Arquivo para June, 2009

Amor

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Estou com saudade do amor.

Além de estar apaixonada…

Além de esperar por reencontrar esse alguém…

Além de estar feliz…

Saudade de olhar pra frente e acreditar que existe algo de bom me esperando.

Saudade de acreditar no futuro e em outra pessoa.

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Rubinho em êxtase

Ai, que gostoso!

Ai, que gostoso!

Eu poderia (facilmente) zoar essa foto!

Mas nesses dias estou escolhendo não chutar cachorro morto.

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NO DOS OUTROS É REFRESCO…

jornalismo

O assunto é extenso, e seria leviano comentá-lo na amplitude necessária praticamente a uma da manhã, quando todo o meu fôlego se foi – Assim como é leviano comparar o jornalista a um cozinheiro… Mas em resumo: a notícia me deixa feliz.

Estou estudando jornalismo na pós. Comunicação jornalística, com habilitação em jornalismo multimídia. A maior parte das minhas aulas acaba girando em torno de todas “as possibilidades jornalísticas” existentes para os profissionais. Muito interessante mas… A real impressão que tenho ao observar as aulas, é de ver um bando de gente com reserva de mercado garantido pelo seu diploma, tentando descobrir como ser mais artístico, mais literário, mais criativo, mais inovador. Lindo não é mesmo? É sim…

Mas já que o Jornalista quer ser artista, escritor, ator, profissional de web, animador de festa e tudo o mais que sonha, nada mais justo que os que se interessam pela sua área possam exercer a profissão.

Replicando o comentário de uma amiga:

Jornalistas, vão se catar: o dia que algum curso de comunicação formar alguém de verdade eu mudo de sexo. @tarsila

Estudo é fundamental, mas não venham tentar me convencer que o curso de Jornalismo é o único curso existente que é tão perfeito e fundamental, que sem ele ninguém possa exercer a profissão.

… continuo em breve…

Primeiro vou esperar minha aula de sábado para verificar os ânimos exaltados, e ver se acontece algum quebra-quebra.

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MY BITTER VALENTINE

Há alguns anos atrás eu tive que fazer uma “mix-tape” de dia dos namorados… em CD, é claro… Hoje em dia acho que seria um mix MP3 player…  Foi uma dificuldade tremenda, relacionamento no inicio, você tem no máximo 02 a 03 músicas que lembram a pessoa sinceramente – por que nessas coisas não vale colocar “música romântica” sem motivo – presente de dia dos namorados genérico é o fim.

Anos se passaram, e aqui estou eu (sem disposição alguma para o dia em questão). Então só de birra com aquele gordinho de flechas que parece ter escolhido como objetivo de vida me sacanear, eu resolvi fazer um “mix-cd às avessas”. Cada música, presente especialmente para a situação, algumas por um versinho ou par de versos precisos que explicam tudo.

Não foi difícil chegar ao limite de 20 músicas! Na verdade foi é difícil respeitar o limite, e acabamos com apenas 19 pra não estourar o limite de 02 minutos do CD. Pelo que parece, quando você conhece a fundo o presenteado e suas dores, é bem mais fácil.

Segue a coleção:

 capa
  1. Você pode ir na janela – Gram.
  2. You’ve got her in your pocket – The White Stripes.
  3. The importance of being idle – Oasis.
  4. Violet Hill – Coldplay.
  5. Sonnet – The Verve.
  6. Running up that Hill – Placebo.
  7. Monkey Gone to heaven – Pixies.
  8. Can’t stand me now – The Libertines.
  9. For reasons unknown – The Killers.
  10. There there – Radiohead.
  11. The Child Is Gone – Fiona Apple.
  12. Superman – Stereophonics.
  13. In Repair – John Mayer.
  14. I am the highway – Audioslave.
  15. Brain Stew – Green Day.
  16. Outsiders – Franz Ferdinand.
  17. Perhaps, perhaps, perhaps – Cake.
  18. My favourite game – The Cardigans.
  19. I’m a terrible person – Rooney.

Sim! Nerd que é Nerd faz até a capinha!

Feliz dia dos namorados para quem deu mais sorte esse ano!

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A BALADA DO DESPEDAÇADO.

Love & Shopping in Milano
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O dia dos namorados está chegando… E eu estarei só nesse dia, por W.O. Já passei pela fase de depressão relacionada; e agora eu fico mesmo escutando as músicas que acalmam:

“Se não vai
Não desvie a minha estrela
Não desloque a linha reta”

(Você pode ir na Janela, Gram – letra aqui)

Posso lhes dizer um número absurdo de desvantagens de estar só nessa data, para quem já estava acostumada a passá-la acompanhada, até quando as coisas se tornaram escassas… Mas dessas desvantagens quase todo mundo já foi vítima – e sem querer ser pessimista, se ainda não foi, será!

Mas existem também as vantagens… São poucas, válidas de vez em quando, e animadoras em momentos escassos… Mas existem. A principal delas, é que quando se experimenta um vazio interior, essa é a melhor hora de colocar algo pra dentro (ou relembrar o que foi esquecido); mesmo que não seja pra viver a mesma paixão de outras horas.

“…Do que eu preciso é lembrar, me ver
Antes de te ter e de ser teu
O que eu queria, o que eu fazia, o que mais?
Que alguma coisa a gente tem que amar, mas o quê?
Não sei mais”

(Condicional, Los Hermanos – letra aqui)

É verdade que eu tenho medo. Eu não tenho muita experiência em não relacionar a vida a uma grande paixão. Em 90% das vezes uma paixão impossível, em 10% o possível de uma paixão… Mas sempre apaixonada, e sempre acreditando que o perfeito, o ideal, o “the one” estava na esquina que eu ia virar, no próximo compromisso que eu ia ter, em um sem número de possibilidades.

O que mudou agora, é que eu não acredito mais nisso.

A cynic is not merely one who reads bitter lessons from the past, he is one who is prematurely disappointed in the future.
- Sidney J. Harris

Não há como ficar genuinamente triste se você acredita que nem toda panela tem sua tampa. Não há como brigar com o céu e a terra se é algo a que qualquer inteliz está sujeito. Mesmo assim, há possibilidades. Milhares de vezes eu acreditei na magia das coisas possíveis, e milhares de vezes mais uma essas coisas me deixaram na mão. Pra tudo eu esperei um momento mágico, uma sensação que queimasse dos dedos do pé até o último fio de cabelo que estava realizando as escolhas certas – e mesmo assim tudo sempre decepcionou.

Se é tudo assim o que fica? O que eu vejo de tão bom em tudo isso? Eu vejo que se “está perdido, perdido está”. Medo de errar e ser infeliz? De ficar triste? De me decepcionar? Das coisas não serem o que eu imagino? Isso tudo já o é… E uma curiosidade meio masoquista acaba empurrando pra vida: tentar ver se podia ser pior.

Não penso mais no futuro
É tudo imprevisível
Posso morrer de vergonha
Mas eu ainda estou vivo

(Perplexo, Os Paralamas do Sucesso – letra aqui)

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