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Problema de Pauta



Untitled, upload feito originalmente por fidanovska.

Estou assustada, analisando em retrospectiva, a minha participação em todos os meus blogs – sumi, definitivamente sumi!

E pior: estou com crise de pauta! Não faço ideia do que é relevante dizer ou não… O que se atualiza, o que se comenta.

Não estou gostando dessa situação de estar “ausente de palavras”. Acho que é a primeira fase da minha vida em que eu não estou gastando um bom vocabulário em dizer nada: nem blogs, nem diários, nem trabalhos acadêmicos ou profissionais… Simplesmente não escrevo. Sinto que se isso acontece por mais tempo, em breve eu encontro problemas por “entupimento de racionalizações” – em breve será diagnosticado como uma doença real.

Mas o que dizer afinal?

Que nesse final de mês eu vou morar com o namorado? Isso não é nem novidade… Já faz mais de mês que estou morando com ele – novidade vão ser as minhas coisas me seguirem nesse intento.

Que eu estou toda assustada com o desafio “como terminar a pós esse ano?”? Fico feliz que não existam pós-graduações para terminar em até 10 anos, senão essa seria a duração da minha… Segundo semestre vai ser uma alegria de TCC, matérias e trabalho que só eu mesma pra me meter nessa.

Que eu não sei onde trabalho? Tenho uma empresa – para qual não vou há 04 meses. Presto consultoria em outra (há 04 meses) e nem sei até quando fico… Dúvidas, dúvidas, dúvidas. Está ficando complicado pensar na janta quando você não tem nem certeza do almoço.

E todas aquelas resoluções de ano novo que não saem do papel (e nesse ano, nem do online onde foram depositadas).

Complicado, viu!?

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É difícil escrever…

Feliz!

16 meses de falta de inspiração para “pet posts”. Preciso aprender a focar a vontade nisso.

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Virtudes

Em breve…

Não vamos fazer um check-list, senão a coisas fica feia – ninguém gosta de gabaritar as avessas!

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Aluguel



For Rent Sign, upload feito originalmente por GoTRISI.

Deus!
Eu acabo de ser avisada que terei oficialmente um desses agora, pela imobiliária… hiperventilando!

Que Deus nos ajude e…
É por isso que não dá pra ficar brincando de lojinha com quem olha as pingas que a gente bebe, mas não os tombos que a gente leva… clichê, clichê, clichê mas… ou é assim, ou não é vida!

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Responsibility.

Let’s play this way: When your work is directly responsible for more than 50% of sales across the company, then you come talk to me about responsibility.

When you produce the work equivalent to a team of 06 people (even late), then you come talk to me about responsibility.

When you are the person responsible for the content, for technology, for design, for the technical guidance of people who are proud to give blood when things blown up, just because they didn’t give brains before, then you come talk to me about responsibility.

Or rather, do this: when you produce something that translates into a penny in my pocket, then you come talk to me about responsibility.

Until then, while I’m the one sleeping for three to four hours a day during the week, with outstanding debt in my account, with no extra income from any extra work, with a terrible health to do this shit happen, getting (when receiving) a third of what would be gained in any other place, and even so, unablle to give any opinion about accounts, about the door, the cleaning, the organization – milking stones of people who work in a knowledge company with the behavior of an administrative division, without your presence, without your help – while all of these things are true, you do not talk to me about responsibility.

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Na pilha de projetos para “someday”…



Perfect Strangers – Deep Purple, upload feito originalmente por L de M.

Eu amo essa música…
Há alguns anos, eu comecei a escrever um texto sobre ela (livro é uma palavra muito pretensiosa até você chegue a um determinado número de páginas)… Na verdade, um texto pensando nela como trilha sonora… Mas ficou na pilha de projetos pra um dia – sabe aquele dia que nunca chega? Então…

Mas agora nem me sinto mais a vontade para escrevê-lo… a última coisa que eu gostaria seria parecer Stephenie Meyer fã por assuntos correlatos.

Coisas bizarras da vida.

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02 membros!

Imagem surrupiada do excelente post sobre procrastinação, disponível nesse blog:

Quem nunca passou pela sensação de ter que montar uma estratégia para enganar a si mesmo, como se contivesse um sem número de entidades diferentes dentro de si – todas tramando não fazer o que é preciso naquele momento, não sabe o que é procrastinação – só o que é preguiça mesmo! rs

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Condescendência é uma arma carregada.



happiness is a warm gun, upload feito originalmente por badjonni.

“Those who came before me
Lived through their vocations
From the past until completion
They will turn away no more

And I still find it so hard
To say what I need to say
But I’m quite sure that you’ll tell me
Just how I should feel today

I see a ship in the harbor
I can and shall obey
But if it wasn’t for your misfortunes
I’d be a heavenly person today

And I thought I was mistaken
And I thought I heard you speak
Tell me how do I feel
Tell me now how should I feel

Now I stand here waiting
New Order – Blue Monday

Condescendência é uma arma perigosa. Voltada a nós mesmos, é uma arma fatal. A gente se engana com um sem número de racionalizações – que a gente não controla a vida, que as coisas nem sempre acontecem como a gente esperava, que uma coisa são sonhos outra é a vida, que estamos vivendo “deixando a vida nos levar”.

Tudo bobagem.
Mostre-me uma pessoa seguindo “o ritmo da vida” e eu lhe mostrarei um covarde!

Existe a pessoa empolgada por perseguir seus sonhos.
Existe a pessoa empolgada por tentar descobrir seus sonhos.
Existe a pessoa atormentada.
Não existe a pessoa “satisfeita” – o que as pessoas chamam, socialmente, de satisfação é a mais pura e simples condescendência…

… Satisfeitas com empregos de merda ou nenhum emprego.
… Relacionamentos meia boca ou nenhum relacionamento.
… Sonhos guardados pra um dia quando o bolso permitir são sempre sonhos mortos.

Ganhar a vida requer um bom nível de “satisfação social”, “responsabilidade saudável” ou pura e simples condescendência… Mas até a pessoa mais integrada no sistema enfrenta o dia no qual a sua capacidade de sintetizar tantos “é isso que deve ser feito” se esgota… o corpo simplesmente não aguenta mais.

O que eu chamo de condescendência?
Essa facilidade de aceitar sempre algo abaixo de excelente como normal. Dias a 50%, resultados a 50%, sonhos a 50% etc. – porque afinal “a vida é assim mesmo não é?”.

Não é!
Basta olhar no olho de alguém “centrado” e você irá observar a triste verdade – que como diria o Ultraje a Rigor “se a gente tá comendo capim é porque a gente quer, se não quiser, nós somos livres”. Assustador olhar nos olhos de quem tem o displante de encarar a vida de frente e dizer “isso é pouco demais para mim” – como ousam!?

Tudo o que sei é que se você vai abrindo essas concessões com muita frequência, em muitas áreas, uma vez após a outra… Quando você percebe está perto de explodir tudo e se colocar numa situação muito complicada.

“But I swear that I don’t have a gun!”

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Faz tempo não… perde tempo!



O tempo que você gosta de perder .., upload feito originalmente por Carol Frias.

So much to say…
So little time…

Tá difícil… mas em breve eu volto… prometo.

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A Ironia da Vida



Heavenly Irony, upload feito originalmente por Todd Klassy.

A vida tem uma maneira irônica de rir de você no final das contas…

Ainda acho que se São Pedro está mesmo na porta do céu decidindo quem entra e quem não entra lá, ele deve ter a cara do Nelson dos Simpsons e vai fazer um “aháááá!” apontando pra mim ao me ver por lá!

Pessoas com ambições artísticas e cagaços solidificados decidem bem cedo que não podem viver de brisa. Elas precisam de um salário no final do mês! Investem e se aperfeiçoam nesse sentido e encontram um emprego de “gente grande”, pensando que quem trabalha de graça é relógio…

E no entanto…

E no entanto parece que a vida ou o destino tem um jeito todo particular de te levar ao encontro dos seus maiores medos… Só pra mostrar que você sobreviveria de qualquer jeito.

Essa é a parte positiva da lição – “No final, tudo se ajeita”.
A parte negativa é: “Por que então perco meu tempo?”.

Fuck you corporative world!

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