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Coleção de Verão da Corrupiola: Parte II

Aguardo ansiosamente a chegada dos meus Corrupios recém adquiridos para contar para vocês sobre o projeto de 2010 incluindo os dito cujos.

Enquanto isso, expectativas.

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A matemática da folga…

Situação hipotética…

Você tem um ilustrador contratado que faz “X” ilustrações em uma semana inteira de trabalho (sem conseguir acelerar).

Aí ele não trabalha mais pra você, mas quer pegar freela.

Então ele propõe fazer o mesmo trabalho “X”, em um final de semana, e para isso cobra o salário de 01 mês.

Tem alguma coisa errada na minha matemática ou não?

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Lord I miss you!!!

No pacote das coisas estranhas da Priscilla está o fato de que eu não gosto de video-clips. Acho que eles estragam a música, fornecendo um conjunto de imagens que sempre irão vir a mente quando você escutar a música. E eu – mais bizarro ainda – costumo criar histórias para as músicas. Não novos video-clips… Histórias mesmo… Grandes o suficiente para a música caber perfeitamente em alguma parte da trilha sonora. Toda música que eu gosto seria a parte perfeita em uma trilha sonora de uma história ainda não escrita.  Loucuras à parte, o vídeo abaixo é tosco – a música eu amo (todo o anterior foi só pra explicar isso).

Embora eu admita que estou doente de saudade do Ju, isso não está nada relacionado com o motivo dessa semana estar uma “M” bem grande. Não estou conseguindo terminar nada, finalizar nada, me estressando por causa de pouca porcaria, comendo e dormindo como um urso, passando mal com o calor toda manhã (e felicíssima de estar sentindo frio hoje) etc.

Para piorar ainda estou num daqueles dias em que você é grossa desproporcionadamente com alguém… Aí você fica com peso na consciência, tenta ser mais legal, vai levando e aí… Explode pior do que da primeira vez. A gente devia deixar as coisas como estão quando nos falta paciência. Não gosto de magoar pessoas, mas eu magoou.

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ESTÁ FALTANDO… Tempo…

Estou me sentindo sobrecarregada. De trabalho e de pensamentos. Há alguns dias atrás estava lidando com a minha procrastinação de uma maneira bem mais focada. Não sei se estava sendo mais produtiva, mas estava acreditando que tudo poderia ser diferente. Aí aconteceu um desses mal entendidos que sempre acontecem e… Eu me deixei abalar por todos os cantos. Comecei, mais uma vez, a repensar coisas que já foram repensadas à exaustão, e ressuscitei crises que eu já não tinha há muito tempo… E desde então eu voltei a rabiscar… Algo que pode ser bom ou mal, depende de como os dias se desenvolverem.

A questão é sempre a mesma: missão! A dúvida essencial é essa! Se estou aqui para aprender a ter a responsabilidade de lidar de maneira justa com aquilo que não era muito bem o que eu imaginava (mas a vida anda, os sonhos mudam e essas coisas…); ou se estou aqui pra largar esse desconforto confortável e bater o pé para fazer funcionar os meus sonhos do jeito que eu os sonhava.

Não consigo encontrar uma única pessoa que entenda a questão – quando mais que arrisque opinião.

A única coisa que tenho estado mais ciente é: eu sou por demais influenciável – e só percebo isso quando já é relativamente tarde. Antes eu me pautava pelo que o antigo chefe considerava “desenvolvimento” – até perceber que era um desenvolvimento “venha à nós”.  Hoje, tenho pautado “desenvolvimento” pelo que o sócio considera possível, realizável e adequado; porque é uma forma de pensar racional e que faz completo sentido (racionalmente), mas… O meu emocional bate o pé que é bobagem! É muito naturalismo para o meu iluminismo!

Enquanto nada é decidido, procrastinação para todos os lados…

Para vocês, procrastinação (surrupiado do blog “smellycat.com.br“):

Procrastination from Johnny Kelly on Vimeo.

E ainda, coisas que eu não contei recentemente:


Alô, Alô W/Brasil.
No dia que eu fui na Lanchonete da Cidade com a Gleici e a Mayra, nós estávamos sentadas pertinho do Washington Olivetto. Ok, é algo que interessa mais que uma publicitária do que outra coisa mas… Vale a pena constar. Outra coisa que vale a pena constar é: o lugar é lindo, o lanche é muito bom mas… o X-Bacon Picanha do Osnir (não só pelos seus R$ 16.00) mata a pau o equivalente de lá (e sim, talvez custar R$ 24.00 tenha influenciado um pouco a minha sensação de “que roubo”.

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Quando você for num templo budista em Cotia pela primeira vez, tenha certeza que você está levando dinheiro e não só Cartão de Débito. Caso contrário você pode conhecer um lindo lugar mas… passar fome o dia inteiro e atacar o primeiro Habibs que encontrar na volta.

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ESBRAVEJANDO.

Está difícil postar esse ano. 50% do crédito vai para a minha agenda vermelha (Molesline Daily Planner) que toma quase toda a vontade diária de escrever alguma coisa, e 50% porque eu simplesmente não estou com vontade de escrever. Parece que algumas coisas se repetem inexplicavelmente como se eu estivesse vivendo o dia da marmota, e eu não estou com paciência para elas. De outro lado, as coisas vão muito bem – mas seria muito gay (di minina, como diriam no colégio) relatá-las e eu até tenho dado um crédito meio fora do normal para o olho gordo – quer dizer, para tentar evitá-lo.

Hoje tirei o dia para aborrecer colaboradores. Não é uma atividade planejada para a aporrinhação… É uma atividade planejada para “ver se cresce”.  Existem algumas qualidades profissionais que ou você desenvolve, ou vai ser professor (como o batalhão de prestadores de serviços nossos que anda fugindo para a licenciatura, mestrado e áreas de pesquisa).

Existe uma série de peguntas que toda pessoa deveria poder responder antes de começar a trabalhar em algo, ou depois que completar o trabalho – desculpem os palavrões, mas no momento eles tornaram-se parte intrínseca da comunicação.

  • Por que você está fazendo isso? Parece besteira, mas não é. Sem dar nomes aos bois, estou achando incrível a quantidade de gente que ignora isso (e a quantidade de vezes que essa gente ignora isso). Funciona assim: você fala para a pessoa ‘construa uma mesa’. E ela volta no tempo normal com uma mesa – só que ela começa a fazer antes de saber se a mesa é de jantar, de centro, de festa, de jardim… Ela simplesmente faz uma mesa e acha que está ok. E ainda se aborrece quando você pergunta “mas por que você fez uma mesa assim?” – Eu deveria ser mais específica? Poderia. Mas quando se contrata alguém que supostamente quer ser um trabalhador profissional, ele precisa pelo menos formular as dúvidas necessárias para agir. Se contrata pessoas para que pensem, não para que executem como robôs.
  • Você pode terminar esse serviço no prazo estipulado? Essa então está virando um clássico. Quando você lida com freelas, eles querem saber de trabalho entrando… Mas pouco sabem de como o trabalho vai sair. Você fala que tem X coisas para fazer em Y tempo por Z dinheiro, e os olhos brilham mais que o sol. Mas não demora muito pra você ouvir que X é muita coisa para um Y tão curto e que talvez  isso valha mais Z. Ele tem razão? Provavelmente tem… Mas novamente: pqp, vc é o profissional. Sua obrigação, ao aceitar um trabalho que não tem obrigação de aceitar é verificar se pode realizá-lo. Profissional é dizer: “Até Y, eu só consigo fazer 1/2 X” – está tudo bem com isso, você contata outra pessoa para ajudar a completar o trabalho e finalizar em tempo. É possível que você perceba que o trabalho vai levar mais do que o necessário só no meio dele? É… Mas nesse caso, avise mesmo quando chegar no meio dele… Não na data de entrega.

Os amigos que adoram os rótulos “cientista” – como a Marcela e o namorado – vão odiar essa comparação de incapacidade com a ligação ao pessoal do mundo acadêmico – mas afirmo que a intenção não é essa. Minha crítica não é ao meio acadêmico sério… E sim as pessoas que não conseguem tirar o mundo “escolar acadêmico” da cabeça. Que acham que no mundo corporativo o “esforço” é tão importante quanto o resultado, que existe sempre uma prolongação de prazo debaixo da manga e que adoram puxar o “mas eu aprendi assim…” ignorando que isso não anula o “não foi isso que eu lhe pedi…”. Isso sem contar na atitude mais amada. Pessoas que começam a puxar qualificações que só caberiam no lattes para as suas assinaturas, como se isso fosse abrandar a informação de “o trabalho ainda não está adequado”.

Cruel? Sem dúvida!

Mas por favor me informe quem foi o puto que te disse que não seria assim?

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