Archive for March, 2010
Não sabe nada de química! Só literatura e gramática.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 24/03/2010
Estou me divertindo horrores – sem sarcasmo – escrevendo um curso de português nesses últimos dias. Tenho críticas quanto a ementa proposta pelo cliente (nunca vi curso de português que entra em tudo, menos em sintaxe), mas está sendo divertido vasculhar gramáticas, livros de apoio, cartilhas e manuais online sobre a nova ortografia – especialmente por que a toda hora eu tenho um momento de “Ahhh, eu lembro disso!”… É, conforme-se, eu fiz escola pública e foi boa.
Nessa de rever os estudos antigos, tive boas surpresas em relação à química. Se você não sabe, gosto tanto de química quanto de fazer canal sem anestesia. Costumava julgar que nada relacionado a química entrava nessa cabeça, mas não é verdade… O que acontece é que o trauma deve ter sido tão forte que eu bloqueei.
Nos últimos dias fui cobaia para as aulas que o Ju preparou para dar para o penúltimo ano do curso de nutrição em uma Uni-nem-tão-something-assim. E acabei ficando contente:
- Primeiro, porque eu consegui compreender o que ele estava tentando dizer.
- Segundo, porque eu lembrei já ter visto cada uma das coisas na vida. Meu cérebro ficava gritando “laboratório de química, laboratório de química”, rs.
Depois que ele de fato deu a aula, fiquei mais contente ainda. Por pior que sejam os meus conhecimentos em química, eu sei o que é um Becker e uma proveta. E isso é mais do que se pode esperar, aparentemente, de um curso de 3º ano de nutrição.
Vidas Paralelas.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 23/03/2010
Algumas resoluções de vida depois, sinto que estou vivendo uma vida paralela – e percebo que deveria estar fazendo isso há mais tempo. Porém, os outros estão sofrendo um pouco nesse período de adaptação.
Evito descarregos online… Tanto via Twitter (acredite, a versão atual é 90% free de comentários passivo agressivos), quanto dando nome aos bois no Blog. As catarses tem sido finalmente direcionadas para o meu diário. Afinal, como diz o pessoal “papel aceita tudo”.
Quem sabe assim se consiga um ar de mistério, ou diversas teorias conspiratórias ao meu respeito.
No trabalho, encarnei o cão: toda a teoria de “um bom ambiente de trabalho com regras flexíveis” tão valorizada por mim foi pro vinagre! Ela deve ser uma conquista de profissionais, não direitos fundamentais de pessoas em profissionalização. Essas precisam mesmo de chefe, de emputecer, de acreditar que “nunca mais vou passar por isso de novo” e ficar fantasiando com um mundo em que “eles vão ver quando eu largar tudo de uma vez” e todas as ingenuidades que são de direito de quem não enxergou a essência do que é “trabalhar”. É, agora o diabo veste Cortelle, e eu aposto que a teoria mais atual é que o Ju anda dormindo de calça jeans – porque, infelizmente, estamos há anos luz de qualquer um acreditar que uma mulher enfezada se enfeze pelo simples motivo de gostar de resultados excelentes.
Na vida pessoal, bem… Tenho certeza que como seres humanos reclamamos demais. Se você tem uma família que lhe suporte (em ambos os sentidos), um homem que você ama (e que mais importante de tudo, também ame você), um trabalho para travar batalhas diárias e ambientes que lhe propõe mais estudo e aperfeiçoamento, deveria querer mais o que? Carros, mansões e iates? Estou começando a me conscientizar que não há tempo para tudo isso. Ser, simplesmente ser, com seus problemas e conquistas cotidianos, já requer tempo demais de um conjunto bem finito de horas.
Estudos 2010… até agora…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 22/03/2010
Esse ano a produção não anda das melhores… Tanto em qualidade, quanto em quantidade: a média atual está em 01 rabisco a cada 05 dias, e ainda não existe nenhum que tenha realmente me agradado.
Tudo tende a mudar nos próximos dias, quando eu publicarei detalhes do meu grande desafio para 2010 – envolvendo todos os sketchbooks colecionados até agora.
Odeio emendos, remendos, jeitinhos e improvisos.
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 19/03/2010
Um dos meus defeitos – ou talvez “qualidades não praticáveis” – que eu mais fortemente tento abafar é: eu sou uma hedonista! Eu gosto de coisas prazerosas, eu gosto de coisas belas, eu gosto de luxo, de conforto e tudo mais.
Por que eu sei que é um gosto, me dou bem exercitando o quanto eu consigo abrir mão dele. Por que eu sei que é um gosto difícil de manter financeiramente, eu tento evitar as frustrações de bater de testa nos limites.
Mas não se engane… Eu gosto do pacote 05 estrelas, dos produtos exclusivos, dos itens bem feitos. Isso sem falar nos prazeres mais simples como comer uma boa comida, dormir por bastante tempo, tomar banhos demorados e… “Otros pequeños detalles” praticados com uma boa regularidade.
Admiro quem consegue viver com pouco. Quem precisa de muito pouco para ser feliz, e toda essa postura meio hippie meio desapegada das coisas materiais… mas simplesmente não é para mim.
E é por isso que estou chegando no limite com certos ambientes.
Improvisação, para mim, só é bonita mesmo no Jazz.
Gosto de ter os instrumentos certos no momento certo. Pode ser até legal usar uma faca no lugar de uma chave de fenda quando você tem 02 minutos para desarmar uma bomba, mas fazer disso um hábito vai da improvisação para o descaso em dois minutos.
Fazer o melhor com o que se tem, é uma atitude que eu dou suporte e admiro. Já não fazer questão de ter o melhor, pra ficar posando de improvisador esperto pela eternidade, é algo que simplesmente não aguento.
No Casulo
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 17/03/2010
É um costume dessa pessoa que vos escreve empurrar as coisas com barriga até que… Ela percebe que a barriga está grande demais.
Antes eu estivesse falando apenas da barriga figurativa. Infelizmente, estou falando de todas: daquela que aperta o cinto, da que envolve entregas, da que envolve bagunças e compromissos.
Por conta disso, em breve tenho novidades – que serão devidamente publicadas para acompanhamento geral. Nada melhor para nos motivar a seguir em frente, do que a vontade de não ouvir o sempre presente “eu te conheço, sabia que ia dar nisso”.
Meio vazio ou meio cheio?
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 10/03/2010

RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA – Questão de ponto de vista, upload feito originalmente por 365 Dias que Acalmaram o Mundo.
Toda minha vida atual, nos últimos 05 anos, gira em torno de uma única questão. Gira com tanta força, raiva, repetição, ódio, ansiedade, desejo e vontade que, se eu conseguir a resposta verdadeira de uma hora pra outra, das duas uma: ou eu saio gritando Eureka pelada pela rua como Arquimedes, ou eu simplesmente caio dura e morta na hora – minha missão de vida vai estar completa.
A questão é:
- Por que as coisas dão merda!??
Uma pessoa desavisada pode dizer “mas as coisas sempre dão merda, faz parte da vida” – taí o adesivo mais famoso do século XX (Shit happens) que não me deixa mentir mas… Não é essa a questão.
Quando você se debate por muito tempo com uma decisão de vida, da forma que eu me debato, estabelece duas possibilidades: uma, grande parte dos seus problemas surge porquê você precisa aprender a superá-los; outra, que grande parte dos seus problemas surge porque simplesmente não é isso que você deveria estar fazendo da vida – você está insistindo na opção errada, como um anãozinho tentando jogar basquete na NBA.
Sei que eu tenho defeitos. Esse debate deixa claro uma série deles… Insistir nessa opção, ao longo dos anos, me ajudou a estabelecer toda a série de defeitos que deve ser combatida: orgulho, soberba, preguiça, luxúria (no sentido mais amplo de valorização do próprio prazer, não necessariamente sexual seus mentes sujas, rs) etc. Como eu sou bem básica, fico com os capitais.
Só que vivo sob uma concepção pessoal, espiritual, de que defeitos existem para ser resolvidos, não ignorados. Isso é parte do que me mantém até hoje distante de dar um “chega pra lá” em tudo isso e ir de fato vender coco na praia. Eu acredito que com o esforço certo, eu poderia superar essas minhas limitações que geram problemas e caos, e passar para um novo patamar de coisas que dão errado para ser resolvidas.
Tenho ciência que as coisas dão errado em qualquer opção de vida. Mas também tenho ciência de que minha atitude em relação a resolução de problemas é muito mais pro-ativa quando eu quero realmente algo, do que quando eu não me importo profundamente. E acho que o “X” da questão é: eu nunca consegui me importar profundamente com essa opção que causa problemas para poder resolvê-los.
É… sinto que danço eternamente ao redor de uma resposta que eu já conheço.
Coleção de Verão da Corrupiola: Parte II
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 08/03/2010
Aguardo ansiosamente a chegada dos meus Corrupios recém adquiridos para contar para vocês sobre o projeto de 2010 incluindo os dito cujos.
Enquanto isso, expectativas.
Golpes, trapaças e dois “Tico e Teco” inoperantes.
Posted by Prix Dekanun in WEB on 03/03/2010
Toda vez que eu recebo um desses spams do gênero “golpe do príncipe nigeriano” eu me pergunto: quanto essa pessoa recebe de retorno? Dá uma lida na história por um momento! Quando uma pessoa – qualquer pessoa – vai lhe oferecer 15 milhões de dólares só porque não tem nada mais o que fazer com o dinheiro?
Esse é um dos principais motivos pelos quais eu não consigo ficar com dó dessas pessoas que caem em golpes de internet nos quais acreditaram encontrar “um negócio bom demais pra ser verdade”. Pode ter certza: se é bom demais pra ser verdade, é porque é mentira mesmo.
From The Desk Of Mohamed Adams (Esq.)
The Head Of File Department,
African Development Bank A.D.B
Ouagadougou Burkina-Faso
West Africa .
Phone Number 00226 78 55 49 03.
(“REMITTANCE OF $15 MILLION U.S.A DOLLARS
CONFIDENTIAL IS THE CASE”)
Compliment Of The Season,
On a very good day. I am (Mohamed Adams Esq.) The Head of file Department in African development bank (ADB) Burkina Faso West Africa.
I am looking for a foreign partner, I assured of your capability and reliability to champion this business opportunity when I prayed to God or Allah about you.
In my department we discovered an abandoned sum of $ 15 million U.S.A dollars ( fifteen million U.S..A dollars) . In an account that belongs to one of our foreign customer who died along with his entire family on (Monday 31st July 2004) in a plane crash.
Since we got information about his death, we have been expecting his next of kin to come over and claim his money because we cannot release it unless somebody applies for it as next of kin or relation to the deceased as indicated in our banking guidelines, but unfortunately we learnt that all his supposed next of kin or relation died alongside with him at the plane crash leaving nobody behind for the claim. It is therefore upon this discovery that I and one official in my department now decided to make this business proposal to you and release the money to you as the next of kin or relation to the deceased for safety and subsequent disbursement since nobody is coming for it and we don’t want this money to go into the bank treasury as unclaimed bill.
The Banking law and guideline here stipulates that if such money remained unclaimed after five years, the money will be transferred into the Bank treasury as unclaimed fund. The request of foreigner as next of kin in this business is occasioned by the fact that the customer was a foreigner, and a Burkina be cannot stand as next of kin to a foreigner. We agree that 40% of this money will be for you as foreign partner, in respect to the provision of a foreign account, 10 % will be set aside for expenses incurred during the business and 50 % would be for me and my woman colleague. There after I will visit your country for disbursement according to the percentages indicated.
Therefore to enable the immediate transfer of this fund to you as arranged, you must apply first to the bank as relations or next of kin of the deceased indicating your bank name, your bank account number, your private telephone and fax number for easy and effective communication and location where the money will be remitted. Upon receipt of your reply, I will send to you by fax or email the text of the application I will not fail to bring to your notice that this transaction is hitch free and that you should not entertain any atom of fear as all required arrangements have been made for the transfer.1) Your Full Name…………………………..
2) Your Bank Name…………………
3) Your Bank Address……………..
4) Your Age……………………………………..
5) Marital Statuses………………………………
6) Your Phone Number…………….
7) Your Fax Numbers……………….Your Occupation………………………
9) Sex……………………………………………….
10) Your Religion…………………………….
11) E – Mail………………………………………..Your’s faithfully,
Mohamed Adams(Esq.)
00226 78 55 49 03
A matemática da folga…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 02/03/2010
Situação hipotética…
Você tem um ilustrador contratado que faz “X” ilustrações em uma semana inteira de trabalho (sem conseguir acelerar).
Aí ele não trabalha mais pra você, mas quer pegar freela.
Então ele propõe fazer o mesmo trabalho “X”, em um final de semana, e para isso cobra o salário de 01 mês.
Tem alguma coisa errada na minha matemática ou não?








