Legionária desde a pré-adolescência, eu costumava tomar o versinho acima com uma pitadinha de orgulho.
Épocas Federandas, o “só mesmo morto eu descanso” era retirado de seu sentido original para algo como “só se eu estiver morta paro de fazer tanta coisa”, orgulhosa da quantidade de coisas que eu conseguia dar conta.
Os anos passaram, eu me aperfeiçoei nesse negócio de suportar o que não estou gostando por um período fora do normal. Mas hoje em dia, o verso tomou o seu sentido pretendido.
Péssima essa sensação de que só vão te dar sossego se você cair dura de vez.










