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Feliz 2012, ano do Dragão!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 22/01/2012

Estava esperando uma inspiração significativa para dar início ao blog em 2012. Já tinha decidido a abordagem de todos os blogs, o tipo de post e tudo mais… Mas o que sempre pega com esse tipo de decisão, é que a minha decisão não concorda com a realidade – e vice e versa. E eu não queria aparecer por aqui reclamando. Mas aí eu pensei um pouco sobre o dia em que eu vou finalmente parar de reclamar, e cheguei a conclusão que morta não dá pra postar.
Brincadeiras à parte, 2012 é um grande ponto de interrogação.
Tenho tantas expectativas com relação a esse ano, quanto problemas para resolver. Agora eu posso voltar a falar um pouco mais sobre trabalho. Passei um ano fora da minha empresa, trabalhando como consultora na empresa LabSSJ (uma empresa de soluções em educação), e depois de um ano eu simplesmente tive que estabelecer um ponto até onde o meu trabalho ia, comunicar os meus pares até onde ia e ir embora a partir daquele dia. Um dia, daqui uns 05 anos, sob pseudônimos e depois de muita reflexão eu poderei explicar, para os outros e pra mim, o que foi esse último ano. Por hora, eu só consigo dizer que foi no mínimo “curioso” o jeito que eu tive que ir embora e o que eu vivenciei nesses últimos 12 meses. Pelo menos duas certezas se firmaram na minha mente: a primeira, que não tenho mais o necessário para ser “funcionária” (não há regressão no desejo de autonomia) e que se um dia eu participar de uma seita, culto coletivo ou histeria de massa vai ser algo do tipo “pessoas que achavam que jamais conseguiriam participar de uma seita, culto coletivo ou histeria de massa”. Como diria meu amigo Kurt, “I’m not like them…” – but I could pretend… Pude por 12 meses, e foi o limite. Não dá pra se sentir “criativo, inovador e diferenciado” toda hora se você tiver o indicador de “senso crítico” ligado… E se, feliz ou infelizmente, tiver essa dificuldade latente de não se segurar e dizer que “o rei está nu”.
De problemas mais urgentes, tenho diversos projetos na empresa precisando de corações e mentes; uma pós toda estropiada pra resolver como terminar (novela das novelas); uma reeducação alimentar em andamento que está sofrida e uma casa que, se investigada cientificamente, pode oferecer diversos padrões e modelos de estudo para o Big Bang, teoria do caos etc.
De resto, estou fazendo um “reencontro” com partes de mim meio que abandonadas. Uma delas é desenhar, como você pode ver acima – embora esse reencontro esteja parecendo o reencontro de duas carretas desgovernadas. Já fiz muitas aulas, comprei muitos livros, muito material e muitos sketchbooks… E quando digo muitos, é MUITOS MESMO o que quero dizer. Não tenho a liberdade, o direito ou o que for de não aprender a fazer isso direito de uma vez por todas. Ainda mais quando eu sei, SEI, sei mesmo que tudo é uma questão de treino e prática. Quer fazer algo com maestria, só tem um método:
- Escolha algo que você ame.
- Pratique.
- Pratique.
- Pratique.
Essas redes sociais…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 21/11/2011
Desde o último Intercon, tenho pensado na questão da “comoditização da pessoa” como acabou sendo colocado lá por essa nossa participação gratuita e voluntária nas redes socias; doando conteúdo para que elas funcionem e expondo mais do que deveria da própria vida. O que, de repente em uma dessas aulas da vida me levou a uma pseudo epifânia:
Essa Internet está matando minha criatividade.
Não digo criatividade com “C” maiúsculo, porque ela não está matando nada assim tão significativo quanto a descoberta de uma nova fonte de energia sustentável ou a cura de alguma doença (curas de doenças são com o Starcraft Husband, rs) mas o simples produzir… o fluxo de viver a vida, pensar a vida, entender a vida.
- Antes desse blog, eu escrevia longos diários… Repletos de ladainhas, reclamações e letras de música, rs – o blog acabou com isso.
- Depois disso veio o Twitter… E ele jogou uma pá de cal nesse blog (claro, somou-se a isso uma temporária aventura profissional que eu não queria escancarar por aqui, um novo relacionamento que eu não queria compartilhar com ninguém além de nós dois…) .
- E então veio o Facebook… que enterrou de vez o diário, o blog e o Twitter.
Não acredito que o mundo perca muito com a redução da minha produção online.
Mas sinceramente acredito que eu perdi muito com a redução dos meus diários. Existe uma fragmentação de pensamento, um descarregar sempre nas horas mais tensas que não ajuda. E sim, eu vou ser bem House à respeito de tudo isso: as tijoladas que eu dou online não fazem eu me arrepender tanto pelos feridos, mas mais por a incapacidade de criar blocos maiores que elas provocam.
Toda essa participação no Facebook, faz com a minha capacidade criativa seja como gás de um refrigerante de dois litros que é aberto de 15 em 15 minutos: desaparece. Por outro lado, quando eu guardo as coisas para mim… Bem, no final das coisas tudo sai meio assim:
E num futuro próximo ou longo, eu prefiro ser acusada de intransigência do que de apatia.
PROCURA-SE!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 10/08/2011
Troco cérebro paralisado pelo número de coisas que tem para fazer – não por aquelas que ele está realmente fazendo – por um com botão de liga e desliga de determinadas questões, com a capacidade de foco fixo em uma atividade pré-selecionada pelo tempo necessário para executá-la.
Paga-se bem! (Contanto que seja no cartão de crédito, com possibilidade de parcelamento)
Anos Ímpares
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 21/07/2011
Eu odeio anos ímpares! É um preconceito reforçado por anos e anos de observações seletivas. De qualquer forma, eu já olho com certo desprezo para o dito cujo muito antes dele começar… Mas por mais incrível que pareça, esse ano eu pretendia relevar o fato.
Afinal de contas, o que não gostar a respeito de 2011?
- Estar alocada em uma empresa para aprender e colocar soluções diferentes para funcionar?
- Mudar com o meu namorado e começa a construir uma vida a dois?
- Acreditar que, com a minha ausência momentânea da empresa ela cresceria absurdamente, já que pelo que sempre se disse eu representava os grandes entraves que ela enfrentava?
Não foi bem assim!
Nunca é bem assim!
Primeiro porque sonhar o sonho alheio requer uma boa dose de “água mole em pedra dura”. Você tem que estar com vontade de mudar corações e mentes, vender suas ideias, construir com o tempo… Sinceramente? Eu não tenho essa paciência; não dessa forma. Eu montei uma empresa para fazer as coisas do meu jeito, para investir que as coisas fossem feitas do meu jeito e colher o resultado disso (bom ou mal). O conhecido joguinho corporativo não me interessa… Especialmente quando você vê de perto como é pago no dia seguinte o esforço desmensurado que se pediu no dia anterior; não gosto de ver isso e não gosto de pensar que na minha ausência se faz isso em meu nome. Pequenas pessoas, pequenos problemas, brincando de War com seus peões de plástico! Tô fora!
Segundo, a construção de uma vida a dois. A construção de uma vida a dois envolve o quanto um pode assumir. Mudam-se as décadas, mudam-se os séculos mas… se uma mulher quiser que algo seja feito, bem feito ou de qualquer jeito, ela vai ter que fazer. Não tenho tanto problema com isso, mas ainda não consegui internalizar a existência de três turnos… O de trabalho, o de casa e o de cuidado/desenvolvimento pessoal. Como diria um desaparecido amigo, homens são como filhotinhos de cachorro: fazem bagunça, fazem sujeira, fazem bobagem quando tentam te deixar feliz, mas impossível não olhar pra cara deles e não amá-los. É aceitar isso e afastá-los dos cristais… No meu caso dos vidros, dos aparelhos eletrônicos, da máquina de lavar ou de qualquer atividade aberta para interpretação.
Terceiro… Nem vou comentar o terceiro. Não vou ser acusada de calúnia e difamação, por ser sincera e realista… Cada um, e esse um mais especificamente, deve ter a capacidade analítica para assumir sua parte da conta… Afinal de contas, eu não sou tão boa assim para detonar iniciativas à distância. Se se tira a bola de ferro da perna e a mesmo assim a coisa não decola, precisamos avaliar a questão.
E pra piorar… acontecimentos sútis, recentes…
E eu olhando pro lado e me perguntando: por que a gente (aqui num sentido mais amplo e universal) perde tanto tempo com bobagem, com política, com aparências. E por que eu, mais precisamente, estou com tanta dificuldade desse vez de executar o meu plano provado e comprovado de sucesso: sentar a bunda e fazer.
I’m just here for the money!
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 16/06/2011
Trabalhar por amor, amor ao trabalho e contas no final do mês – você sabe ao certo o que faz você levantar todas as manhãs?
Vamos pensar um pouco. No mínimo oito horas por dia, 05 dias por semana, 40 horas por semana – se você tiver sorte. Nesses mesmos 05 dias você, muito provavelmente, dorme algo entre 06 e 07 horas… 07 horas? Vamos ser otimistas! 07 horas por dia, 05 dias por semana, 35 horas por mês: é isso! Você trabalha no mínimo 40 horas por semana, e dorme, no mesmo período, no máximo 35 horas.
Não vamos entrar em contas mais deprimentes. Não vamos comparar o tempo que você não aproveita com a família, o tempo que você não dedica a manutenção da sua saúde ou de uma alimentação saudável. Não vamos nem contar aqueles planos de inicio de ano que você não colocou pra andar pela falta dessa matéria inestimável – o tempo. Se ainda existisse uma oferta do tipo “realize seus sonhos dormindo” você poderia até tornar as coisas mais produtivas… É claro que não tão produtivas quanto o trabalho – afinal, de acordo com as contas, você pode notar: você tem a sua disposição mais trabalho do que sono.
Por que trabalhamos afinal? A resposta mais óbvia diz respeito a nossa subexistência. Trabalhamos para existir: pra comer, pra vestir, pra pagar seguro saúde e pegar ônibus lotado, ou trânsito, ou comprar uma bicicleta e reclamar da intransigência dos motoristas. Mas isso não é tudo… Se isso fosse tudo, teríamos muito mais políticos corruptos, traficantes e vendedores da Herbalife do que já temos. Trabalho também tem um equilibrio entre “quero” e “posso”. Muita gente quer ser um Ronaldinho, poucos podem.
Isso significa que trabalho é resultado único e exclusivo de competência? Se você levantou a mão para dizer que sim, já lhe digo: pare de ler esse texto, e vá trabalhar, que aparentemente você não tem muita experiência prática no assunto. Pequenas pessoas, pequenos poderes, pequenas tarefas sem sentido e gente que tem tanta vontade de ir pra frente quanto uma mula manca são partes intrínsecas do pacote.
No final das contas, o trabalho acaba sendo estruturado ao redor do seguinte tripé:

Talvez um tripé não seja a melhor analogia. Um tripé sugere que deve haver um equilibrio para manter o que quer que esteja sobre ele. Aqui não é o caso. Talvez um bom equilibrio entre esses três fatores seja capaz de lhe manter numa posição satisfatória mas… Minha questão com relação ao trabalho nunca se resume ou resumirá a satisfação. Satisfação é para os fracos. Eu falo de excelência extraordinária, propósito, significado para uma vida que se extingue tão brevemente quanto se nota. Eu falo em fazer diferença de maneira significativa dentro dos seus critérios, do porque você realmente sai da cama quentinha, dos braços amados, das diversões queridas quando seria muito mais rentável fazer muitas outras coisas além das que você faz hoje… Satisfação é o “Why can’t we be friends?” do mundo moderno classe média que imagina que tudo está ok, existe muito pouco a se avançar e assim as coisas estão legais, e vamos levando. O “quentinho”, o legal, divertido e dentro dos padrões do que pode ser executado é a morte dolorosa da alma – pelo menos da minha alma.
Eu não sei o que nos faz trabalhar. Não tenho a resposta, apenas a questão. Não acredito que seja só o dinheiro. Acredito que o dinheiro é a desculpa social pra muita M* que aguentaríamos sim, mesmo sem ele. Alguns gostam de criar seus infernos na terra, e pra alguns o inferno na terra é o próprio paraíso. O que eu gostaria de poder responder é como nos mantemos acima de toda as forças que nos desmotivam, desvalorizam e nos dão vontade de vender coco na praia e abrir mão de tudo… Quem tiver insights, agradeço.
Soldier
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 06/06/2011
Ando fã de resumos beeem objetivos.
O do final de semana foi o refrão para a minha geração:
“I GOT SOUL, BUT I’M NOT A SOLDIER!”
05, 06 anos atrás, a minha atual situação profissional teria sido fantástica.
Hoje é muito legal mas… não é minha.
Geração “Y” my “S”
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 26/04/2011
Estou em choque!
Já não bastava a tonelada de bobagens sobre “Geração Y” que pululam por aí, agora começaram a chegar no meu Google Reader os artigos sobre uma infame “Geração Z”. Isso indica que em breve, a temporada de bobagens e generalizações estará aberta. Uma tsunami de bobagens e generalizações, pode esperar…
Falar de “Geração Y”, é acertar a minha espinha nervosa com uma machadinha cega! De todas as coisas que se escuta no mercado corporativo, poucas são tão irritantes, insignificantes e mal representadas como essa. Quando eu estudava “Psicologia do Consumidor”, pensar em Baby Boomers, Geração X, Geração Y até fazia sentido – pouco pelo “perfil” tão alardeado de cada fase; mais pelo fato de que se você quer conquistar corações e mentes (na época que eu quis ser Publicitária, a Publicidade ainda tentava isso) você precisa conhecer o repertório e imaginário com o qual está lidando… Sob esse aspecto, pensar nessas categorias ajuda. Mas para por aí.
Agora o que eu encontro são 10.000³ artigos sobre “Como encantar a geração Y”, “Como lidar com a geração Y no mercado de trabalho”, “Como estabelecer comunicação com a geração Y” e blá, blá, blá. O mais interessante, é que muito desse blá, blá, blá vem exatamente de pessoas na minha faixa etária (que tecnicamente pertencem a tal da geração Y, já que se considera que essa seja a geração de nascidos pós 1979), como se estivessem falando de algum extra-terrestre descido na terra na semana passada.
Não estou ingenuamente querendo negar que existam diferenças de geração para geração – de maneira nenhuma, elas existem MESMO. Mas não são tão significativas assim que mereçam livros, tratados, vídeos, documentários e o diabo a quatro. Gastar tempo e dinheiro para bolar estratégias para “cativar e tornar o trabalho interessante” para essa ou aquela geração é de doer – motivação para o trabalho é conta para pagar no final do mês. Esse é o fato! Um trabalho “motivador e significativo” não é responsabilidade da empresa, é responsabilidade do indivíduo. Não quero ninguém me enganando com puffs no lugar de mesas, falsas libertadades e o diabo a quatro, enquanto me pede pra trabalhar 14 horas por dia e não ter vida pessoal (referencias sobre o vídeo do Google são necessárias*).
Recentemente, por indicação do meu professor de desenho, li o livro “A arte cavalheiresca do Arqueiro Zen“. O livro é um relato auto-biográfico do pesquisador e filósofo Eugen Herrigel, sobre os anos que ele passou no Japão aprendendo a Arte do Arco e Flecha como forma de adentrar na doutrina do Zen. O interessante do livro – e o motivo pelo qual o livro foi indicado – é perceber a relação entre quem somos como pessoa e as dificuldades encontradas para “aprender” uma arte; como as nossas pré-concepções, falta de paciência etc., afetam o processo. E a transmissão desse conhecimento é a mesma por séculos. É ensinada hoje, como se ensinava séculos atrás e: as pedras na estrada são mesmas ao longo do tempo, mesmo que sejam experimentadas de maneira diferente para cada pessoa.
O pensamento por trás desse livro, e aquela piadinha de Gestão (que diz que devemos lembrar os gerentes de projetos que 09 mães não concebem um filho em um mês) é o cerne da minha questão com tanto cuidado com a geração Y – e muitas das outras questões “da modernidade” – crescimento e desenvolvimento como pessoa não acelera simplesmente “porque essa geração é mais impaciente”. Você não vai ter o mesmo aproveitamento de um “Dom Quixote” num resumo de 15 páginas simplesmente porque “essa geração não gosta de ler”. Há um limite de atalhos, facilitações etc., numa vida que pretende ser “real”. Na vida não dá pra ficar fazendo “releitura” de Romeu e Julieta com final feliz, só porque essa geração é alto astral.
Se você tem a sorte de não estar muito por dentro do que é a “Geração Y” (que já está ficando para trás), esse vídeo ajuda:
* Se você não entendeu a referência ao Google, precisa assistir “Google Fábrica de Ideias“, que mostra um pouco do ambiente de trabalho, como funcionam as contrações e a administração geral do Google. Algumas pessoas acham lindo! Eu faço parte daquelas que, se você me trancasse naquele ambiente por 15 minutos, eu procuraria uma janela de banheiro para fugir do local, atacando seguranças se fosse preciso. Se você for muito nerd, eu posso facilitar a comparação dizendo que eu sou um individuo e não tenho planos de ser assimilada pela coletividade Borg… mas cada um, cada um.Livros 2011
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 25/04/2011
Hoje eu atingi 10% da minha meta de leitura para 2011 no Skoob (que está atualmente em 130 livros). Isso significa que na realidade (pq eu não sou tão doida de imaginar que eu consiga realmente ler 130 livros em um ano) eu estou com um pouco mais de 20% da minha meta anual em dia: 52 livros no ano, um por semana.
Mais do que ninguém eu sei que qualidade supera quantidade. Mas eu sei também que a gente tem mania de racionalizar dessa forma pra manter a bundinha sentada no lugar mais confortável possível. Por hora, dos 13 livros que eu já li esse ano, posso dizer que estou feliz com a quantidade (ano passado li míseros 08 livros) e satisfeita com as leituras; apenas 01 terço desses tem sido um desperdício de árvores (e não só porque a Amazon e meu iPad tem se tornado ótimos amigos).
Dado que esse é um ano de TCC, eu ainda tenho algumas leituras cabeludas pela frente mas… Estou realmente animada como ritmo da da coisa. Só falta engatar um pouco mais porque o Skoob me diz que estou num ritmo de 26 páginas por dia…
Sim, estou absolutamente viciada Skoob. Estou adorando ter um lugar para centralizar livros comprados, livros na fila e escrever algumas bobagens sobre os trechos mais significativos. Só gostaria que eles tivessem feito uma parceria com a Estante Virtual ao invés de tentar desenvolver o próprio sistema de troca de livros.
Mas a paixão pela Estante Virtual fica para outro Post.
Dúvidas de uma tarde nervosa…
Posted by Prix Dekanun in BLÁ, BLÁ, BLÁ on 13/04/2011
Na faculdade de Design/Desenho Industrial/Design Multimídia e afins não há trabalhos que não sejam de “operador de suíte Adobe”?
Que pedir para um designer se expressar em palavras além de “Mim Designer, você Jane” é demais, eu já sabia mas… Qualquer criança de 07 anos bate de 10 a 0 em utilização do Word, por exemplo (elas sabem mudar a fonte, utilizar estilos, usar índices automáticos, incluir números de página, essas coisas… como abrir o programa).
Eu posso ser chata – quer dizer, eu provavelmente sou num nível 300% maior o que eu imagino – mas eu conheço uma competência chamada “diagramação” – diagramação é uma competência de um designer. Se você sabe “diagramar”, você diagrama no que for… Indesign, Word, PowerPoint, Painter, notepad, mimeográfos e folhas de sulfite… Se essa sua competência só funciona em programas ditos “gráficos” a sua competência não é diagramação, e sim “Operação de programa X” – então vamos deixar claro: todo o colorido do seu cabelo, roupa e post it’s no seu Mac não o diferenciam tanto assim de um operador de empilhadeira.






