Archive for June, 2009

I’M NOT OK.

AND I’M TIRED TO PRETEND I AM.

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PostSecret.

Cartão do PostSecret

Cartão do PostSecret

Eu acho o “PostSecret” fantástico!

Se você não conhece, ele é uma iniciativa que une blog e livros, na qual as pessoas enviam segredos de maneira anônima, e eles acabam publicados.

Pode parecer que há um certo nível de exibicionismo na história, mas atualmente eu entendo perfeitamente o bem estar que isso deve dar. Existem coisas que você não pode publicar e assinar online, e que não se encerram quando você escreve em um diário… Coisas que te definem de maneira tão forte, que é preciso compartilhar com mais alguém… Mesmo que esse alguém não saiba.

Tudo pela sensação de tornar real e lidar com algo que simplesmente não pode (ou você não quer) que seja esquecido e levado pelo vento.

Isso eu posso compreender.

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REGRA TRÊS

Mamba Park - 09/03/2009 (Aquarela 01)

Tantas você fez que ela cansou
Porque você, rapaz
Abusou da regra três
Onde menos vale mais

Da primeira vez ela chorou
Mas resolveu ficar
É que os momentos felizes
Tinham deixado raízes no seu penar
Depois perdeu a esperança
Porque o perdão também cansa de perdoar

Tem sempre o dia em que a casa cai
Pois vai curtir seu deserto, vai.
Mas deixe a lâmpada acesa
Se algum dia a tristeza quiser entrar
E uma bebida por perto
Porque você pode estar certo que vai chorar

(Vinicius de Moraes)

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DECISÕES RACIONAIS.

mesa de luz + mat

Attribution-NonCommercial-ShareAlike License by juanita.laguna

Queria me dar um presente de Dias dos Namorados…
Preço idêntico, fiquei entre contratar um striper, e comprar a mesa de luz.

Acabei decidindo pela mesa de luz.
Fica acesa por mais tempo, sem reclamar ou cobrar adicional.

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Comentários “Querido Diário”.

Ahhh, pessoas mal informadas e suas opiniões.

Ahhh, pessoas mal informadas e suas opiniões.

Continuando a saga: pessoas mal informadas e as opiniões absurdas que elas emitem, temos o comentário acima, feito na reportagem sobre o caso do menino Sean. Dado que uma das grandes reclamações do pai durante o processo foi que das duas vezes que veio ao Brasil tentando ver o filho, acabou sendo impedido pela família – e que a outra reclamação refere-se ao “poder político” da família de fazer isso, nem digo nada…

Quando as pessoas vão comentar algo elas não poderiam ler pelo menos mais de uma matéria? Mais de uma fonte? Ou pelo menos assumir que letras maiúsculas não tornam suas palavras mais persuasivas?

Nada contra ela acreditar que o garoto deveria ficar aqui – não concordo, mas é válido. Mas ainda acho que comentários em blogs, em jornais, em reuniões, em família, no que for; só deveriam ser emitidos quando vão acrescentar algo a discussão. Caso contrário: diário de papel com cadeado na capa por favor.

E a moça ainda se denomina “fada”. Não é não… é f*da mesmo!

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… SEM COMENTÁRIOS…

Wolverine

by Dunechaser

Apenas hoje que percebi que eu ainda não comentei nada sobre “Wolverine” ou “Star Trek“.

E olha que eu achei, na saída da sala de Wolverine, que não havia filme com possibilidade maior de texto cômico – pq aquilo é um amontoado de clichês audiovisuais do começo ao fim, digno de novela mexicana (desculpe o spoiler, mas em que outro lugar além de uma novela mexicana o protagonista começa com uma revelação abrupta de quem é seu verdadeiro pai, e termina com amnésia?).

Mas desde então eu fui deixando a coisa esfriar, e acabei quase que sem comentários a respeito… Sabe aquela sensação de “você vai gastar mesmo tempo de sua vida pra falar o óbvio: que esse filme é muito ruim?

Perdi a vontade, sabe?

Já com Star Trek, a sensação é oposta. Sai do cinema pensando “que legal”, e essa opinião vem se degradando exponencialmente desde então. Uma coceirinha que eu tinha de “algo não está certo” foi definitivamente deflagrada após a leitura da crítica do New York Times – como um filme de Star Trek, essa versão é uma ótima versão de Star Wars.

Os personagens estão lá, é verdade? Mas cadê a crítica social do momento, permanente e indivisível que é a característica máxima de Star Trek? Mesmo na série original, com o “Capitão Kirk, o galinha do espaço” como delicamente apelidado por minhas irmãs e eu, havia muita ousadia: um russo, um oriental e uma negra como personagens principais em plena década de 1960, é algo considerável.

Na versão de JJ Abrans, não há o que refletir; não há paralelos a serem feitos, e não contribui em nada. Pra mim que não sofro de “babação atômica” por Lost, nada de novo! E em tempo: eu acho LOST bom, só não fico esperando um grande desfecho planejado para o final, simplesmente pq acho que nem JJ Abrans pensou muito a respeito disso… Na hora ele vai ver algo legal… Mas esse não é o tipo de promessa que me seduza muito.

E em Star Trek, isso me irritou um pouco. Ok, o cara tirou o coelho da cartola mas… Quem já não viu um coelho sair da cartola?

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