Archive for July, 2009

Franz Ferdinand… Eu sempre te amo!

“…I’ll never be alone,
You know I follow you to Rome,
I know the places you call home,
You know I’ll get you on your own…”
(Turn it on!)

“…I’m gonna give my aimless love
My angry heart, my desire
I woke with wings from lucid dreams
I knew the reason I felt hollow
Was it I may never know
If there is some great truth or not
(Lucid Dreams)

E mais…

Com o álbum novo, o Franz Ferdinand me deu finalmente o segundo ato…

Mas isso é uma outra história, literalmente.

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Vai um Cookie?

cielo2Obrigado UOL!

Por um momento eu pensei que o Cielo estava comendo o maior Cookie de cordinha existente, e dizendo que ia comer só um mesmo!

Legendas fotográficas, unph!

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SEPARADOS AO NASCER

separados Sean Penn e Costinha…

Será que eu sou a única que acha isso?

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Seleção Brasileira de verdade, só a de Volei.

volei

Esses nunca decepcionam.

Mesmo se tivessem perdido, teriam lutado até o último minuto…

E depois você tem que ouvir que aqui é o país do Futebol, que triste.

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14 Years.

“…Don’t get back 14 years
In just one day
So hard to keep my own head
Just go away
You know…just like a hooker she said
Nothin’s for free
Oh I tried to see it your way
I tried to see it your way…”

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500 Dias com Ela

I’m a sucker for romance…

O mais bizarro é perceber que eu nunca tive, nem tenho noção da minha idade. Há anos atrás, quando eu assistia Third Rock from the Sun me achava muito pedófila por achar o Joseph Gordon-Levitt uma graça (ele era muito novinho na minha cabeça). Depois de ver o trailer fui olhar só por desencargo de consciência quão mais novo do que eu ele é e… ele é apenas 06 meses mais novo que eu.

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O Amor é importante, porra.



, upload feito originalmente por ??? ?.

Nem me fale…

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SOM E FÚRIA.

“…Life’s but a walking shadow, a poor player
That struts and frets his hour upon the stage
And then is heard no more: it is a tale
Told by an idiot, full of sound and fury,
Signifying nothing.”

Parte de Macbeth, Ato 5, Cena 5.
William Shakespeare


Nada como um seriado de TV, somado a contração de um freela de ilustração e um prêmio da megasena para fazer você pensar na vida… Ainda mais quando o sábado lhe presenteia com um dia prateado que entardece na cor lilás. Há muito tempo que eu não via um entardecer lilás, mas me lembrei que já fazia um bom tempo que eu não estava na rua passeando enquanto entardecia em um sábado. E estar só nesses momentos é ainda melhor. É possível ouvir os próprios pensamentos para variar um pouco.

Eu assisti uns 50% de “Som e Fúria”. Motivos clássicos: a Globo e sua programação maluca para minisséries, que passam cada dia num horário – quando passam, se o futebol permitir. Mas eu me apaixonei pela série. Não só pela adaptação da série canadense que o Fernando Meireles fez em si… Mas por todo um contexto subjetivo que me é muito caro. Os bastidores… sejam de Teatro, de Cinema, do que for, sempre me facinam. Eu ainda me vejo com menos de 5 anos pensando “eu quero fazer isso” de quando eu assistia o making off da Branca de Neve no Disney Club, ou com 14 no Teatro do Centro Cultural, vendo a Carol Machado interpretar a Anne Frank e ver, no brilho do olho dela em um exato momento que todo o público estava imerso na história e pensar “É isso, é isso que eu quero fazer” – não em relação a atuar, mas em contar uma história de uma forma que pega cada um pelo pé. Segurar e calar 250 adolescentes ao mesmo tempo é uma conquista e tanto.

Sempre a velha questão: desenhar, escrever, trabalhar, crescer, envelhecer, viver a vida… Vida? Esse sonho mudou de forma, ordem e importância tantas vezes ao longo do tempo, que eu já não sei muito bem o que significa. Sei que a simples menção de seguir essas coisas como um hobby me enfurece e me enoja, sempre. Seja familiar, seja sócio, seja o diabo… Toda vez que alguém vem com a velha ladainha do “um amigo/parente/conhecido que ficou em paz consigo mesmo depois que começou a fazer essas coisas como hobby”, algo há muito enterrado se revira e contorce dentro de mim, me dá ânsia (fisicamente) e eu sinto uma vontade absurda de esmurrar a pessoa, chacoalhá-la bem forte e dizer “NÃO É ISSO!!!”.

Não sei se o ditado está certo e “Only talented people fret about mediocrity“, mas eu sou apavorada por essa figura do artista de final de semana, tanto quanto a figura do “intelectual trancedental” – esse já é assunto pra outra hora – mas eu sei que ser a pessoa que pinta pra ficar na Praça da República, ou pra colocar quadro em restaurante de amigo, ou afins me assusta e gela a espinha. É pouco. É muito pouco. E não, eu não quero pintar quadros ou participar do circuito artístico… Mas quero fazer algo que sobre alguma aspecto seja relevante, não válvula de escape. Existem pessoas que ficam felizes com isso, eu sei – e que ótimo para elas, mas pra mim, ainda me parece mais honesto comigo não fazer nada do que fazer algo desse tipo.

Nessa semana precisamos encontrar um ilustrador para um curso, e encontrar um ilustrador para e-learning é uma atividade difícil: você precisa de uma ilustração padrão Cartoon Network / Disney / afins, e paga muito mal (pq e-learning no geral é uma atividade mal remunerada pelas empresas, não chega nem de perto nas verbas publicitárias, por exemplo). Depois de ser impossível agendar o trabalho com o ilustrador que eu gosto, tivemos que começar a caçar outro… E por indicação veio um que… bem, colocou as minhas decisões de vida à prova. Primeiro por que o cara era ruim – muito ruim – e segundo porque ele está ganhando a vida assim… com aquela tranqueira. E eu sei – não é acho, é sei – que se há 02, 03, 05 anos eu tivesse decidido realmente ganhar a vida com isso, eu estaria bem melhor… Então balança, machuca, desorienta, sei lá o que faz… Mas levanta uma questão a uma parte de mim que está bem encaixotadinha pra fazer com que eu consiga trabalhar diariamente: Como esse infeliz ousa ganhar a vida assim? Eu aqui em altas considerações sobre a significancia do meu trabalho, o quanto eu poderia “fazer a diferença” e o cara lá, com um trabalho indiferente… Levando a vida.

Aí vem a megasena dando 56 milhões de reais, 28 milhões de dólares… Eu não joguei, eu nunca jogo, acho as chances de ganhar próximas de nulas mas… Nunca deixo de pensar o que eu faria se ganhasse tanto dinheiro de uma vez só. Sem dúvida, de fato, colocaria 1 milhão de cara na empresa. Nem que fosse para perder o milhão inteiro, apenas para criar uma empresa excelente e ver como seria… O detalhe: eu gostaria de ver onde ela poderia chegar, só que sem mim. Eu iria viajar, montar a casa dos sonhos, com o estúdio dos sonhos, estudar etc. E isso me preocupa. A velha pergunta do “Você continuaria trabalhando de ganhasse 1 milhão hoje?” pode ser respondida sem dúvida com um SIM. Mas seria completada com um “Mas não nisso”. E isso me preocupa em dobro.

Tudo isso pra chegar em uma recente conversa que eu tive com o Diego. Sobre o que pretendemos com essa história de desenho há tanto tempo… Só que eu o conheço, são 13 anos da mesma conversa de “um dia…” à respeito disso. Há praticamente um ano na Quanta eu sabia, e agora que o curso está chegando ao fim eu confirmo, não iria adiantar de nada se eu não soubece onde quero ir com isso. E o caso é… Ainda não sei.

Eu sou a garota – ou melhor, eu fui a garota, hoje eu sou a mulher de quase 29 anos – em uma madrugada de sábado para domingo, sentada de frente para o meu computador, literalmente cercada de apetrechos de desenho, pintura e leituras sobre escrita e literatura pensando no que fazer com isso. Uma pessoa sensata me diria que os sonhos mudam, que uma criança queria fazer isso, uma pessoa adulta tem que fazer outras coisas, assumir outras responsabilidades e deixar esses sonhos de criança pra trás. Uma pessoa, como o Irandy por exemplo, me diria me lembraria das histórias de pessoas que estavam bem encaminhadas na vida e hoje vivem de bicos. Citaria histórias de pessoas “cresceram” nesse processo de abraçar o “não dá”. Eu mesma lembraria, como sempre lembro, de filmes como “O Sol de cada manhã”, ou “8 Mille” que são filmes sobre pessoas que abraçam as suas próprias limitações de vida, e nisso encontram sua força.

Mas de fato, mesmo quando eu racionalmente abraço por umas 24 horas essas decisões, e penso sensatamente, existe algo dentro de mim que diz “isso não está certo, e você sabe”. E esse é o tipo de coisa que não se explica para as pessoas que acham que você encara suas aspirações de criança da mesma forma que elas um dia pensaram em ser jogadores de futebol, astronauta ou super-herói.

Ou pior, que olham pra você com aquele “você é muito certinha pra ser artista” não pronunciado mas sempre insinuado, explicitado em alguma história de um parente/amigo/conhecido que vive o estereótipo do artista, com alguma atitude porra-loca mal remunerada e sempre na lona. Eu sempre estive no 3º grau de relacionamento das pessoas realmente fodásticas e acredite: as pessoas fodásticas ainda cagam sentadas.

Ser essa pessoa aparentemente cordial, certinha, tímida e anti-social é o resultado de um esforço pensado, programado e muito bem executado. Quando eu me decidi por ele, achei que ia tornar as coisas mais fáceis, mas hoje em dia acho que está se tornando – demais – quem eu sou. Especialmente na visão dos outros.

E ultimamente estou cansando de perceber que eu não olho mais as pessoas nos olhos para que elas não percebam a farsa. Se você já teve uma conversa comigo enquanto eu disperso os olhos sem parar em lugar nenhum, sabe o que eu falo. E para que eu também não tenha quem encarar as coisas como elas são atualmente. Não adianta me enterrar em coisas relacionadas aos meus sonhos esperando que isso tranqüilize a parte de mim que sabe que eu não estou fazendo nada a respeito… não tranqüiliza.

Tenho medo do que vai acontecer quando essa caixinha que eu passei os últimos 14 anos construindo não me conter mais. Mas ultimamente, tenho mais medo do que pode acontecer se eu não abandonar a caixinha.

E você ainda não sabe porque esse blog é “PrixLifeBox”.

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SUPER CHEFE.

CC by B Editor

CC by B Editor

A “ingenuidade funcional” ainda me surpreende. Funcionários costumam sofrer da ilusão da “indispensabilidade“, pensando em “quando eu sair daqui de repente, quero ver o que eles vão fazer sem mim”. Quando na outra ponta, eu suspeitava. Hoje tenho certeza. Se você deixar a empresa de repente, sabe o que acontece com ela? Ela sobrevive. Pode até sentir o baque de primeira, mas tenha certeza: o baque é tudo o que você vai ter de recompensa moral. Na semana seguinte a empresa se recompõe… e talvez você, se a competência for tanta e tão despercebida como você acreditava que era.

Você pode até pensar “Quero ver onde eles vão arranjar outro trouxa que faça tudo o que eu faço com essa dedicação”, mas o fato é que acha… E assim, como final de relacionamento amoroso, às vezes acha até um melhor.

Não tenho mais nenhum pudor em emputecer pessoas sob o meu comando.

Super Nanny é um programa que existe por um único fato: durante uma ou duas gerações, os pais tentaram um novo modelo de educar seus filhos, sendo amigos, compreensivos, democráticos… E o modelo falhou. Pai, é pai, não é amigo.

Em breve prevejo o mesmo em relação as empresas. Um super chefe. Chefe é chefe, não é companheiro de trabalho.
Chefe é, e deve sempre ser, filho da puta.
Se ele não for, a empresa acaba falindo e vocês dois vão curtir a amizade na fila do desemprego.
Se ele não for, o cidadão não evolui, faz a mesma coisa por 20 anos e confunde eficiência com eficácia.
Se ele não for, a chance de escutar “E vai rolar a festa” durante o expediente, é grande!

Se você for competente, se revolta com o tratamento e bota pra quebrar – nessa empresa ou em outra só de raiva.
Se não for, absorve todas as críticas até receber o “surpreendente” cartão vermelho.

Essa é a vida corporativa.
Eu não disse que era bonita.

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TPM coletiva chega ao fim.

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Não importa se esses homens acreditam nela ou não… Não importa se existem algumas mulheres sortudas que não passam por isso, e vem com a desculpa que ela não existe… Só quem passa por ela para saber o efeito devastador: TPM – ela existe e ainda vai pegar você! Seja mulher, seja homem, TPM é uma força da natureza que faz sobrar para todo mundo.

Depois de dois dias de “eu quero morrer… Não, eu quero matar”, sinto que finalmente os caminhos se abrem novamente.

O susto, é que esse mês ocorreu uma TPM coletiva no meu Twitter e MSN, com uma mulher mais loca que a outra, desvairada, comprando briga e ameaçando suicídio.  Taí uma coisa para a qual “a verdade não liberta”.  O efeito oposto ainda é verdadeiro: quanto mais você tem certeza que seu mal humor, ódio e revolta com a vida é TPM, mais você quer aproveitar o momento pra fazer alguém pagar por isso.

TPM: quem não te conhece, que te louve!

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Em tempo, aproveitando meus aprendizados africanos por conta de um turista americano, a foto é o contrário da minha intenção: o avestruz preto é o macho.

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