Archive for September, 2009
Ah… O amor como ele é; e como ele poderia ser…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 30/09/2009
DAS COISAS QUE ME CANSAM – VOLUME 01
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 22/09/2009
Estou cansada de estagiários bufantes. Pessoas com menos de 01 ano em qualquer atividade profissional que ficam reclamando da vida como ela é… Eu não trabalho há uma eternidade, são apenas 10 anos de irritações constantes – e eu realmente acho que isso me dá mais direito de reclamar da vida como ela é, especialmente dos estagiários bufantes. A falta de noção, de conhecimento e a ingenuidade é sempre perdoável! O que não dá são os choramingos “Ohhh, Popeye” de donzelas em perigo.
Pílulas de Veneno.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 15/09/2009
Faz mais de uma semana que não escrevo… Tenho considerado o que escrever. Por mais que esse seja um blog pessoal do tipo diário, com todas as melosidades que enojam 11 entre 10 pessoas, existe um limite aceitável até para mim. E ultimamente está muito difícil escrever qualquer coisa sem carregar nas tintas do ódio e raiva.
Ela está de volta…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 08/09/2009
Fui olhar no espelho e levei um susto:
Pescoço, colo, ombros… todos vermelhos e empipocados…
Nopes, não comi nada de diferente… Conheço bem essa reação… Tive várias dessas em 2001. Depois algumas dessas em 2003. Outras em 2007. Somando essa resistência tremenda em ir para cama, como se fosse possível frear o dia seguinte se recusando a terminar o atual; eu sei do que se trata…
A única coisa que eu não sei é… O que fazer dessa vez???
UMA PALAVRINHA SOBRE SATISFAÇÃO…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 06/09/2009
“O contentamento não depende do que possuímos: um barril era suficiente para Diógenes, mas o mundo era pequeno para Alexandre.”
C. C. Colton
ALGUM LUGAR ALÉM DO ARCO-ÍRIS
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 04/09/2009
Parece meio contraditório utilizar a Dorothy como referência, pois, ela deseja encontrar algum lugar melhor além do arco-íris e acaba descobrindo que “não existe lugar como o nosso lar” mas…
Estou começando a achar que o fato de você acreditar nisso, de existir algo dentro de você dizendo que as coisas podem ser mais satisfatórias, mais providas de sentido ou de conquista é motivo suficiente para procurá-las.
É lógico que a gente nunca sabe se é um cisne posando de patinho feio, ou um pato com sérios problemas de dissonância cognitiva mas, existe uma opção lógica matemática a ser considerada:
- Da maneira como está, NÃO faço o quero e tenho 100% de chance de não ser feliz.
- De outra forma, FAÇO o que quero e tenho 50% de chance de não ser feliz.
Então tudo isso me deixa pensando: Peixe grande, lago pequeno?
Sei que todo mundo tem defeitos. Todo mundo tem qualidades. Mas se as pessoas ao seu redor começam a ver que você tem defeitos demais, é hora de uma auto-análise básica:
- Você tem amigos? SIM.
- Você consegue fazer as coisas bem feitas? SIM.
- Existem coisas que despertam a sua paixão mais profunda? SIM.
- Você está feliz com as coisas como elas estão? NÃO.
- Você cobra a mesma eficiência na responsabilidade alheia que cobram na sua? NÃO. (E essa eu recém descobri que é muito importante e reveladora… MUITO MESMO).
Olhando o teste básico você percebe que:
- Precisa melhorar…
- Mas não TANTO ASSIM.
Se é verdade que você constantemente se atrasa por fazer mais do que as pessoas solicitam, isso não significa que você deva baixar o nível.
Significa apenas que está onde lhe exigem pouco.
E se o padrão é mediocridade (no sentido de média mesmo), que encontrem outra pessoa que possa atendê-lo.
Que a matemática, os clichês e a estrada de ladrilho amarelo estão do meu lado.



