são 57 livros; 32 DVDs, 04 VHS’s e meia dúzia de Bibelôs alocados em 02 prateleiras sobre o meu travesseiro… E que precisavam ser catalogados, limpos (a rinite estava atacando, sabe…), reorganizados. Eu sei o que você deve estar pensando… E devo lembrar que hoje é o dia do “Orgulho Nerd” então mais respeito.
E várias constatações…
Entre elas: Se você tem mesmo “poderes fenomenais… dentro de uma lampadazinha”, como você faz para libertá-los? “You gotta rub me the right way” como diria a Christina Aguilera?
Durante minha aula de sábado eu fiquei encantada/perplexa/estupefata com diversas coisas…
- Meus colegas estão pagando R$ 1380,00 em uma matéria para entrar em contato com o que são diversas coisas que eu já estou em contato constante, como: blogs, plataformas de CMS, infográficos, criação de narrativas online, produção de conteúdos multimídia…
- Eu estou pagando R$ 1380,00 em uma matéria para entrar em contato com coisas que eu já estou em contato.
- O mundo do “Design Instrucional” e da “Arquitetura de Informação” é perfeito para quem tem a formação de Jornalismo Multimídia – e pior, está carente desses profissionais. Mas nem que eu ande como “mulher sanduiche” no meio da aula com isso escrito na placa, eles se darão conta ou se interessarão – porque não está carimbado como jornalismo.
- Jornalismo é… basicamente qualquer coisa que um jornalista fizer. (Esse merece post próprio). Pelo menos eu fico com um foco interessante para o meu TCC.
E o mais importante de tudo: que eu preciso parar com essa viadagem de não querer escrever sobre comunicação digital, cultura online e mídias sociais como quer o Irandy; só porque eu acho que é chover no molhado, onde já existem nuvens muito mais poderosas… Basicamente, pq se você não chover, outro, sem pudor ou vergonha fará isso no seu lugar – e o mais curioso, é que o terreno continua numa seca só!
Metáforas, metáforas!
O último refúgio de quem não quer ter dores de cabeça.
UM POUCO DE PESQUISA ONLINE SEMPRE É BOM!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ, WEB on 21/05/2009
Se você achava que já viu nomes azarados para sites, pense de novo!
Esse é o BOSTA
http://www.bosta.ac.uk/
Logo abaixo, o melhor de todos, o FUDEU.
http://www.fudeu.org
Pelo menos por falta de mind-share essas instituições não sofrem.
Dica via @jampa.
É A MORTE DO IMPÉRIO MESMO…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 21/05/2009
Obama trouxe uma certa esperança sobre os EUA ao redor do mundo.
Eleger um presidente negro, UAU, impensável para o povo norte americano…
Impensável uma vírgula,
Com o país a beira de uma catástrofe econômica, eles fariam qualquer coisa.
Quando mexe no bolso, eles fazem qualquer coisa.
… Agora quando você depende do Americano Médio… Aí *f* mesmo!
Que o diga a final de American Idol ontem…
A vitória do “Bom Moço” sobre o talento…
A produtora do programa até tentou esconder a orientação sexual do Adam Lambert para não prejudicar a corrida… mas no final das contas, mediocridade controlada sempre bate esmalte preto…
Vergonhoso, no mínimo.
E é o máximo que eu vou gastar com essa gentinha.
Desenhando…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 19/05/2009
Mesmo com anos luz de distância do que eu costumava conseguir fazer, anos luz de distância dos meus colegas de sala e das minhas expectativas, é bom não estar fugindo das aulas mais.
É bom dedicar amor a algo que só depende de você.
SONHO MALUCO.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 15/05/2009
Sonhei que eu iria começar uma atividade durante todo o sábado.
Aí no sonho, cheguei a conclusão que eu não podia… Sabe por quê?
Porque em outro sonho eu tinha começado a fazer inglês de novo naquele horário.
Vai entender.
Anjos?
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 14/05/2009
SÍSIFO GIRL ENTRA EM MANUTENÇÃO.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 14/05/2009
Estou fazendo de novo, algo que eu faço constantemente, por motivos semelhantes: fugindo dos amigos.
Não, essa conclusão não é resultado da atual leitura de um livro de psicologia que fala sobre repetições de padrão; embora essa seja mesmo a leitura do momento.
Estava precisando de um tempo para mim, para lidar do meu jeito com o final do meu relacionamento – preocupação egoísta mesmo, de evitar lidar com as minhas finalizações através de lentes alheias, em eternos ciclos de racionalização que não faziam sentido para mim antes, e eu não quero que façam sentido agora.
Toda a minha infância, e início de adolescência, meus melhores amigos sempre foram meninos. Para o bem ou para o mal, qualquer racionalização que leve ao batido “homens não prestam” sempre me provocam asco – embora, sim, eu goste de usar o termo de vez em quando. É lógico que existem cafajestes, e exemplares que só querem te usar… Mas infelizmente eles só são bem sucedidos nisso no nível em que deixamos (o que talvez doa mais que tudo). Ou seja, relacionamentos terminam, não dão certo, e independente do porquê, se resumem a apenas uma questão: Ele não me quer mais / não gosta mais de mim / não sente minha falta. Eu não sei quanto a vocês, mas pra mim isso é justificativa suficiente; e eu não quero gastar racionalizações, investigações, ciber-stocking e um sem número de coisas em alguém que claramente se sente assim a meu respeito… E que se não se sente assim, sabe meu telefone e endereço se decidir demonstrar o contrário.
Nesse momento, em que eu começo a me rever como algo separado de alguém, não dá pra colocar outra pessoa no lugar – no meu caso, em nenhum tipo de relacionamento. Fica claro, que você está querendo uma muleta, e você começa a se decepcionar com as pequenas coisas que em outros momentos seriam fatos da vida…
Com grupos de amigos diferentes eu me senti assim no último noitão que fui (e as tentativas de todos os envolvidos que eu me adequasse a agenda de todos, a despeito das minha predileções), depois no show do Radiohead, depois na virada cultural… Ou seja, chega um momento em que você percebe que se muita coisa está dando errado da mesma maneira, é porque algo você está fazendo errado. Nesse caso eu sei: transferências de expectativas.
O ápice do “método falido de ser e viver” aconteceu semana passada quando eu definitamente bombei uma matéria da pós pela incapacidade de finalizar o trabalho na data máxima proposta. Eu poderia ter inventado um milhão de desculpas para o professor prolongar o prazo – e além de ser boa nelas, elas poderiam realmente ter funcionado – mas eu cansei. Lembrei que há um bom tempo eu estou assim: incapaz de lidar com o que sou capaz ou não porquê no último momento tudo se ajeita. Lembrei da finalização do TCC, da arrumação das malas de viagem, da finalização do trabalho que matou o tempo para o trabalho da pós… E tudo isso me fez dizer: chega de desculpas.
É por isso que não posso ver os amigos agora. Não estou afim de racionalizar sobre o que foi ou o que será. Não é momento de arrumar desculpas. Estou reencontrando expectativas para o futuro, gostos pessoais abandonados, tarefas e prazeres que eu tinha esquecido que faziam parte do meu dia a dia. Nesse momento, eu tenho que rever as coisas da maneira mais sem limites e obstáculos que eu puder… E isso inclui os limites e obstáculos alheios – cheios de boas intenções, de fato. Mas assim também é o inferno.
Para quem não entendeu o “Sísifo” do título, segue o mito:
Um dos personagens mais interessantes da mitologia grega é Sísifo, o rei de Corinto. Era tido como o mais esperto entre os homens. Apesar de toada a sua astúcia, ou talvez justamente por causa dela, sempre se via diante das situações mais complicadas. Cada esperteza criava novas dificuldades, per por sua vez pediam novos estratagemas, numa eterna sucessão de saídas provisórias.
Certa vez, Sísifo descobriu por acaso que Zeus havia raptado Egina, filha de Ásopo, o Deus dos rios. Como faltava água em suas terras, Sísifo teve a idéia de revelar a Ásopo o paradeiro de sua filha, desde que ele lhe desse em troca uma nascente. O pais desesperado aceitou de bom grado a proposta. Deu a Sísifo a nascente e soube então que sua filha fora raptada por Zeus.
Sísifo teve a água, mas arrumou outro problema:Zeus ficou furioso com a delação e mandou a Morte buscá-lo.
Confiando na própria astúcia, Sísifo recebeu a Morte e começou a conversar. Elogiou sua beleza e pediu-lhe para deixá-lo enfeitar seus pescoço com um colar. O colar na verdade não passava de uma coleira, com a qual Sísifo manteve a Morte aprisionada e consegui driblar o seu destino.
Durante um tempo, não morreu mais ninguém. Sísifo soube enganar a Morte e ordenou-lhe que trouxesse Sísifo imediatamente para os Infernos. Quando Sísifo se despediu da mulher, teve o cuidado de pedir secretamente que ela não enterrasse seu corpo.
Já nos infernos, Sísifo reclamou a Hades da falta de respeito de sua esposa em não enterrar seu corpo. Então suplicou por um dia de prazo para se vingar da mulher ingrata e cumprir os rituais fúnebres. Hades concedeu-lhe o pedido. Sísifo retomou então seu corpo e fugiu com a esposa. Havia enganado a Morte pela segunda vez.
Viveu muitos anos escondido, até que finalmente morreu. Quando Hades o viu, reservou-lhe um castigo especial. Sísifo foi condenado a empurrar uma enorme pedra até o alto de uma montanha. Antes de chegar ao topo, porém, a pedra rolava para baixo, obrigando Sísifo a retomar sua tarefa , até o final dos tempos.
(SHINYASHIKI, Roberto. O sucesso é ser feliz. São Paulo: Editora Gente, 1997.)





