PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA.

Final de semana de:

  • Pequenas reformas no visual do Dekanun.
  • Reorganização dos livros de cabeceira… Não pense que é fácil, são 57 livros; 32 DVDs, 04 VHS’s e meia dúzia de Bibelôs alocados em 02 prateleiras sobre o meu travesseiro… E que precisavam ser catalogados, limpos (a rinite estava atacando, sabe…), reorganizados. Eu sei o que você deve estar pensando… E devo lembrar que hoje é o dia do “Orgulho Nerd” então mais respeito.

E várias constatações…
Entre elas: Se você tem mesmo “poderes fenomenais… dentro de uma lampadazinha”, como você faz para libertá-los? “You gotta rub me the right way” como diria a Christina Aguilera?

Durante minha aula de sábado eu fiquei encantada/perplexa/estupefata com diversas coisas…

  1. Meus colegas estão pagando R$ 1380,00 em uma matéria para entrar em contato com o que são diversas coisas que eu já estou em contato constante, como: blogs, plataformas de CMS, infográficos, criação de narrativas online, produção de conteúdos multimídia…
  2. Eu estou pagando R$ 1380,00 em uma matéria para entrar em contato com coisas que eu já estou em contato.
  3. O mundo do “Design Instrucional” e da “Arquitetura de Informação” é perfeito para quem tem a formação de Jornalismo Multimídia – e pior, está carente desses profissionais. Mas nem que eu ande como “mulher sanduiche” no meio da aula com isso escrito na placa, eles se darão conta ou se interessarão – porque não está carimbado como jornalismo.
  4. Jornalismo é… basicamente qualquer coisa que um jornalista fizer. (Esse merece post próprio). Pelo menos eu fico com um foco interessante para o meu TCC.

E o mais importante de tudo: que eu preciso parar com essa viadagem de não querer escrever sobre comunicação digital, cultura online e mídias sociais como quer o Irandy; só porque eu acho que é chover no molhado, onde já existem nuvens muito mais poderosas… Basicamente, pq se você não chover, outro, sem pudor ou vergonha fará isso no seu lugar – e o mais curioso, é que o terreno continua numa seca só!

Metáforas, metáforas!
O último refúgio de quem não quer ter dores de cabeça.

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